Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Não há reis ou reinados, que dure para sempre. Tão pouco haverá barreiras, muros ou muralhas, que um dia não caiam por terra.
Senhor
Coloque um pouco de doçura em minha alma para neutralizar os azedumes que por inocência ou descuido meus olhos venham a tocar.
Precisando de um pouco de verão no meu inverno...
e um pouco de primavera nas minhas folhas secas...
Precisando de um pouco de outono pra a minha boca adocicar...
A cada dia um pouco mais
Mais uma certeza
Certeza de que tudo acontece
Nada se repete e tampouco
O tempo anda pra trás.
Sim! De gênio e louco todo mundo tem um pouco, mas não nego ser do tipo que fomenta lucidez. Em doses homeopáticas? Talvez. Pois o certo e o errado, ainda que descarados, sapateiam por lábios leigos de profetas programados. Como ser normal ante tanta inquietação? Manipulação! Aliás, o que é ser "normal" e quem ditou as regras desse jogo abismal? Sigo triste caminhando. Um solitário relapso com seus lábios ressecados.
E, de repente ela acordou. Estava assustada, um pouco atordoada, tentando entender o que passou. Ruas pavimentadas, iluminadas e bem planejadas davam o tom. Achava estranho mas, estranhamente, dentro da sua mente aquilo tudo parecia ser algo bom. Como se fosse intuição ou algum dom.
No café que frequentava viu Seu Firmino, um conhecido pai-de-santo, se aconselhando com um rabino.
Continuou sua caminhada, mas, por todo lugar que passava, estranhava e se perguntava: " Que será que foi o ocorrido?" Tá tudo estranho, no lugar indevido.
Nem os veículos se engarrafam como antes. Por quê? Me sinto coadjuvante, quase uma meliante. Por que ninguém me nota, ninguém me aborda- se perguntava incessantemente.
Percorria quilômetros buscando respostas mas a cada passo só acumulava mais dúvida e agonia.
Num lapso rompante se lembrou do telefone, vou ligar pra uma amiga, ela poderá me salvar, ou melhor, me explicar - como é que tudo está bagunçado - mas está tudo em seu lugar.
A decepção foi imensa quando percebeu que, naquela calça larga, nem bolso havia.
Alucinações e desespero começaram a tomar conta quando, numa praça em frente a igreja avistou pessoas dançando, cheias de cores e brilho.
Fez o que não tinha feito até então. Se olhar. Se surpreendeu quando se viu, banhada em cores vivas e borradas por todo rosto, corpo e cabelo. Foi tomada por um misto de leveza e estranheza, num ritmo estranhamente familiar.
Uma música alta invadia seus poros.Tentava se comunicar, mas aquele som estava sempre um tom acima e as pessoas apenas sorriam, cantavam e dançavam. Sua voz sequer chegava.
Percebeu que nem tudo tem resposta. Ou, não a que busca.
Não pertencia mais àquele mundo de outrora. Tudo tinha mudado.
Deixou o som levar e permaneceu ali. Nem se lembra mais do que teve de deixar para trás.
Pois o que lhe restava eram apenas cores e músicas….Nada mais.
Divida o pouco que tem comigo
e jamais terá um inimigo .
Não divida o muito que tem e mesmo assim terá um amigo .
Volta e vem dizer
Que se arrependeu e quer mais
Um pouco mais de nós
Vem e volta a ser o meu cais
Volta e vem dizer
Que parou um pouco pra pensar
E, pensando bem, seria bom recomeçar
Se nos abrirmos um pouco mais uns com os outros e contarmos nossas histórias, isso romperá as barreiras.
Algumas amizades vem e vão, mas as verdadeiras vem e ficam, mesmo que a distância atrapalhe um pouco, a amizade permanece ali.
De acordo com um estudo publicado no British Journal of Psychology as pessoas inteligentes têm poucos amigos, falam pouco e não gostam de barulho e lugares movimentados e por isso preferem ficar em casa, muitas vezes na sua própria companhia. Se eu sou inteligente não sei. Sei, que não gosto de lugares cheios de gente, parecendo formigueiro, com pessoas se esbarrando a cada movimento que fazem, filas homéricas pra tudo, cheiro de cigarro misturado com perfume e comida. Que nojo!!! Aquele barulho infernal! Pessoas cuspindo na minha cara de tanto que se aproximam pra que se faça ouvir alguns sons monossilábicos e entrecortados. Mulheres antes de saírem de casa cumprem um ritual que só nós mulheres entendemos. E sempre é aquele mesmo corre-corre com roupa, sapato, maquiagem, unhas, pés, cabelo, perfume... Meu Deus! Só de pensar nesse ritual eu já fico cansada. E como se não bastasse tudo isso, sair de casa é caro, tão caro, que, às vezes, parece que estamos pagando pelo ar que respiramos. No final do mês chega o susto junto com a fatura do cartão de crédito.
Sinceramente? Acho que o crime não compensa. Por isso prefiro ficar em casa. Não conheço nada tão acolhedor, aconchegante e relaxante que estar na minha casa com aquele pijama batido, cara limpa e um rabo de cavalo.
UM POUCO DE PAZ
Muito de mim pede um pouco de paz, paz de espiríto mesmo sabe? Dessas que você dança e os olhos mareja de felicidade, de um instante em que as coisas não pese sobre seus ombros como as más escolhas que você já fez, eu realmente quero um minuto de silêncio que aja silêncio, porque aqui dentro faz tanto barulho, e não consigo focar só nas coisas boas quando tem tanta coisa ruim ao meu redor, eu quero a calmaria do azul do céu, e do verde das árvores, quero sintonizar meus batimentos na vida e não em ponteiros de relógios, se for possível eu quero mesmo, e se não for possível eu quero também.
Sente aqui, meu amor
Lhe preparei um café!
Está um pouco amargo
Mas, acho
Que um beijo
Pode adoçar as coisas
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