Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Minha vida rimava apenas com ia...
Mais um dia, apenas mais um dia
Assim que eu me sentia quando o sol partia e a lua nascia
Uma vida fora de sintonia.
Um não aceitei oque o espelho refletia
O espelho estava certo minha mente me traia
No silencio daquela manhã fria mudei o meu destino, entrei um harmonia
Apenas aceitei tudo aquilo que sentia
Me libertei de todas aquelas coisas pelas quais minha alma gemia
Hoje eu escrevo minha vida em forma de poesia.
By: Takay Stronger
Quiça de meu cantinho encravado no sertão eu pudesse ver as muralhas da China, eu pudesse ver o monte Fuji, ou a torre Eiffel, mas os olhos, o olhar não faz curva, não segue o plano da terra, e isso faz com que eu apenas imagine, crie estruturas seculares e milenares na minha imaginação, quem dera o planeta fosse plano, a viagem ocular seria linear sem interferências naturais.
mesmo assim o limite visual não pode ultrapassar a barreira da longitude métrica, próximo,muito próximo,
quiça, meu olhar pudesse atravessar o universo, e entre os planetas longínquos, entre as estrelas entre anjos e santidades eu conseguisse ver Deus, no esplendor de sua moradia celestial.
Eu não te conheço, você não me conhece,
E QUEM você conhece?
Definitivamente, conhecemos mesmo as pessoas?
Ou elas mostram o que querem que conhecemos? É possível uma pessoa realmente conhecer outra?
Difícil. Mas se nem nós mesmos nos conhecemos completamente, quem dirá "os outros".
Tem gente que pensa que perdão é sentimento. - Ah, hoje eu acordei com uma vontade de perdoar.. Sai dessa! O ato de perdoar é uma decisão. Você decidi perdoar. E perdoando recebe o direito de também ser perdoado.
Eu quero ter você, quero ter seu ser.
Quero viver no teu ver e amar somente você.
Quero que siga, diga e desdiga.
Quero que minta, finja ou reflita.
Quero ser teu ver, amar e ser;
Ser sempre o melhor,
O melhor que eu puder ser.
Em tempos sombrios e chuvosos, meus sonhos estão sendo regados, para que em dias luminosos eu vá colher aquilo que foi plantado.
POETA
Quisera eu ser poeta
....Escreveria um verso
Para traduzir o meu amor
....Passaria por marés ventosos
Entraria nas tempestades da paixão
...Nas calmarias do amor
Quisera eu ser trovador
...Diria todas as palavras
Para traduzir o meu amor
.......Sem destino
Sem passado, sem futuro.
Eu gosto de ti mas tu tens namorada não posso fazer nada.
Tu és o meu sorriso
A minha vida
E estas sempre nos meus pensamentos
Amo-te <3
Nem sempre as coisas saem da maneira que eu quero ou do jeitinho que eu gostaria que saissem.
Mas as pessoas não tem o mesmo olhar que eu tenho, aí me dizem:
Nossa que lindo! foi você mesma quem fez?
Obviamente minha face tranborda de alegria e começo a olhar com um carinho maior para aquilo que parecia insignificante aos meus olhos.
Temos que aprender a dar um crédito as "pequenas coisas" e colocar mais amor no que estamos prestes a fazer.
É dessas pequeninas coisas que nascem os grandes momentos de nossas vidas, assim como um pequenino grão de mostarda se torna um belo arbusto.
E assim continua dizendo Jesus.
Me diz como chegar ao teu coração para que eu possa evitar os atalhos.E evitando os atalhos possa conhecer por completo o lindo caminho que pode me levar até ele.
"Eu sinto o seu pulso, a suas veias, o seu respirar, eu sinto quando tem à mais e quando tem à menos "ar"...
Eu ainda sinto a sua falta... De ar"
Eu escrevo pra desancorar emoções. Escrevo pra tentar controlar o caos daqui de dentro, pra peneirar um porto nessa tempestade. Escrevo pra suicidar no vento o peso das palavras. Escrevo para me libertar. Escrevo pra transpassar fronteiras, pra alcançar certos ouvidos, e me perder no meio daquela barba. Ahhhh minha excitação por barbas! Já se sabe quem provocou. Eu escrevo aqui porque a poesia tatuou em mim o gosto pela vida, pois essas palavras são quociente das minhas experiências. Talvez eu escreva para máquinas e robôs. Ninguém lê mesmo. A vida acontece no virtual dos corações frios e se desmancha no grito de horror proclamado na esquina dos contos, (a)casos, (des)encontros. Escrevo para sentir a mim mesma e não sentir a maldade alheia que permeia, que espreita. Escrevo porque se eu gritasse ecoaria apenas aos mudos. Neste mundo de poucas cartas e muitas selfies todo diálogo é de surdos. Eu escrevo porque escrevo, não há explicação.
A Namorada
Eu flutuo em uma imensa calma
E minha alma,
Pasmem é namorada do poeta.
Pessoa, Melo Neto, Varela.
E vários outros que beijo na boca
Nas noites insones e insossas.
E se eu fosse ave me casaria com um Falcão
Ou um Condor, ou mesmo um beija-flor.
Seja como for.
Meu sobrenome não rima com a dor
Que afugenta cada vez mais minha vez de ser feliz.
Perdi a vontade de brincar de faz-de-conta
Estou tonta e não vejo razão pra mentir.
Não ceifei o mal pela raiz.
Ele retorna incessantemente
Pra me desnudar das minhas esperanças.
E não sou mais criança.
Apenas um ser obscuro
Ainda com medo do escuro.
