Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Algumas pessoas eu quero bem, inclusive peço ao PROTETOR por elas, pra que fiquem bem, por sua saúde, por tudo de melhor que possa acontecer a elas.. só que as quero bem muito bem e longe de mim, bem longe de mim. É o momento em que você percebe que só a distância de algumas pessoas pode te fazer melhor, que estar perto de algumas pessoas te faz um mal danado, e que não vale nem um pouco a pena.
As vezes a distância é necessária, só ela cicatriza as feridas abertas, e da aquele alívio gostoso, de não sentir mais dor, de não sentir mais a mesma dor. ah.. que alívio bom, se eu soubesse que eram algumas renuncias que me faltavam pra me fazer feliz como agora, não teria perdido tanto tempo na vida, teria feito essas escolhas mais cedo.
RECOMEÇO -> AGORA ->PROGREDIR <-NÃO REGREDIR <-NÃO VOLTAR->TALVEZ OLHAR-> PRA APRENDER->A SEGUIR ADIANTE
Agradeço ao dom que eu tenho de de repente até olhar pra traz, mas jamais, me permitir voltar a perder tempo outra vez
Os grandes pensador dizem que tudo na vida nasce cresce se alimenta e morre. Pois eu digo te que nem tudo morre é como amizade nunca morre, se morrer é porque ela nunca exitiu. Digo por viveres ainda em mim!
Se existe uma coisa que eu me arrependo é de ter confiado em algumas pessoas e acreditar em suas palavras que não eram fatos.
Eu quis te convencer mas chega de insistir
caberá ao nosso amor o que há de vir
pode ser a eternidade má
caminho em frente pra sentir saudade
Seria muito mesmo pedir pra viver aquele instante novamente, é que eu precisava ter certeza desse sentimento que me deixa sem chão e na dúvida de sua definição.
DEUS NO CÉU, NA TERRA EU... MINHA VIDA ESTRELAR, ENCANTAR, SER MAIS E TER TUDO POR UM DIA. TER AR NO PULMÃO, SER RESPIRAÇÃO... E SEGUIR BUSCANDO UM LUGAR AO SOL, SEM SER MAIS QUE O BRILHO DA ALMA DE ALMANY, VIVER MEU TINO E MINHAS INSPIRAÇÕES POÉTICAS SOMENTE!
Almany Sol - 29/07/2012
Eu sinto dentro de mim, um monstro. Que devora meu coração, me faz chorar sem intenção .
Cada dia que se passa ele cresce e sem dó nem compaixão continua a devorar...
Seria esse monstro a saudade?
Mais que graça teria os momentos juntos se não fosse a saudade? Talvez não seria verdadeiro..
Esse monstro que me mata se tornou meu companheiro, e só me vai abandonar quando tiver vc por inteiro..
Bastava um sorriso para me apaixonar. Mas eu precisava saber que este sorriso realmente fora direcionado a mim... Ou, pensando bem... bastava um olhar...
Sabe...
Eu ando naquela fase de ouvir músicas românticas – aquelas mais bregas – e chorar já no primeiro acorde, de reler tudo o que você me escreveu, de ficar por horas olhando fotos e me perguntando: “Por que tem que ser assim?”... E, aliás, tem que ser assim?
Porque, às vezes, eu me sinto como alguém que mergulhou e, enfim, submergiu... Mas fica se debatendo, batendo mãos e pernas e não consegue sair daquele mesmo lugar, por mais esforço que faça. Assim como eu, que não te esqueço. E porque tudo isso me dói demais.
Dói a sua ausência, de uma forma que me sufoca. E eu descobri que nunca mais vou rir de quem diz coisas como “não respiro sem você’. Porque é assim que eu me sinto, e não é exagero. Também não saberia explicar, mas quem já experimentou essa sensação de asfixia pela falta de alguém pode entender perfeitamente. Pode entender como isso dói.
Dói lembrar que eu tentei tanto, busquei tanto e mesmo assim não conseguia te alcançar.
Dói pensar no tal de “poderia ser assim”... Já reparou como isso dói? Pensar que poderíamos estar agora conversando aquelas nossas bobagens de sempre, só pra descontrair de um dia cansativo. E nós riríamos muito e depois ficaria aquele silêncio que antecederia o abraço, que antecederia o beijo... E eu esqueceria do mundo nos seus braços e você se perderia nos meus. E nos amaríamos
como se fosse a primeira e a última vez, e você percorreria cada ponto do meu corpo, como se estivesse ainda a conhecê-lo e eu provaria mais uma vez do gosto de cada canto de sua pele. E depois eu descansaria em seu ombro e nós dormiríamos de mãos dadas. E pela manhã eu sorriria ao ouvir sua voz dizendo “bom dia, dorminhoca”, com aquela voz sonolenta. E eu diria baixinho – ou talvez eu apenas dissesse em pensamento – tão sinceramente: “Obrigada por me fazer tão feliz!”. Não sei se diria a você ou à vida. Mas sei que diria. E, sim, isso me dói.
Mas talvez o que mais doa seja olhar as fotos, ouvir as músicas, reler tudo e pensar como faltou tão pouco pra ser assim! E pensar que bastaria um pequeno gesto seu, tão simples e tão leve, para transformar tantas possibilidades em uma história real de nós dois.
Eu prefiro acreditar que é possível haver mais pessoas lutando – de fato – contra o abuso e a violência do que pessoas dispostas a cometê-los.
Porque só depende de cada um de nós. Porque eu não quero sentir que o mal triunfou com a ajuda da minha omissão. Porque ninguém tem o direito de tirar do outro a capacidade de sonhar e ser feliz.
Eu sentia medo daquele entardecer. A noite sempre me parecera um refúgio nada insólito... cheia de segredos, que servira como esconderijo dos culpados. As noites eram sempre anunciadas com a morte do sol. Mas a esperança amenizava o medo, na profecia anunciada de que o sol nasceria de novo em algum momento.
A vida tinha perdido o brilho. Eu estava só e no escuro. Quem me dera ter um fiapo de luz naquele momento, uma vela que fosse, para que ao menos a minha sombra projetada em qualquer parede me fizesse companhia.
Eu tinha muito medo dos relâmpagos, na hora das tempestades. Até que um dia eu pensei: de que adianta o meu medo? Se o raio for mesmo cair em cima de mim, eu sofrerei duas vezes: antes de ser atingida e no momento em que for atingida. Se ele não for cair, eu sofrerei por algo inexistente... algo que nunca aconteceu! Desde então, não fico mais apavorada.
Uma coisa é ter precaução, se cuidar.
Outra, muito diferente, é ter medo.
Se isso vale para outras situações da vida, além das tempestades e relâmpagos?
Com toda certeza!
Dizem que todos que passam por nossas vidas deixam um pouco de si e levam um pouco de nós... eu ando por aí juntando os cacos que deixei com ninguém e que ficaram pelo caminho. E assim, de caco em caco, me reconstruo e quem sabe volto a ser inteira...
