Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas.
(Como Vejo o Mundo)
Quando surge o alvinegro imponente
Sou Santos Futebol Clube desde que me conheço por gente. Talvez isso explique meu espírito velho. Ou meu espírito velho explique o Santos, quem sabe? Só fui vê-lo campeão em 2002, aos doze anos de idade. Antes disso, ouvia a chacota e a humilhação dos meus amiguinhos da escola e do bairro com a obstinação dos iluminados, como se algo me dissesse que aquela dor teria um fim. Agora penso: deve ser a mesma obstinação que sente vibrar no peito os palmeirensezinhos de hoje.
É verdade que ganharam uma Copa do Brasil esses tempos, mas caindo meses depois, fica difícil. Não conheço a dor da queda - e nem faço questão - mas imagino algo aterrador, horrível; posto que o futebol é o último suspiro das tragédias gregas.
Foi o que falei ao meu amigo Victor, conhecido pela alcunha de Caboclo, assim que bateu em casa para tomar uma gelada. Mostrei-lhe este início de crônica que rabisquei em poucos minutos de intervalo e ele me disse que eu estava tentando copiar Nelson Rodrigues, ênfase para o 'tentando', que é o que mais dói. Contra-argumentei: - Todos copiam a todos. E segui com a digressão: Vinícius copiava Rimbaud; Drummond, Baudelaire. No começo do século passado todo romancista brasileiro queria ser Machado. Todos copiam. Tudo se é copiado, e desde sempre. Acontece que, antigamente, copiava-se os bons. Hoje se copia qualquer um. O poeta mais copiado da atualidade é o Paulo Leminski, Série C da poesia. Copiam até o comediante Gregório Duviviver, que não bate essa bola nem no varzeano. Se eu copio, concluí, pelo menos copio o melhor.
Assim como o Palmeiras, que ao invés das meias verdes, pôs as meias brancas, como que num pressentimento. Sabiam que o gol do alívio sairia dos pés que calçassem meias brancas. Copiando Paulo Coelho para provar que toda regra tem sua exceção: Maktub. E gol de Thiago Ribeiro. Gol no Parque Antártica. Comemora o mar verde em todos os cantos do Brasil. Nunca a torcida santista foi tão grande. Nunca a torcida palmeirense torceu para um time tão grande. Não restam dívidas, estamos quites, palestrinos.
Lembrei-me de Grafite, aquele centroavante que Dunga levou para a Copa de 2010 e que ficou marcado na formidável história do futebol brasileiro quando seus gols salvaram o Corinthians do rebaixamento no Paulistão de 2004. É verdade que o empate no Barradão também mantinha o Palmeiras na elite. O Gol - que heresia irei dizer - foi um detalhe. O grande lance foi os boleiros do Santos terem entrado para jogar, pois poderiam muito bem terem ido em clima de carnaval e aproveitado para ficar por Salvador mesmo.
Mas não tem jeito. O futebol é o esporte predileto do planeta terra, e de todos os outros planetas e seres que lá vivem. Se não fosse o gol do atacante santista ou a ponta dos dedos do goleiro Aranha, algum sopro divino no momento oportuno salvaria o Verdão. Não era a hora. Não novamente. É certo que o Palmeiras está no calvário de sua história, mas todo grande clube já precisou pagar seus pecados.
Quem sabe não melhora se, ano que vem, além das meias e calções, ponham também a camiseta branca? Não há combinação mais nobre na história do futebol. Mas, por gentileza, não deixem para a última rodada. Apesar de caridoso, às vezes o Santos joga de verde.
A arte do bem querer...
“A arte do bem querer é uma das mais belas obras que conheço.
Porém, sua beleza não se compra nos museus.
Seu trabalho infunde respeito, afeição, zelo e apreço.
Seu expoente talento é uma dádiva.
Seu único pintor... É Deus!”
Só me surpreende quem chama atenção a si mesmo, pois já conheço todos os passos, sendo assim surpreenda-me sem temer ao fracasso.
Como escriba da vida me fiz
Falando da vida
E o que ela me diz
Escrevo o que conheço
Desconheço o que não quero conhecer
Crer não é só ver, é também ser
Pensa que crê
Mas não conhece MANDUME
Crer e morrer no que crê
Ser o que crê.
Conheço e desconheço vários homens que habitam em mim. Cada um dele com um querer diferente. Com uma cor diferente. Com uma forma inexata de se expressar. Procuro entender a cada um deles. Habita em mim todas as infinitas formas de um homem.
Quanto mais conheço as pessoas mais elas me assombram. Quanto mais conheço as pessoas, menos contato e proximidade eu quero ter com elas. Realmente, cheguei a conclusão que não sei mais o que pensar da humanidade, não sei mais o que dizer ou pensar sobre as pessoas, sobre o ser humano em sí. Nunca sei o que posso esperar dos desconhecidos, e até dos mais íntimos. São realmente muito imprevisíveis.
Te amar!
Te amar faz-me viajar, conheço lugares da nossa terra que só no teu corpo posso encontrar.
As curvas do teu corpo fazem-me lembrar a Serra da Leba.
Teus cabelos são como a floresta densa do Maiombe.
Teu coração é tão imenso quanto o Rio Kwanza.
És tão Linda quanto as Quedas de Kalandula.
Tens em ti a resistência da Welwitchia Mirabilis.
Tens nos olhos a beleza e o brilho do pôr do Sol em Luanda.
Tua autoestima é tão alta quanto o Morro do Moco.
Teu corpo é tão lindo como as praias de Angola.
Tens a beleza e a raridade da Palanca Negra Gigante.
O teu olhar é tão misterioso como as Pedras Negras de Pungo a Ndongo, os Rios e as Grutas de Angola.
Tocar o teu corpo faz-me viajar por esse país sem ter que me deslocar, acariciá-lo faz-me viver divertidas e intensas aventuras e excursões em torno de Angola.
Teus beijos me fazem sentir o gosto das águas dos mares e rios deste lindo país, com eles me embriago ao sabor das bebidas oriundas do nosso país. São os teus beijos que me fazem conhecer os dialetos do povo angolano.
Tudo isso eu vivi e vivo só por Te Amar.
Entro no quarto, deito na cama, olho a lista de amigos no whatsapp. Ao mesmo tempo que os conheço, me pergunto quem são. Qual a importância de cada um na minha vida? Coloco o fone de ouvido, ouço algumas músicas, deixo em dia as paranoias, começo a escrever minhas velhas poesias. Não ligo para o tanto que eu importo pra você ou para que você pensa sobre mim. Isso não é uma “bad" só uma filosofia. Qual é a importância de uns para outros. Gosto de você a ponto de querer te ver melhor do que eu? Nem eu mesmo posso saber. Amizade... Por mais intensa que seja, nunca saberemos a importância que cada uma tem para nós, até que o destino nos mostre.
Conheço gente tão ensimesmadas que se assemelham a porta, onde tenho que
bater toc toc e perguntar.
Tem gente ai?
Um amor que se compare ao de uma mãe,só o amor de Deus
Outro amor igual nessa terra n conheço.
É um amor sem explicação,um amor que vence barreiras ,que salta muralhas,derruba gigantes, amor de mãe é unico.
Sorriso bonito, é sorriso sincero.
Conheço tanta gente de dente brilhante
E sorriso amarelo.
Pode faltar o atacante,
No caso singelo.
Estou sem um amor, o amor me deixou. Mas o que importa se hoje conheço o verdadeiro Amor. Algo que mais sublime é, Espiritual.
Conheço pelo menos três palavras difíceis de dizer: Esternocleidomastoideo, otorrinolaringologista e..... Desculpa!.
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