Em paz comigo mesmo
A pior prisão é a mental, Porque no fim, sou sempre eu comigo mesma...
Me renovo, me transporto, me refaço! Eu oro, peço e agradeço! O Futuro a Deus pertence mas o presente sou quem faço!
Não há solidão só um tempo para dançar comigo mesma, conversar com o meu eu e entender o que passa em meu coração.
Frase de Islene Souza
A solidão é na verdade o encontro comigo mesma, o encontro com todos os sentimentos que eu alimento na minha alma. Sempre fui sozinha, e mesmo acompanhada eu estava sozinha, se por tanto andei sozinha por que agora ela, a solidão está me assustando tanto? Depois que encontrei alguém com o qual consegui dividir meus pensamentos, nunca permiti visitas no meu querido diário, só sei de uma coisa, eu preciso voltar a ficar sozinha.
Eu tinha conflitos muitos grandes comigo mesma, mas achava que a causa era social. Desde criança eu sentia preconceito de cor. Queria o curso de sociologia porque, se o problema era esse preconceito, eu deveria estudar sociologia para me proteger do preconceito, que é formado ao nível sociocultural.
Eu te amo, mas tenho vontade de te trair comigo mesma.
Não devo dizer o que penso de você. Minhas vontades mudaram e a sua vaidade não me acompanha…
Meu corpo me traiu por muito tempo, quando iludida, seduzia o teu.
Barganhava na intenção de ser ouvida. Hoje, não sei se quero mais o homem ideal.Teu ideal me frustra, me bloqueia.Teu cuidado é uma agressão às minhas pretensões.
Tua segurança rouba minha autonomia…
Teu amparo me tolhe. Você escolhe até a cor da minha maquiagem, das minhas unhas e o corte do meu cabelo…
Você me acha linda, porém me sinto despida da minha própria identidade. Nua de sentimentos como alegria...
"Eu comigo mesma, tenho andando solitária por dentro nestes últimos tempos. Não por falta de amigos, de família, meus bichos ou amantes, mas por necessidade de estar comigo mesma e me descobrir, me respeitar, me amar mais....
E tenho com isso descoberto como a solidão pode ser maravilhosa quando a gente se abre para a possibilidade de nos conhecermos mais profundamente.
Um dia, uma noite em casa, sozinha, já não é mais assustador, preocupante e sim uma opção segura de quem não tem pressa de nada, de coisa alguma na vida. "
Eu fui muito dura comigo mesma quando me separei. Eu reconheço o quanto eu fiquei stressada em ser uma mãe solteira, foi muito difícil. Tenho a certeza que a vida de toda a gente ficou diferente, é um momento traumático.
Tô me matando
O que mais faço é me machucar
Estou acabando comigo mesma
Eu preciso me acalmar
Comecei a roer as unhas
E todos diziam que era melhor parar
Eu dizia "Ninguém olha pra elas,
Ninguém irá notar"
É como um vício
Depois que tu começa, não consegue parar
Você luta mentalmente consigo mesma
Mas depois cansa de brigar
Preciso parar com tudo isso
Mas uma solução não consigo achar
Penso em me ajudar
Tá na hora de eu realmente tentar
EU COMIGO MESMA
Estou começando a me acostumar comigo mesma.
Acho que já não sei mais viver sem mim. Falo comigo em voz alta, me repreendo quando penso que o que fiz não foi tão certo assim, respondo minhas próprias perguntas, concordo e discordo com a outra, que sou eu. Ou será que é maluquice o que eu faço?
Não vivo sozinha, mas moro sozinha, talvez pela primeira vez na minha vida, porque agora isso esteja me parecendo uma coisa definitiva, embora saiba que para sempre é tempo demais.
Quando entro no meu apartamentinho de solteira, sinto meu cheiro no ar e gosto dele. Meus chinelinhos estão lá, de prontidão, esperando meus pés cansados das caminhadas do dia e do sapato apertado. Alívio! Meu computador exibindo como pano de fundo a minha fotografia, me recebendo com aquele sorriso aliviado, me dizendo “oi”, que bom que você chegou. Como foi seu dia? Há, e a minha cama, sem uma dobrinha, tudo no lugar. Decido o que vou fazer: navego na internet ou assisto televisão? Também tenho aquele livrinho que está pela metade, o café com pão novinho que trouxe da padaria da esquina. Lembro dos meus amores e penso em ligar, mas é cedo ainda. Papo no telefone é melhor mais tarde quando já se pode dar boa-noite. É, tenho amores e sei onde eles estão. Logo ali ao alcance da minha saudade. Só preciso saber se está tudo bem, dizer que os amo e que hoje minhas pernas não doeram, que eu acho que vai esfriar e que se agasalhem no dia seguinte antes de saírem de casa.
Ando pela sala e lembro que esqueci da molhar minhas plantas. Nunca tive muito talento para cuidar delas, mas estou me esforçando. Fiz uma espécie de cronograma de rega segunda, quarta e sexta. Já assimilei como compromisso de rotina e, por enquanto está funcionando. Em troca elas me brindam com oxigênio mais puro e embelezam o ambiente. Depois eu, meu café passado na hora como eu gosto, a novela, meus e-mails. Eu comigo mesma, solitude sem solidão.
Que bom! Estou me acostumando a viver com essa pessoa que eu nem sabia que existia a um tempo atrás. Não tem ninguém para tirar meus óculos quando adormeço no sofá, mas também não há ninguém para me dizer que ronco nem para me pedir bife com batata frita justo na hora da novela ou de telejornal ou que está sufocando com a fumaça do meu cigarro e que eu vou morrer de câncer no pulmão.
Há como é bom acordar pela manhã e não precisar correr para o banheiro, desamassar a cara e esconder aquele cabelo de quem parece ter passado a noite na ventania, não ver roupa espalhada pelo chão, vaso cheio de xixi além de não ter que suportar o mau-humor de ninguém.
Delícia das delícias. Conviver comigo mesma é repartir com essa chata que habita em mim as poucas coisas que conquistei. .É bom conviver com quem a gente sabe o que pensa, que não nos enche a paciência e isso só se consegue quando se mora sozinho. Egoísmo, individualismo, ranzinice? Pode ser, mas é uma alternativa para se ter um pouco mais de paz e sossego. Não se precisa abrir mão da família, dos amigos e até de um romance, mas quando se chega na fase do repouso, quando cessa a adrenalina e já se cometeu todos os desatinos a que se tem direito, pode-se tirar proveito da mansidão e do aconchego da nossa própria companhia, desse momento sereno, sem as ansiedades desnecessárias e desgastantes. Pura conquista. Difícil, mas possível.
Entretanto há que se ter cuidado. Nunca se sabe quando seremos atacados pelo vírus da solidão. Ele não desiste de nos fazer voltar a sermos caçadores de emoções perigosas.
Eu queria gostar mais de ter esse tempo só pra mim. Só eu comigo mesma e mais nada. Eu e o espelho, os lençóis, as refeições que me distraem e me levam pra outro lugar que não aqui. Eu queria pensar mais em mim, mais do que amor próprio, não só isso. Mas um amor urgente, como se viesse de alguém criteriosamente especial, como tento ser. Queria me sentir mais, às vezes, queria me sentir menos. Mais prestativa, ativa. Menos sensível, invisível. E eu queria tão pouca coisa, e parece tanto. Muito mais do que alguém pode pedir ou sonhar. Parece mais do que mereço ter. E é na tentativa de não murchar que o que mais quero é florescer.
Estranha essa mania de me pegar olhando para você, enquanto eu tinha concordado comigo mesma que iria parar com isso. Afinal, melhores amigos não devem se olhar de forma diferente, nem, bem, ter o tipo de intenções que eu tenho com você. Eu entendia que era completamente errado, mas afinal o quanto o certo estava perto do errado? Eu esperava que bastante. Eu me via desesperada, as brigas se tornaram constantes, os abraços amigáveis se tornaram escassos. E eu sabia que algo havia mudado quando comecei a reparar demais em todos os seus tipos de sorriso, nas suas piadas totalmente escrotas, no seu novo corte de cabelo, no seu humor totalmente irritável e insuportável. Eu sabia que havia algo errado. Eu contava as horas para te ver, e quando te via, queria fazer de tudo para chamar sua atenção, mesmo que isso significa-se continuar brigando com você, mesmo que isso significa-se apontar todos os seus defeitos, que com o tempo se tornaram a parte de você que por incrível que pareça eu parecia gostar bastante. Eu queria me livrar de tudo aquilo com a mesma vontade que eu tinha todos os dias de te ver pelo menos mais uma vez, eu estava estranha e totalmente fora de mim. Enquanto antes meus sorrisos eram inocentes... Hoje eram repletos de significados ocultos. E por mais que o tempo passa-se eu continuava ali, sorrindo ao seu lado, com a esperança de que você nunca percebe-se que eu queria mais do que ir a sua casa depois das aulas, que eu queria mais do que apenas te dar conselhos sobre suas namoradas, eu queria ser o motivo de você pedir conselhos a alguém, queria ser o motivo para você passar a noite em claro, o motivo de você conseguir ir em frente...Passava metade do dia pensando em você e na outra tentando me convencer de que eu não estava pensando. Meus poucos dias sem você que antes eram bem comuns e agradáveis, se tornaram uma tortura sem fim, onde meu objetivo era sair pelas ruas tentando ocasionalmente encontrar você. Mas algo gritava em minha cabeça que eu estava louca, insana.. Então joguei minhas esperanças, joguei sobre o fogo flamejante que ardia sobre cada delas, uma por uma. Queria me livrar delas, queria-as jogar no fogo do inferno, queria as esquecer, queria que elas evaporassem, queria fazê-las sumirem assim como eu desejava ter feito com você há muito tempo. Seria melhor assim, seria melhor se eu tivesse lhe esquecido assim que te vi pela primeira vez, com seus olhos cor de mel, e seu sorriso sedutor. Maldito seja o tempo que não conspira a meu favor, malditas sejam as coisas você um dia me deu, que tem seu cheiro, e que me viciou. Malditas sejam as mensagens que um dia você me escreveu, e que agora só passam de tristes e melancólicas lembranças do que poderia ter sido. Vagas imagens de momentos felizes passaram pela minha mente, sua presença continua intacta sobre minha pele. Sua mania de sorrir cínico enquanto me fazia gritar por ficar enchendo meu saco estava intacta, suas ações perturbadoras me faziam enlouquecer, principalmente agora, que você não as fazia olhando em meus olhos. O que irei fazer?Tentar me livrar de minhas lembranças contigo? Impossível, pois agora o meu mundo já havia se convertido no seu, e nada mais podia separá-los.
Por mais ríspida que eu seja comigo mesma eu ainda consigo ser a pessoa mais sensível do meu mundo,e entre o céu do meu mundo eu continuo sendo a densa nuvem sobre meu solo que por vezes é fértil e por longos dias necessita de chuva para reforça-lo pois as vezes é uma seguidão que só.
Me perdoe se eu tenho sido cruel com você, eu tenho sido cruel comigo mesma a muito tempo.
jayjayjanx
Faça as pazes sempre!
Hoje eu fiz as pazes comigo mesma! Sabe aquele ato de amor por você mesma? Aquele que tem o poder de te devolver a autoestima. Eu estava precisando me amar.
O relacionamento abusivo mais duradouro da minha vida foi o que eu tive comigo mesma. Quando você é abusiva com você o auto-ódio toma o lugar do amor-próprio. É impossível amar de verdade quando a gente se odeia, mas reconhecer o abuso já é o primeiro passo para sair dele.
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