Eu Amo meus Inimigos
Basta o olho no olho
Pra vc me despir
E os meus segredos descobrir.
Basta te abraçar
Pra desconfiar
Que é um reencontro de almas
Dispostas a amar.
Basta um toque seu no meu corpo
Pra me enlouquecer de desejo
E te amar, sem sentir medo.
Basta te beijar
Pra magia acontecer
E o corpo todo responder.
É uma sensação inexplicável
De pureza inigualável.
É uma conspiração, só pode!
É Afrodite nos mostrando
Como o amor é nobre.
POETETRA DUPLEX CARISMA
MINHA VIDA
Meus sonhos, fazendo escrevendo
Estou com vontade, enternecendo
Não ocupo vida semelhantes
Sem tempo, escrevendo avante
Passando tempo no computador
Digitando poemas de amor
Dia bem preenchido; benção
Vivo de inspiração, emoção
Mesmo com algumas limitações
Gosto de estudar comunicações
Empatia meu lema, sentimento
Enviar sempre bom pensamento
Não tenho inveja sou abençoada
De ideias todas recheadas
Vou vivendo, natureza amar
Agradecendo Deus tanto versar...
Você nasceu em meus sonhos,
Brilhou como estrela
— um raio de luz!
Nem mesmo a silhueta de um anjo
Ou os encantos do arco-íris
Podem traduzir a magia
Dessa doce e louca paixão.
Por você, já morri mil vezes,
Mas sempre do pó renasci,
Pois a ternura de seu olhar
Me faz voltar à vida.
Na impossibilidade desse amor,
Construí minha fantasia:
O desejo de a encontrar
É a obsessão que me conduz
À vontade de a amar!
Acendi o fogo de muitas lembranças, minhas mágoas e meus prazeres viraram cinzas, não preciso mais deles!
Não preciso do passado, o presente me basta!
"Pegue minha mão, entrelace seus dedos entre os meus.
E nós sairemos deste quarto escuro pela última vez."
Á vocês duas.
Meus olhos fitaram o ar,
Que saudade daquele sorriso fácil,
Não pude te encontrar,
Que sensação horrível.
Sei qual o destino,
Onde esta e se prende,
Sei qual o caminho,
Sei qual o motivo,
Mas como dói te deixar pra trás.
O papel de anjo da guarda é meu,
Troca de papel comigo,
Deixe-me guardar nosso sonho,
Eu enfrento a noite como se fosse o dia,
Enquanto você adormece e sonha,
Deita e descansa minha rainha,
Sou seu cavaleiro e bobo da corte,
Quero que se sinta protegida e feliz da vida.
Meu papel você que escreve,
Eu me visto de qualquer personagem,
Desde que no final eu seja seu príncipe,
Aquele que contigo foge na carruagem.
Traz princesa a minha rainha,
Pra juntos fortalecermos os laços,
Há pessoas deste lado de cá,
Esperando pra trocar beijos e abraços.
Carros Rápidos.
Sinto o vento em meus cabelos e a náusea dentro de mim; Carros rápidos, sem freio e direção.
Em um segundo se pode ver amigos, no outro irmãos, cheios de arrependimento cantando uma triste canção.
Com o vento batendo não há como não sentir uma brisa de felicidade e culpa por ter mentido para estar ali, onde talvez eu nem deveria estar.
A música é alta e eu quase nunca consigo te ouvir, será que este era o local ao qual realmente deveríamos estar?
Olho em volta e há mais garrafas do que o correto, pessoas usando coisas cujo as quais eu não saberia se não estivesse ali.
Eu não me sinto bem em um local cujo as pessoas se vestem desta forma, sentia o tempo todo vontade de ir embora.
Amigos que se dizem companheiros para todos os momentos; Fiquei por aqueles que se dizem felizes por estarem ali, por aqueles que se sentem vazios e extrovertidos. Achando que seria compreendida no meio de tanta bagunça e música.
Sabia que não duraria muito este momento de inutilidade absurda, não há como durar em um local cujo o qual as pessoas vão para passar o tempo e esquecer de seus problemas. É realmente um problema existente.
O doce aroma que penetra cada boca, descendo pelos pulmões, aquela sensação de desespero sendo alimentada me fazem pensar se isso tudo realmente chegou a acontecer. Me sinto confusa de pensar que me deixei a este lugar ceder.
Foram poucos dias, foram muitos momentos e conversas que só de lembrar me deixam desesperada.
Não eu não poderia ter feito de outra forma, não eu não poderia ter vivido diferente daquilo que tinha sido me proposto.
Em um minuto estamos dirigindo pela noite sem saber para onde ir; Não há nada que eu possa fazer quando a música insiste em nos deixar cansados, nos fazendo então dirigir para nenhum lado.
Sua voz soa familiar, ao invés de dirigir e se desesperar, você poderia olhar para mim e fazer de seus lábios uma palavra doce soar?
Não eu não disse que estaria aqui. Porque será que eu me sujeitei a me negar e mentir?
Na calada da noite, estamos em um beco onde nada tem sentido, dirigimos tão depressa que já não enxergo nisso algum motivo.
Dou-te os meus beijos
O meu corpo presente.
Dou com toda a certeza
Tudo que tenho cá dentro.
Deste meu corpo cansado
Destronado pela dor.
Onde aqueço o meu regaço
Da amargura da vida.
Só não te dou minha cruz
Porque tu já a tens meu amor!
SÓ ME AJOELHO DIANTE DE MEU PAI
Meus joelhos só se dobrarão diante de meu PAI...para adversidades desta vida!! jamais...prefiro ser persistente até a morte pois quem vive baixando a cabeça pra tudo já está morto!!...
SÚPLICA
Liberta-me tristeza, quebra as algemas
Que durante fere os meus desejos
Não faças do meu sonho um vil cortejo
E nem da minha dor, eterna, extrema!
Não apagues a minha única lampada
Que na escuridão vagueia sem rumo
Não faças dessa mágoa meu resumo
Que levará inerte a fria campa!!
Abnegação, não sejas vinculada
As sombras dessas asas voadoras
Trazes-me a mansão ancoradoura
Donde a luz a alegria são untadas!...
Lânguido compasso, cântico lento.
Do teu cantar emanam dissabores
E ao teu cantar emanam dissabores
E ao teu som, vão chorando os oradores
Do "De profundis", tétrico lamento!
Enigmas, abre-me esta tua porta
Deixa-me sondar o teu labirinto
Deixa-me captar o que quero e sinto
Pra reavivar essa alegria morta!...
Mergulho as mãos no mar, como se quisesse aprisioná-lo entre os meus dedos, como se desejasse fazer dele teu corpo, moldá-lo, senti-lo como se fosses tu. Escrevo sobre a areia molhada, os versos que te não disse, sentidos reprimidos pela frieza do quotidiano. As ondas quebram as frases, apagam os desejos e arrefecem o corpo, molhado, arrastando para o fundo do oceano as esperanças escritas.
Abandono-me nesta praia deserta, esperando que a maré leve o corpo, pois a alma à muito partiu, quiçá me encontres ainda com a réstia de vida que faz bater o coração e alimentar a mente, mas, o espírito partiu, para uma viagem através dos desertos da eternidade, vales de sombras, florestas geladas, numa travessia da minha própria solidão.
Quando a alma se abre, como vela de um barco à deriva, recolhe em si todas as brisas, todos os ventos, enchendo-se, mas, a cada tempestade o pano cede às forças da natureza rasgando-se em pedaços, perde-se o rumo e o navio perde-se na solidão do vazio. A Noite, traz com elas a estrelas e o silêncio que lhe permitem adormecer embalado pela suavidade das ondas.
Quem sabe um dia, se descubra a alma deste corpo, que jaz inerte sobre a areia da praia. Quem sabe um dia alguém seja capaz de lhe devolver a vida perdida. Quem sabe um dia...
de longe tão perto glamorizante...
via bonde a bom dia...
fanáticos lunáticos meus amores...
vigentes embora seja apenas o prologo do céu.
A noite não é uma criança: é um homem que brinca nos meus sonhos, que rouba meus pensamentos, que viaja nas minhas lembranças, que desperta minha saudade, que acorda meus sentimos e adormece...adormece em mim !
Não me pergunte aonde fui, não saberia responder. Por onde ando, só meus sonhos podem dizer: nesse momento, fugiu de mim!
Versos mudos, saem da minha boca, dos meus olhos palavras ocultas, subtendidas...do meu silêncio, sentimentos !
A música sempre foi paixão aos meus ouvidos...viajo toda vez que escuto uma boa música. Advinha, quem me acompanha nessa viajem !
