Eu Amo meus Inimigos
BOM DIA MEUS AMIGOS!!!
O dia amanheceu cinzento
Nenhum sinal de vento
Vou dar um sopro gigante
Sacudir as plantas num rompante
Com pó de cores misturadas
Surgirão matizes variadas
Deixando nosso dia colorido
E nosso olhar agradecido...
mel - ((*_*))
Esse sol radiante, que enchia meus suspiros ao longe, em cada raio que toca minha pele e em cada batida desse coração cheio de ti.
O meu coração dói tanto
Minha alma chora
Sofro muito neste instante
Os meus sonhos foram embora
Sinto-me sem esperança
Penso que a batalha está perdida
Quando a mente cansa
A paciência termina
Desabafar faz bem
Mas aprenda a desconfiar
Não conte tudo para alguém
Uma pessoa pode mudar
Tente compreender a vida
Somos eternos aprendizes
Nem sempre haverá maravilhas
Mas terás momentos felizes
Meus sinceros agradecimentos aos queridos amigos e amigas do Facebook, por terem me prestigiado, "curtindo" e "comentando" os meus trabalhos.
Sem esse incentivo, provavelmente, me faltaria inspiração para expressar meus pensamentos, poemas e poesias.
Que nesta data Magna da Cristandade, possamos ver em cada rosto a santa imagem do Menino Jesus. Em cada irmão um abraço, para sentirmos a voz silenciosa dos nossos corações, rogando Paz, Fraternidade e mais amor entre os homens, no mundo em que vivemos, para o nosso bem e para o bem das nossas futuras gerações e toda a Humanidade.
Amém. Uma FELIZ NOITE DE NATAL!
Passou por mim
Deixou rastros.
Olhei de lado, vi palavras,
Senti escorrer nos ouvidos meus.
Bateu sono, vontade...
Acordar e adormecer
Ter você do meu lado
Abri meus olhos, escancarei.
Nossos olhos se tocaram
Trocaram olhares,
Silêncio ecoou.
Despertou desejos
Saudade,
Me aconchegou no teu abraço
Me deixou no teu colo
Me levou...
Jogou-me em teus braços
Adormeci nos sonhos,
Vivi de amor !
Meus pensamentos são para tI
Meus Beijos , ei te dei e nos teus Abraços me entreguei louca de amor .
Horas infinitas passamos juntos sem nos preocupar
Com o dia seguinte.
Nós fizemos das horas , o nosso bem maior.
Dos minutos que tivemos, fizemos acontecer entre nossos corpos sedentos de amor.
Nos amamos , nos entregamos um ao outro sem medo de sermos felizes.
Moço, estou me sufocando. Já não escuto mais tuas palavras, tua voz. Estou me sufocando nesses meus complexos desejos, nas minhas palavras não ditas.
Será que sou inapropriada pra você, não sou aquela que você tanto almejava? É, talvez ela seja melhor, melhor pra você.. Não sei!
E eu vou desconstruindo o meu eu, tentando achar uma forma de me entender, de entender o porquê de tudo isso, de algo que nunca foi concretizado.
E eu tento ser menos negativa, mas não há nada que me impeça disso.
Meus dias ruins são esses. Dias sem meu lítio. Sem minha dose de esperança. Sem estar dopada.
Será que sou uma grande idiota? Ou apenas não estou sabendo conectar-me com o meu eu? Tempo perdido? Você pode fazer alguma coisa pra que isso tudo mude? Você se importa?
Eu não sei! Mas parece que você não sabe e nunca soube como agir de verdade, ou como eu sou de verdade. Você não pode dizer nada sobre o que eu faço. Você mal age direito, pois vive jogando toda essa sua filosofia como farpas ou um troféu de bom moço.
Eu estou cansada de desperdiçar todo esse tempo e pensamentos com pessoas assim, que não se importam. Pessoas que quis me afogar em uma areia movediça. Me deprimindo junto. E agora não consigo chegar à superfície.
Desculpe por não te ajudar, por não me ajudar.
Eu só me pergunto se essa situação terá fim.
Te vejo sumindo, indo, pra longe. E talvez, seja melhor assim!
Acordo com os pés na cabeça. Desperto com desejo de sono, de sonho. Desejo beijar meus próprios lábios, todavia minha boca está colada no meu umbigo. Não há nenhum som produzido pelo exterior, apenas alguns estalos promovidos pela minha ossatura pélvica.
Tenho a ligeira impressão que me conheço, isto é falso. Tudo em mim é falso. Não sou real. Caminho sobre minha cabeça e sinto que sou composto por multidões. Há uma população de formigas constituindo-me sem cessar de pedaços de folhas, sementes, galhos e grãos de açúcar furtados.
O amor, na verdade, não existe; é falso. As formigas me alertam.
A caneta e o papel
São os meus melhores amigos
Minha diversão logo começa
Quando preencho estes espaços vazios
Pronto, já juntei meus caquinhos...
Agora um bom sono para me refazer...
A vocês todos, o meu boa noite!
Que o vosso adormecer seja tranquilo
para apreciar mais um amanhecer...
mel - ((*_*))
Tanto me amou, tanto te amei, que já não éramos mais duas pessoas e sim uma só! Meus dias ficaram vazios sem vc, sempre falta algo... um sorriso, um gesto, um beijo, um abraço, uma benção... falta vc aqui comigo.
Nunca se espera perder uma mãe, nunca, tanto que custei a acreditar, preferi o silêncio, me afastar.... aos poucos a vida vai tomando rumo (dizem assim, pq eu fico pensando que rumo sem vc) ainda me apego em suas palavras... dói muito, mas melhora, e nas do pe. Fábio... com o tempo a dor se aquieta.....estou a espera dessa melhora, desse tempo que parece não chegar.
A minha saudade tem nome Vera minha mãe e endereço Céu... sei que aí em cima esta sendo cuidada, muito bem cuidada e que não tem mais dores ou sofrimento, mas ficou aqui uma dor que vai melhorar, que com o tempo vai amenizar e um vazio, ah esse vazio que jamais será preenchido.... ah q saudade!
Saudade é amor que fica, quanto amor ficou em mim mãe.... quanto amor.
Só quem amou e foi amado ao extremo sabe o que sinto.
Amor incondicional, amor sem fim!
Qual foi o encanto?
O seu sorriso lindo, quando olhando em meus olhos conseguiu absorver cada palavra que saía da minha boca, mesmo sem entendê-las!
Redação (O confronto)
Inicio estes meus relatos baseando-me nos acontecimentos que se seguem.
Após inúmeras tentativas de escrever uma redação satisfatória aos meus conceitos. Conceitos estes que não são muito bem resolvidos diga-se de passagem.
Trata-se da persistência do tal trauma de escrever redação.
Bom pensando bem o que me resta fazer? Dar-me por vencida ou dispor de minhas armas? Como tenho a meu favor a inteligência que o talzinho do trauma não tem, vamos a isso. Aqui já se vão mais ou menos umas seis linhas preenchidas descaradamente nas fuças deste sabichão.
Quem diria! Eu pegando briga com este tal de: DESAGRADÁVEL EXPERIÊNCIA EMOCIONAL DE TAL INTENSIDADE QUE DEIXA MARCAS DURADOURAS NA MENTE DO INDIVÍDUO.
Me apoderando deste pânico em escrever elevo-me ao meu extremo e em cada tentativa não bem sucedida o talzinho cresce mais. Os pensamentos cobram dos pensamentos melhores pensamentos. Pensamentos que jugam pensamentos que os condenam e também os pune. Sem nenhum tipo de defesa, são dilacerados e por fim exterminados. O que me resta fazer, desistir, deixar que a insegurança me bloquei para sempre? Permitir que meus anseios sejam manipulados pelo eco da derrota? Não, não comigo!!!
Então cá estamos eu e infinitas linhas em branco desejosas de minhas (ins) pirações.
Vou alimenta-las e a cada uma, seu quinhão. Preenche-las ainda que de tenras asneiras, vou conceber cada juízo e é valendo-me desta dificuldade, uso-a para dela me afastar, pois esta é a forma que arranjei de invadir e deforma-la. Sigo manipulando o meu raciocínio vou desbravando como um barco que segue à deriva e mesmo assim mantém-se bailado sobre o mar. Mantendo-se o mais tempo possível sem naufragar.
Sigo dando cores e formas usando o pó da razão para a partir daqui iniciar a minha redação.
Enide Santos. 09/01/15
Minha alma já anti morta, agora consegue alcançar o mais alto do céu.
Pusestes em meus pés a confiança de onde caminhar. E em meu peito a veracidade do que posso acreditar.
Quando ele fala, parece que os sons comumente gritantes se emudecem no horizonte circular. Só ele posso escutar.
Ao lado dele ouço uma alma inocente, em seu rosto poderia se ver uma calmaria, assim como o balançar do mar. Como o primeiro sono de um ser inocente.
Se via apenas a ausência da malemolência, descobria-se na ansiedade os encantos de suas afeições, no anseio amoroso de querer estar perto.
Aos prantos, na lacrimosa saudade, esperando poder abrir novamente as asas. Almejando eternamente a sua presença.
Morar em volta de meus passos
Tudo passa tão depressa
Que alma outrem nem pára
Pra chamar, ao passar p'la minha
Casa, estando eu morto pra vida
Toda, sem mostrar a ninguém
Quanto estava,quando estava...
Conquanto tudo passa, sem espera
E sem esperança pra um morto
Que espera toda'vida pela estranha
Qual chama de morte e vazia,
A chamava de vida, da sorte
Pouca como qualquer outra
Sem causa, passa e não pára
A esta porta e nesta fraca figura
Em causa, tudo passa excepto
A guerra galgando este modesto corpo,
Modesta a honra que na minha alma
Molesto e a dum transeunte que passa
Por passar, por minha causa chora
Sem me conhecer morto vivo,
Vivo morto se nem em casa nessa
Vivo, mas onde tudo acha por bem
Passar por passar, estando eu noutra
Parte, na porta que me resta galgar
Como um muro, pra murar em volta
Dos meus passos por andar...
Joel Matos (11/2015
http://joel-matos.blogspot.com
Meus esquecimentos, rabiscos e silêncios, as impressões digitais da minha sombra inventam caminhos surdos, sob os que jazem mil espinhos, descarnados restos do que não disse, epitáfios de pássaros à voar, musas do esquecimento que negam os silêncios, as músicas, traindo as palavras e seu destino sob a pele da água
vivem cegos os batimentos, tropeçando com os não
silêncios, após os lábios escondidos, de Sereias sem asas a nadar sobre o vento, no Suspiro dos olhos musicais, mas não ouço, ouço apenas o tic tac do relógio, a unica testemunha do suicídio de um impossível que uma vez acreditou ser dona das minhas lágrimas, fugitivo cristal do meu nome que faz calar meus silêncios, brotam gritos proferidos por minha alma desenhado no eco de um sentimento, com sabor a funeral de espelhos, de papel pensado para ser memória e não versos nem silêncios, não quero vestir luto
as minhas memórias, mas evitar não posso, pois se vêem os sulcos que indeléveis deixou pedaços de tristezas, gotas de prata salgada no meu sorriso, o mar fechado nas conchas e a voz dos meus sapatos, A noite rouba silêncios, mas também pegadas, ondas e sonhos, Quero fugir em uma nuvem, em um veleiro até amanhã e morrer no azul, trair o luto, ultima peça deste Jogo de mentiras, de memórias esquecidas, rabiscos e silêncios.
