Eu ainda tenho Tempo pra Sonhar
Espiral
O que ser, quando descobrir na vastidão de diversas dimensões, que as estrelas correram atrás de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelações espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando descobrir que o universo descansa em ti e as auroras colorem tua alma e mandam cartas em espiral, e um ser recebe cata-ventos no fim do começo, o azul é o início de infinitos tons, tentado acertar o amor que as estrelas costumavam a dançar. Então eu surgi no tempo, e o universo é uma xícara de café, praticamente composta com a mesma posição relativa na esfera celeste, com uns meteoritos doces dando a impressão de cair e as nebulosas pro que eu esqueci, quando vi o universo através de ti. E o que já era tempo? Eu me perdi, no espaço-tempo em ti.
O que ser, quando se perde no espaço das estrelas e das galáxias...
O que ser, quando se perde na sucessão dos anos, dos dias, das horas [...] das estações...
Em ti.
"Amor é sonho. Para alguns uma realidade utópica, que o vento pode levar. Só que do peito não pode se distanciar, pois sonhos não morrem jamais.
O amor as vezes o vento, o tempo leva, e o mesmo vento, volta e trás, lembranças de um querer que um dia se perdeu lá atrás... "
Mudanças
De um bem querer
Não restou somente
Dor e sofrer.
Ficaram lembranças
Sonhos, encantos
De doces momentos
Mas que, com o tempo,
Sofreram mudanças.
Mexeu com a cabeça
Ajudou com a bagunça
Que já se firmara
Nos dois corações.
O tempo é que firma
Afirma ou confirma
Se tanta emoção
É ou não
Pura ilusão.
Cabe ao tempo levar meus erros, cabe a mim se arrepender deles. Mas nunca me arrependerei de ter te conhecido
"O tempo não sara, apenas desvia a dor e a esconde no fundo da gaveta até acalmar a mente". Luiza Gosuen
Através das fendas do tempo, espreito curiosa o cosmo em pleno processo de expansão. Na vã tentativa de perscrutar o futuro vejo apenas ciprestes milenares abarrotados de corvos sonâmbulos disputando espaço com outras sombras taciturnas.
O tempo.
O que ele é?
De onde ele vem?
Para onde ele vai?
Todo mundo se pergunta, reflete, entrete, se lembra e pensa... Pelo tempo que se foi... pelo tempo que está por vir. Por vezes o medo de perdê-lo nos atrasa, por vezes, o medo nos arrasa, tornando- nos capazes de carregar tanto...
O tempo é figura de linguagem... por vezes é azul, se torna obscuro, por vezes frio, nublado e cinzento. Por vezes está estrelado, porém sentimos que alguma coisa falta... ah, é mesmo, o tempo....
Será que vai chover?
Hoje está calor demais!
E mais tempo para o tempo... para o tempo..... Ainda assim... diz coisa alguma... Pois se dissesse, isso seria espetacular! Mas tempo não fala, tempo apenas cala e acomoda.
Depois disso tudo o que eu disse?
Coisa alguma, afinal tempo está... e está diferente agora.... e mais agora... Porém, em meio a o que eu não sei... e talvez nunca possa conseguir saber... o meu tempo está .... Todo tempo é tempo! e enquanto há tempo, vivamos. Se ouro é ouro, chamo-o de ouro, se é prata, chamo de prata e se cobre... provavelmente é só um fio desencapado, cubro também para não levar choque!
Nosso tempo.... somos nós, portanto não ato, não desato... Mas se algum tempo tiver tempo, ah!
o meu tempo será mais lento.
Já se perguntou o porquê de você arrumar tempo pra tudo, menos pra quem gosta de você e precisa de um tempo a sós com você?
Der mais tempo pra você e para quem realmente gosta de estar com você. Não perca tempo, valorize seu tempo e gaste com quem nunca perde tempo quando está com você.
#FICAADICA#
"Gaste seu tempo com que o valoriza na sua presença e morre de saudades na sua ausência."
Lenilson Xavier
O passado, quando muito, é apenas uma referência.
Mas a verdade é que ele deve ser tomado
apenas como algo que não existe mais.
O presente, por sua vez,
dura menos que um instante.
Desapareceu no mesmo momento em que começou.
Já o futuro o que é?
Ainda não é.
E quando for, já não será mais.
O tempo é uma grande ilusão...
Sentimentos
O dia seria esse número de horas sem mais nada,
Caso da trêmula esperança fosse fato, vazio.
Que culpa tenho eu em ver cores ao vento?
Sentimentos...
Nada me comporia sem toques cheios de luz
Nem sobraria pedaço feliz, nalgum sorriso sequer,
Se eu não expurgasse a bruta realidade.
Que procuras errantes, livre farsante corre gente,
Onde pousa em gaiolas do destino, morte quente.
Não sabe das horas fazer, de tempo senão morrer.
No chão endurecido que amoleço ao viver...
Meus sonhos!
Sem contar do tempo que se foi, nem do que se vem,
Quantos de mim decidem então renascer?
