Ética
"ÉTICA. SÃO SEUS ATOS PRATICADOS DIANTE DE OUTREM, CARÁTER. SÃO AQUELES PRATICADOS EM SUA INTIMIDADE"
Quando a família cumpre seu papel de transmitir valores éticos e morais aos filhos, as salas de aula complementam esses ensinamentos, preparando os jovens com princípios de justiça, igualdade, respeito e responsabilidade, valores essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.
Existe uma grande inversão conceitual na sociedade pós-moderna no que tange a ética e a moral. Exemplificando: A probidade deveria ser uma regra social, mas hoje é tida como uma exceção. Precisamos urgentemente rever nossos conceitos e valores.
"A limpeza não faz parte da moral e da ética de um porco, um porco disciplinado mantém o chiqueiro sujo."
As pessoas nos pedem à respeitar seu momento, mas, quando chegam a nossa vez: não tem respeito, ética e moral.
Uma base como princípio para a melhor consciência de ética universal é um beabá de assimilação não fácil: “Não fazer com os outros o que não gostaríamos que fizessem conosco”.
A Família e a Ética do Pensamento no subconsciente do Autoconhecimento.
A família é o primeiro cenário onde o ser humano ensaia sua ética interior. É ali, nos vínculos diários, que a alma aprende o exercício da tolerância, a pedagogia do afeto e o difícil aprendizado do silêncio diante da ofensa. A convivência familiar, muitas vezes árdua e desafiadora, revela o que ainda não sabemos sobre nós mesmos: as sombras que negamos, os limites que disfarçamos e os sentimentos que, em outras circunstâncias, permaneceriam adormecidos.
A ética do pensamento, nesse contexto, ultrapassa o mero domínio do comportamento externo. Ela exige vigilância íntima sobre o que se pensa, sente e projeta. Cada ideia é uma semente moral; cada emoção, um gesto silencioso que estrutura ou corrompe a harmonia do lar. Quando uma ofensa nos é dirigida, ela só ganha poder se for acolhida. Recusar a injúria, portanto, é um ato de sabedoria espiritual e de autodomínio psicológico é a consciência que prefere a serenidade à reação, o entendimento à disputa.
O autoconhecimento não é, assim, um luxo filosófico, mas uma urgência ética. Ser profundamente perseguidor dos sentimentos humanos é investigar a origem de nossas dores, reconhecer as intenções disfarçadas de bondade, compreender as raízes do medo e do orgulho. Tal busca, quando autêntica, nos torna menos juízes e mais companheiros; menos prontos a corrigir o outro e mais disponíveis a compreender-lhe o caminho.
Na atualidade em que a pressa e a fragmentação emocional dominam os lares torna-se indispensável o retorno à escuta sensível, ao diálogo sem violência, à observação dos próprios impulsos. Somente assim a família se converte em um santuário de crescimento mútuo, e não em um campo de reações automáticas.
O verdadeiro autoconhecimento é uma ética do coração: saber pensar com bondade e sentir com lucidez. E toda vez que recusamos a ofensa, optando pela compreensão, estamos, em silêncio, educando o mundo a partir do nosso lar.
Sobre dois códigos importantes,
Os de barras,
uso para pagar minhas contas.
O de ética,
usamos pra cuidar da própria vida.
"É inestimável a importância na obtenção do preparo descritível dos padrões morais e éticos de uma etnia, no entanto, não se deve abolir o douto nato que flui livremente no ego coercível de entes meramente sociais."
