Estranho
É estranho escrever coisas que nem mesmo nós vimos ou entendemos,mas que por um minuto nos passou pela cabeça,como tudo poderia ser diferente um dia ..
E meu coração disparou! Fazia tanto tempo que agente não se falava e confesso que você ainda mexe comigo, é estranho, mas é como se o sentimento tivesse adormecido e de repente acordasse.”
'' Evite brigar com um desconhecido e muito menos aflijas com palavras um estranho; pois mentalmente o psicopata é mais fraco do que uma formiga, e sua debilidade acenderá a ira que não dominará o ódio no dia da vingança.''
Às vezes eu me sinto estranho comigo mesmo, de estar sozinho, porque eu vejo o quanto a minha alma transborda coisas, e pensamentos, e sensações, e percepções do momento, que eu imagino que são além do normal. Mas, ao mesmo tempo, estar sozinho com essas coisas transbordando é bom, porque se as coisas transbordam, eu posso pegar nelas. Como tá transbordando essas coisas, eu consigo ver e pegar, e analisar e fazer alguma coisa com aquilo ali. Eu consigo pegar, analisar, e olhar e refletir.
Descobri que vivo em um tempo estranho e confuso. Quanto mais tento ajudar as pessoas mais elas tentam se aproveitar de mim.
FORA DE SÉRIE
Existem muitas coisas estranhas
É preciso um impulso na pista
Pra saber se o voo deslancha
Um rio infestado de piranhas
Vai corroendo sonhos da lista
Rastros do estrago ficam em mancha
Saber levar as coisas na manha
Sem a culpa de um egoísta
Bem escolher a onda e a prancha!
Não tem maior decepção do que ser intitulado de normal, num mundo onde é comum buscarem a unificação mútua por apenas querer seguir um padrão artificial e falso, ser estranho não é ruim, é um privilégio.
O mundo, que hoje está tão estranho com a tecnologia, a ponto de duvidar da própria imagem até no espelho.
É estranho e totalmente inconcebível a ideia de um ser humano exaltar e apregoar uma falsa doutrina, sabendo que a minoria verdadeira acaba com as suas alusões e ilusões, matando tudo à luz das Escrituras.
Você é uma caixa de surpresa! Não importa o que faço, fiz ou irei fazer... Sua reação sempre será fascínio!
Distopia.
Desajeitado, andei, falei,
pensei.
O estranho é mais poético,
cada ato é verso,
já fui poesia.
Ambição de poeta é se tornar anônimo.
Ser, e só.
Improvável, o singular não cabe
no anonimato.
Para enquadrar-me,
travesti-me de multidão.
De poesia virei prosa, prosaico.
Descomprometi-me com a rima e seu desfecho,
conotação limitou-se a denotação,
o lirismo acabou com a chegada da distopia.
Matei o poeta, limitando-o.
E de mar, virei arroio.
Já fui verbo encarnado,
hoje sou texto inconcluso.
A cada atualização do meu "software", a minha consciência, a coisa toda fica mais estranha para os outros e caseira para mim, confortável.
