Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Estava vivo, e agora encontra-se morto; falava-me, o seu espírito prestava atenção ao que eu lhe dizia, mas hoje já nada disso existe: resta apenas aquele túmulo - mas repousa ele nesse túmulo, tão frio como a própria sepultura? Erra a sua alma em redor desse monumento? Quando eu penso nele é a sua alma que vem assolar a minha memória? O hábito traz-nos de novo, contudo, ao nível do homem comum.
Quando o seu rasto se tiver apagado - não há dúvidas de que ele morreu! - então a coisa deixará de nos incomodar.
(...)
Eles passam metade da sua vida a analisar, uma a uma, as mais pequenas coisas, a verificar tudo o que já se sabe; e a outra metade, passam-na a colocar os fundamentos de um edifício que nunca chega a levantar-se...
Hoje, cedinho, cedinho, sem quê nem pra quê, do nada – estava até assistindo TV –, tal qual Vinícius, me peguei pensando na vida! Meu íntimo estava perguntando a si próprio o que ele queria da vida:
- O que você quer da vida?
Assustei-me. Não porque me bateu a dúvida que por vezes bate nas cabeças de todas as pessoas – creio. Mas porque ela foi intrigantemente insistente. Para esta dúvida tinha que haver uma resposta!
E sem medo de me maltratar, continuei a me inquirir:
- O que você quer, procura, espera... Anseia da vida?
Dei um tempo na TV, peguei o notebook e comecei a tentar argumentar comigo mesmo que resposta daria a esta inusitada e inesperada sensação de estar faltando algo. Sabe Chico?... Faltando um pedaço!
Na boa, pensei, repensei, cheguei ao lugar comum do “quero ser feliz, quero ter saúde, quero ter paz”, e ultrapassei... E não parei. Não estacionei em nenhuma dessas obviedades, nisto que todos querem – ora, tudo que é obvio demais não traz em si a força suficiente do convencimento, do “Eureka”, do bater do martelo de que, finalmente, descobrira a resposta para o motivo da inquietude. No caso, sobre o que eu quero da vida.
Insisti um pouco mais nas minhas elucubrações e cheguei a uma resposta um pouco mais convincente, pelo menos por agora:
- O que quero da vida é vivê-la! Disse em voz alta, quase em sobressalto.
- Quero viver a vida! Repeti em pensamento, quase tranquilo.
Vivê-la não apenas enquanto ser biológico. Aquilo de nascer, crescer, multiplicar e morrer. Não apenas respirar, comer, beber, etc. etc. etc. Eu quero, apenas, viver a vida – ingenuamente assim.
Viver a vida em todas as suas dicotomias – em cada uma delas. Vida e Morte. Alegria e Tristeza. Riso e Choro. Paz e Guerra. Saúde e Doença. Riqueza e Pobreza. Amor e Desamor. Amar e Ser Amado. Vício e Virtude. Crença e Descrença. Ouvir e Falar, e por aí vai.
Quero manter uma relação dialética com cada uma delas – também não quero conflitar com elas. Fugir de qualquer tipo de maniqueísmos. Dá as costas aos instintos passionais e viver os dois lados da moeda com serenidade. Sim, com serenidade pura e simplesmente por que ela – a vida – é simples assim. Ela simplesmente é!
Estava precisando conviver com você novamente,não porque não aproveitei o suficiente,mas porque foi tão bom que se acontecesse de novo com os mesmos erros e defeitos....Seria maravilhoso!!
Estava apaixonada, em êxtase, pensando no meu futuro ao seu lado, pensando e sonhando com o nosso relacionamento, e hoje estamos aqui, vivendo estes sonhos.
Sempre que olho para trás e vejo a nossa historia, nem imaginava que um dia poderia estar ao lado da pessoa que eu sonhava muito antes de poder sonhar.
Enquanto o seu lado racional pedia mais tempo o seu coração estava apressado, o tempo que passava ao seu lado parecia um sonho e como todo sonho por mais agradável que fosse, chega ao fim, decidiu eternizar os momentos ao seu lado.
É tão difícil pra mim me ver novamente confusa em algo que jurei ser passado, estava tudo bem; mas foi só tocar a nossa musica que eu senti uma lagrima fria e gelada escorrer no meu rosto.
Depois disso, apenas vi em pensamentos todos os momentos bons que passamos; era só eu e você; não existia ninguém; não imaginava que tudo iria acabar tão rápido.
E foi questão de pouco tempo pro meu medo, se tornar realidade; presenciei o meu pior pesadelo; e foi assim que vi você partindo sem poder falar nada.
Não posso dizer que fiz de tudo pra você ficar comigo; pois não é verdade. Faltou o principal; eu só precisava olhar nos seus olhos e dizer tudo o que eu sentia; mas parece que eu tive medo de dizer uma verdade.
E hoje; tantas coisas passam pela minha cabeça; será que se eu tivesse dito tudo não seria diferente? Ou será que eu disse no silencio de um olhar e você não percebeu?
Talvez fosse isso que realmente aconteceu; mas era difícil entender; era como os mistérios do céu.
Quando estou assim
Prefiro não te ver
Pois que outrora chegava
Sei que agora estava
Tentando descrever o amanhã
Como fui te perder?
Como fui deixar chegar a esse ponto?
Não estava em mim
Não podia reagir
Não queria te perder
Uma tristeza me tomava
Chances desperdiçadas
Amor descontinuado
Vontade de viver e te amar
Um amor recíproco
Um amor puro
Um amor lindo
"Estava no parque a meditar...
Debaixo de uma árvore, sentado estava...
Deixando meus pensamentos passar...
Uma deliciosa brisa veio me refrescar...
Fechei os olhos e respirei fundo para assim aproveitar...
Sentir toda a sua leveza e me energizar...
Por ali passavam algumas pessoas
que acharam engraçado o meu estar...
Preocupados em comentar a minha vida,
deixaram a brisa deles passar...
Quase tarde
Em uma estrada da vida.
Em uma esquina perdida.
La estava você.
Seu semblante risonho.
Para mim mais que sonho.
Realidade sem fim.
Me aproximo contente
Você toda carente
Se apossa de mim.
Segue o rumo a esmo
Só ela e eu mesmo.
Pra essa loucura fazer.
São momentos marcantes
De pequenos instantes
Que não se esquem jamais.
Do correr pelo campo
Derrepente um espanto.
E eu morro de rir.
Te aconchego nos braços
Perco a hora e o espaço
E nem quero saber.
E o fogo ainda arde
Era um Quase tarde.
Que pagamos pra ver.
Floresta de Farsas
A última vez que eu a vi, ela estava escondida por atrás daquela
Cortinas de setin branco do seu quarto, ela estava chorando.
A última vez que você chorou, era possível olhar
Por aquela janela suja, frascos para quardar as lágrimas
Contidas, no criado mudo havia um bilhete sobre a última vez
Que te vi chorar.
Era um dia frio e chuvoso, em que o vi
Repousando sobre um pátio vazio e molhado
No palco de grandes tristezas lembra o drama
Daquela noite silenciosa.
Estou com saudades do verão
Porque ele aquece o meu coração, frio e quebrado
Faço as minhas orações, porque estou em uma floresta de farsas
Seguro o meu ar para não ser percebido entre a escuridão.
“Mas eles não resistiram todos sufocaram e isto não é justo”
Não podemos nos punir de forma tão súbito o nosso amor
Porque não aquentaram por muito tempo
Desculpe-me por tudo que causaste com todas minhas inseguranças ameaçadoras.
E nas madrugadas que eu estava tentando te esquecer, eu me perguntava onde tinha se escondido o sol.
Estava estupidamente alterado cantando de galo, catando seus grilos de meia idade, colhendo os seus gritos de profusão. Pensando... Aonde tinha deixado os seus bordões e as suas facetas. As suas barganhas e as suas gargalhadas cuspidas. Pensando no que se transformou. Estava parado com o seu relógio de pulso de meio século passado, exorcizado pelo tanto de merdas, ironizado pela sua falsidade verdadeira de se furar e golfar sangue em sua nova ferida de uma carne mal passada. Destruindo e matando qualquer coisa, qualquer coisa que pairasse em seu alterado canto de galo.
Eu me lembro de nós dois naquela praia, naquela noite. O mar parecia nos admirar e a lua estava onde deveria estar. A brisa estava fresca e o teu perfume com o meu se misturavam sem querer. Sua mão quente segurava a minha, e davamos passo a passo como se nada mais importasse. Era o nosso tempo. Era eu e você. Nós dois e nada mais. De repente você me abraça com teu corpo quente e nossos pés pegam o ritmo das ondas, o mundo parou para nos assistir. A lua nos admirou e deu foco ao nosso amor.
"Ali parecia que tudo estava tão calmo,
estendeu seu sorriso sobre o campo,
e colheu girassóis no olhar despejado
carregado de belezas floridas,os pés suavizaram
a areia fina do tempo,e sobre os ombros largos
o sol veio pousar,Ali era seu mundo,
onde com sua alma a minh'alma veio morar..."
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