Estav Contando as Estrelas no Ceu
CANTINHO DO CÉU
Estou vindo de lá
Tudo é simples, é beleza
Não quero me gabar
Mas lá é pura natureza.
Tem belas noites de lua
Um céu azul que espelha
Lá não tem luzes nem rua
Mas tem a luz das estrelas.
Lá no inverno faz frio
Primavera, outono e verão
A água cristalina no rio
Lá não existe poluição.
Lá tem em abundância
Ar puro, verde e flor
Brincadeiras de criança
Lá tem paz, alegria e amor.
Lá é vida, é meu canto
Lá é tudo muito natural
Lá é todo o meu encanto
O meu querido berço Natal.
Lá é sonho e sorriso
A neblina é um véu
Lá é o meu paraíso
Meu Cantinho do Céu.
Todo mundo tem uma estrelinha lá no céu,que brilha toda vez que és lembrada.
Uma pessoa querida, especial que foi embora de repente sem um beijo ou tchau.
Deixando apenas a lembrança do último abraço que vc deu sem saber que era o último.
Outono no cerrado
Cerrado. Ao horizonte escancarado. Escancaro o olhar
Sob o céu acinzentado, admirado chão de cascalho calçado
O vento rodopiando, a poeira empoeirando a anuviar
O minguado frio sequioso outono dos planos do cerrado
As folhas bailam, rodam, caiem em seu leito ressequido
A chuva se esconde, onde o céu não pode chegar
Os sulcados arranham e ondulam o ar emurchecido
Do desconforto calado entre os cipós e galhos a uivar
Olho o céu purpúreo desenhar o frio chegando ao porto
Os arbustos rodeados de cascalhos num único flanco
Rangendo o outono no amarelado e árido cerrado torto
Num verdadeiro espetáculo de pluralidade saltimbanco
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28/04/2016, 14'25" – cerrado goiano
Hoje eu tô triste...
Feito dia nublado... céu sem cor...
Feito chuva fina no telhado...
Feito paixão sem amor...
talvez, o segredo para sair dessa seja, deitar-me ao chão observar o céu à noite e ficar lá até que não haja mais nenhuma estrela
SUBLIME AZUL
Recebo do amor o azul que me negou a paixão
Por isso eu vivo no céu com meus pés no chão.
Grito silencioso
Ama, mas ama em silêncio.
Não grites vossa felicidade
A céu aberto. Nem todo
Mundo nessa cidade
Comemora vossa felicidade.
Nem todo o mundo
Quer te ver bem no fundo.
Há por aí coração alheio que
Te quer ver bem, mas
Também há por aí coração
Maldoso e invejoso.
Leandro M. Cortes
Enquanto eu poder , eu vou-te agarrar com todas as minhas forças e mostrar-te o quanto é lindo o céu , e esse brilho que irás ver , será do tamanho da tua conquista !
O céu e o inferno moram e dividem o aluguel da mesma casa. Temos a porta e a chave para despejar um ou deixar que os dois fiquem.
Um linguajar popular
Meu Deus do céu, como as coisas estão difíceis, casais separando a todo momento, filhos batendo nos pais que lamento, a porcaria da droga em toda esquina, a ação do tempo, a mudança de clima, como essa politicagem aborrece, tanto canalha e nossa nação padece, ora João, o povo não pode reclamar de tanta estripulia da sociedade, pois no berço da intimidade individual, está o conceito fatal, a truculência e insensibilidade, ignorância perante verdades, um povo que descarta lixo na rua, não tem pudor e a integridade nua, que revela a inexistência da capacidade de reverter a situação, o lar sem estrutura, e a essa altura todos reclamam e cobram de Deus, maravilhoso que pela honra e glória do seu nome, não permite que a esperança some, e em meio de caos, miséria e muita dor, se compadece com misericórdia, se excedendo ao amor, é verdade Joana, que nosso povo que clama possa saciar os balaios vazios, nesse febre social que dá calafrios, aqui e lá, entenda a poesia buscando a verdade num linguajar popular.
Giovane Silva Santos
O som leve do trovão, o céu nublado, talvez a chuva venha. Se assim for, você ficará comigo?
O som leve do trovão. Mesmo que a chuva não venha, ficarei aqui, junto de você.
