Estamos Felizes
A vida nos ensina, de maneiras silenciosas e profundas, o valor do agora. Quando estamos diante da fragilidade da existência, tudo que parecia urgente se dissolve, e o peso da iminente despedida começa a pesar sobre o coração.
A dor que nos acompanha no silêncio das noites, quando os dias já não parecem ter o mesmo brilho, nos revela que não controlamos o tempo, mas apenas o vivemos. E, quanto mais aprendemos a aceitar a fugacidade de tudo, mais sentimos o vazio que a ausência deixa.
As grandes palavras perdem sua força, e é nos pequenos gestos que o amor se revela – um abraço apertado, um olhar que já diz tudo, um toque que se torna a nossa única segurança. Porque, no fim, é isso que permanece: a saudade que nasce antes mesmo da partida, o medo de esquecer o som da voz, o calor da presença.
A finitude nos ensina a durabilidade das lembranças, aquelas que ficam impregnadas na alma, mesmo quando os corpos já não estão mais aqui. E, no entanto, mesmo quando já sabemos o que virá, o coração se recusa a se despedir.
Amar é eterno, mas o que amamos vai embora. E a dor não está no fim, mas no intervalo silencioso que fica entre as partidas e as memórias.
Somos espíritos de luz
De amor
Estamos aqui
Para expressar
O que temos de melhor
Em Nossa essência
Viemos para amar
Ser amado
E semear esse amor!...
Vamos aproveitar esse presente
O nosso presente
Todos os dias
Amando sem maldade
Com lealdade
Com dignidade
Sinceridade
Sem devassidão...
Vamos nos entregar
De corpo e alma
Para aquele espirito
Que em nós
A chama acendeu
E assim
Caminhando com retidão
Amor no coração
Sermos leais
Compartilhando todos os momentos
Ajudando um aos outros
Nessa evolução...
Se deixe envolver
Por esse sentimento de amor
Luz
Cores
Paixão
Que Deus germinou em nosso ser
E essa é a nossa missão
Amar ao próximo
Aos semelhantes
E aos nossos companheiros
Companheiras
De viagens
Com muita gratidão.
Respeite sempre
Seja leal e verdadeiro
Para não viver na escuridão...
Seja feliz meu irmão
Sempre feliz, minha irmã
E viva com muito amor!...
Paz no coração❤️🇧🇷🇵🇹
O Fim do Ocidente
Estamos entrando em uma era pós-liberal. Entretanto, essa era pós-liberal não coincide de forma alguma com asexpectativas do marxismo comunista. Em primeiro lugar, o movimento socialista em escala global entrou em colapso, e seus postos avançados – a União Soviética (URSS) e a China – abandonaram as formas ortodoxas e adotaram omodelo liberalem maior ou menor grau. E, em segundo lugar, a principal força motriz responsável pelo colapso do liberalismo foram os valores tradicionais e as identidades civilizacionais profundas.
A humanidade supera o liberalismo não por meio de uma fase socialista, materialista e tecnológica, mas por meio da reativação de estratos culturais que aModernidade ocidentalconsiderava superados, desaparecidos, abolidos, ou seja, mais por meio da Pré-modernidade, que afinal não foi destruída, do que por meio da Pós-modernidade, que é completamente derivada da Modernidade ocidental. OPós-liberalismoacaba sendo bem diferente do que o pensamento progressista de esquerda imaginava que fosse.
O Pós-liberalismo geralmente coloca entre parênteses a era dodomínio ocidental na Idade Moderna, considerando-a apenas um fenômeno temporário, um estágio em que não há nada de geral e universal. Uma determinada cultura, que se baseia na força bruta e no uso agressivo da tecnologia, alcançou por um certo período de tempo seu domínio em escala planetária, tentando tornar seus fundamentos, técnicas, métodos e objetivos universais. Assim começou a história doimpério mais bem-sucedidodo mundo. Porém, depois de mais de cinco séculos, a hegemonia do Ocidente chegou ao fim, e a humanidade voltou (apenas está voltando ainda) às condições que em geral caracterizavam a era que precedeu a brusca ascensão do Ocidente.
O liberalismo, por outro lado, se tornou historicamente a última forma deimperialismo planetáriodo Ocidente, absorvendo todos os princípios básicos da modernidade europeia e levando-os às suas últimas conclusões lógicas: política de gênero, woke (cultura), cancel culture (cultura do cancelamento), teorias raciais críticas, transgenerismo, quadrobics, pós-humanismo, pós-modernismo e "ontologia orientada a objetos". O fim do momento liberal é mais do que apenas o fim do momento liberal.É o fim do domínio exclusivo do Ocidente sobre a humanidade. É o fim do Ocidente.
Estamos assistindo diariamente pessoas inocentes executadas por autoridade que tem licença para matar e não acontece nada. Quando inquirido, alega que foi em legítima defesa.
Não importa o que eles falam ou como falam. O que importa é o que estamos vendo. O que está na nossa frente. Ignorando o ruído externo, focamos no que realmente importa: o agora e o que está à nossa frente. As palavras podem mudar, as ações podem variar, mas a nossa visão permanece constante. Avançamos, guiados pelo que vemos à nossa frente. E o que não vemos, seguimos guiados pela Fé!
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
A Maternidade Atípica nos desafia a sermos fortes mesmo quando estamos em pedaços por dentro,
Mas lembre-se: sua coragem é maior do que parece, e sua dedicação é o que transforma cada dia em amor e superação!
"Quando estamos prontos para abrir a porta e deixar o sol entrar pela janela, podemos perceber que já está na hora de voar em direção ao nosso caminho.
Com a fé que encontramos dentro de nós, podemos seguir em frente."
Estamos em uma nave estelar agora. Podemos ir para qualquer lugar que quisermos em toda a galáxia.
Sim, estamos aqui de passagem,
Para dar o melhor, liberar o que temos de bondade em nosso interior e para manifestar o que o nosso espírito se comprometeu em fazer aqui:
Evoluir com amor, beleza e gratidão
E muita paz no ❤️🇵🇹🇧🇷
Quando dizemos coisas como "pessoas não mudam", estamos, na verdade, ignorando uma das verdades fundamentais do universo: mudança é a única constante. Para os cientistas, essa ideia de imutabilidade é quase absurda, pois tudo, desde a energia até a matéria, está em constante transformação — fundindo-se, crescendo, evoluindo e, eventualmente, desaparecendo.
O que realmente não é natural é nossa resistência à mudança. Insistimos em nos agarrar ao que já foi, às antigas versões de nós mesmos, às memórias que acumulamos, em vez de abraçar o novo.
O impacto que a mudança tem sobre nós depende de como a enxergamos. Ela pode parecer o fim, como uma morte, ou pode ser vista como uma nova oportunidade, uma segunda chance de viver. Quando soltamos o que nos prende, quando abandonamos nossas certezas, abrimos espaço para algo novo. E isso pode ser como uma descarga de adrenalina, como uma faísca que reacende a vida – uma chance de renascer, de começar de novo, a qualquer momento.
Abrace a mudança 🤞
Não deveríamos celebrar aniversário de falecimento, pois assim fazendo estamos envelhecendo nossos mortos na eternidade
Atualmente, a maior incoerência que percebo é que estamos na era da humanidade com mais acervo de informações, depoimentos, estudos científicos, comprovações referentes a espiritualidade e pessoas que mudaram a humanidade com simples fato de serem caridosas e cada dia vemos as pessoas seguindo caminho opostos, se tornando frias e egocêntricas.
Isso só demonstra que ter conhecimento de nada adianta se em teu coração e teu espírito não estiverem dispostos a seguir o caminho que claramente é o correto.
“Amar o próximo como a ti mesmo”.
Bailar entre os destroços
Somos feitos de pedaços,
e não há como negar.
Estamos neste espaço belo,
cheios de pessoas raras,
mas o mundo? O mundo está em ruínas.
Seja aqui, na Palestina,
ou na solidão das nossas almas,
o peso é difícil de carregar.
A arte não ergue paredes,
não reconstrói cidades,
mas ergue o instante.
E isso já basta.
Estamos aqui
para encontrar um compasso
no caos,
para dançar entre os destroços
sem sufocar na poeira.
Cada qual com suas mãos.
O médico luta contra o tempo,
o professor contra a ignorância,
e nós? Nós salvamos o instante,
um respiro,
um sorriso,
uma fagulha que brilha
na escuridão de alguém.
E isso, meu amigo,
já é o bastante.
Gino Pedro
Amor de novo
Sinto falta de falar contigo
Estamos tão longe um do outro
O tempo é o nosso maior inimigo
Não nos proporciona conforto
Vou acabar perdido
Ferido, ou talvez morto
Sem qualquer pulso sentido
Sem poder chorar no teu ombro
Lembra-me de um amor tão lindo
Não me faças esquecer o quão bonito poderia ter sido o nosso encontro
Lembra-me de um amor que prometia ser infinito
Faz-me esquecer um amor que deu o seu último sopro
Como podes dizer que eu não era teu amigo
Fui eu que sempre te salvou do perigo
Quando caíste fui eu que te tirei do fundo do poço
Só por isso eu mereço ser o homem dos teus sonhos
Vou acabar perdido
Ferido, ou talvez morto
Sem qualquer pulso sentido
Sem poder chorar no teu ombro
Lembra-me de um amor tão lindo
Não me faças esquecer o quão bonito poderia ter sido o nosso encontro
Lembra-me de um amor que prometia ser infinito
Faz-me esquecer um amor que deu o seu último sopro
Só te peço um sorriso
Nada mais no teu rosto
Só mesmo tudo o que é preciso
Para voltarmos ao que era suposto
O amor nos deixou um aviso
Devemos trata-lo com gosto
Que o amor seja bem vindo
E recebido com um abraço saudoso
Vou acabar perdido
Ferido, ou talvez morto
Sem qualquer pulso sentido
Sem poder chorar no teu ombro
Lembra-me de um amor tão lindo
Não me faças esquecer o quão bonito poderia ter sido o nosso encontro
Lembra-me de um amor que prometia ser infinito
Faz-me esquecer um amor que deu o seu último sopro
O peso da beleza
Estamos numa época em que a mídia, com seus comerciais brilhantes e filtros irreais, tenta nos convencer de que só as pessoas magras são bonitas. As telas, sejam grandes ou pequenas, criam um padrão tão estreito que muitos de nós tentam se espremer nele, sufocando as singularidades que nos tornam únicos.
É irônico pensar que, enquanto o mundo se orgulha de sua diversidade, ainda cultuamos uma única ideia de corpo ideal. Revistas estampam capas com frases motivacionais, mas, nas entrelinhas, dizem: “Não é suficiente ser você. Seja assim, como eles.” E, assim, somos levados a acreditar que nossa felicidade está a duas dietas ou a um personal trainer de distância.
Mas o que a mídia não mostra é o peso invisível que essas mensagens carregam. É o peso da insegurança, da comparação, do ódio ao próprio reflexo no espelho. É o peso de achar que não somos dignos de amor, sucesso ou aceitação porque não nos encaixamos em um molde fabricado.
A beleza, em sua essência, nunca foi sobre números na balança ou medidas corporais. Está no sorriso que surge ao encontrar um amigo, na risada que ecoa sem vergonha, no abraço que aconchega. Está na alma que acolhe e nos olhos que enxergam além da superfície.
É triste que ainda sejamos prisioneiros dessa narrativa, mas também é inspirador ver que há resistência. Cada vez mais pessoas se levantam para dizer: “Eu sou bonito(a), exatamente como sou.” Porque, no fundo, a verdadeira revolução começa quando nos olhamos no espelho e escolhemos amar quem vemos.
Talvez a mídia ainda não tenha entendido, mas a beleza nunca foi — e nunca será — algo que possa ser definido ou vendido. Ela é plural, única e, acima de tudo, genuína.
Que possamos lembrar disso quando a próxima propaganda tentar nos convencer do contrário.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Te amo, cara. Vc ficou pra estória em minha vida. Estamos juntos. Tudo que eu faço, eu lembro vc, meu parceiro. Descansa em paz 🕊️ 💔💔💔💔😭😭😭😭😭
Internet
Infelizmente estamos vivendo,
Um momento de deterioração intelectual...
A força da palavra, da interpretação se perdendo,
Em ambiente supérfluo, medíocre e superficial...
A cultura e o talento verdadeiro desaparecendo,
A arte e o artista sendo artificialmente fabricado...
As pessoas mentalmente aos montes adoecendo,
Com diagnóstico e motivo conhecido e já revelado...
A culpa, o vírus, como todos sabemos,
Tem nome, endereço, perfil e identificação...
Está nas telas que vemos e todos temos,
Supostamente, com intuito de informação e diversão...
Muitos não sentem como são manipulados,
Não querem analisar, testar ou saber...
Acham o máximo usar e serem usados,
Nesse jogo de domínio, interesses e poder...
O vírus se chama algoritmo, criado e moldado,
Uma verdadeira entidade obsessora digital...
Em busca de nem sempre bom resultado,
Ele induz sobre o que é bom ou o que é mal...
Essa cruel e opressora influência,
Decide para você o que é certo ou ideal...
Trazendo verdadeira afluência,
De conteúdos maliciosos, com força descomunal...
Temos que urgentemente nos reeducar,
Voltar a pesquisar, observar, decifrar e ler...
Informações instantâneas podem sim ajudar,
Mas só saber interpretar, nos permite de fato entender...
Em tempos de relações momentâneas,
De fatos, momentos, análises e fotos superficiais...
Rezo e me esforço, para que de forma clara e espontânea,
Possamos valorizar de fato, o que realmente vale mais
E aqui estamos, mais uma vez, despertos para semear e também colher. A vida é assim: nossas ações são como plantações, e a colheita dependerá do que semeamos. Pense nisso, não tem erro!
(Jorge Tolim)
Quando perdoamos, estamos nos libertando das emoções negativas e destrutivas e, através dele, encontramos o caminho da paz, do amor e da alegria que nasce dessa capacidade fundamentada na misericórdia que vem de Deus.
