Estamos Felizes
Estamos em um mundo que reina o parasitismo, que as pessoas aparecem nas telas e dizem "eu não sou rascista" e toda gente crê nisso até estar de frente com as acções desumanas das mesmas, infelizmente a fala não justifica a acção.
In, Machado pesado
Hoje estamos sós em uma autópsia do épico sentimento, romperam-se os diálogos, silencia, não atua, as flores estão no jarro, e, jura.".
A vida é uma jornada cheia de altos e baixos, e muitas vezes nos pegamos pensando se estamos no caminho certo. Mas mesmo quando as coisas parecem confusas, é importante lembrar que cada experiência que atravessamos nos ajuda a crescer e nos tornar quem somos. Às vezes, a estrada pode ser difícil e desafiadora, mas é precisamente nessas ocasiões que descobrimos nossa força interior e nossa capacidade de superação. Então, em vez de se preocupar com o destino final, aproveite cada momento e aprenda com cada passo da jornada.
Estamos numa jornada rumo ao fim e podemos crer que seja uma volta para casa, por isso não faz sentido destruir, ferir ou odiar, quando se pode criar, curar e amar.
A gente erra quando exige do outro aquilo que não estamos entregando. A gente erra quando julga o comportamento alheio que não é da nossa conta. A gente erra quando acha que só porque confiamos em um podemos falar da vida de dois ou três... Erra em dar palpites e opiniões que não foram solicitadas, erra por não aceitar que os outros também erram e crucificar o erro dos outros, achando que só os nossos erros merecem perdão. Erra quando não enxerga que errou...
E erra por permanecer errando, por trocar de lugar com quem já errou conosco e por não entender o quanto faz parte da vida errar. Que os nossos erros e o dos outros façam parte dos aprendizados na vida!
Deus é tao bom que nos ama do jeito que estamos, mas ele nos ama tanto, a ponto de não aceitar que a gente permaneça como chegamos!
Será que a liberdade é um conceito absoluto, ou estamos sempre limitados por condicionamentos sociais, biológicos e emocionais?
Estamos sendo atolados e administrados por uma avalanche de incompetentes , e pior no pé da montanha existe um bando de idiotas vibrando e gritando sem perceber o perigo que está pra chegar e acabar com tudo.
Hoje estamos na cômoda posição de julgar o passado com os olhos do presente.
Não nos esqueçamos, porém, que no futuro seremos julgados.
Quando colocamos nossa esperança em um ídolo, estamos dizendo a nós mesmos: "Se eu tivesse aquilo, tudo seria perfeito; só assim minha vida teria valor'. Ora, se alguma coisa é nossa 'salvação", temos de tê-la, portanto ela se torna inegociável. Se as circunstâncias ameaçam tirá-la de nós, ficamos paralisados por um medo incontrolável; se algo ou alguém a tira de nós, ardemos de ódio e lutamos contra a sensação de desespero.
“Estamos somente no início de uma era completamente perdida.
Onde a minoria tem mais moral que a maioria, o funcionário tem mais poder que o patrão, um adolescente que diz não se identificar é mais respeitado que um idoso.
Vivemos uma era onde os pais não podem mais escolher como educar seus filhos, a TV deixou de ser construtiva dando espaço somente para tragédias e assim prender as pessoas com medo em suas frágeis fortalezas.
Onde as leis feitas pelo homem são rasgadas por meninos mimados pelo sistema para supostamente manter a ordem.
Homens com medo de se aproximar das mulheres com receio de serem mal-compreendidos e processados. Pessoas por serem mais conhecidas tendo mais credibilidade que as estudadas. Amigos tendo que tomar cuidado com as brincadeiras entre eles para não serem taxados pelos guardiões da moral.
Estamos construindo pessoas fracas mental e moralmente.
Mas há uma notícia boa no meio disso tudo. O mundo é para os fortes, e independente do tempo que dure, naturalmente isso não se sustenta e uma hora cai por terra.
Só torça para que seja o mais rápido possível.”
Menos eloquência nas palavras falsas e mais ação concreta.
Estamos ao largo, estamos à espera de um vento promissor, estamos com os remos recolhidos, jogados ao sabor dos ventos erráticos e das correntes que mal sabemos para onde nos levam.
O que falta mais acontecer para o barco tomar rumo certo e procurar águas calmas?
Ter o discernimento para tomarmos a consciência que quem escolhe o caminho é quem tem o timão em suas mãos. Será a falta de capacidade ou coragem de definir para onde este barco vai.? Ou falta atitude para não tornarmos apenas passageiros ao sabor de quem direciona o caminho.
Triste realidade de quem não tem discernimento e pouco pensamento cognitivo, ou seja, processo mental de percepção (poucos tem), memória (falta a muitos), juízo (em falta), raciocínio (poucos usam), e por muito menos estamos sem direção.
A omissão de muitos que nada veem (ou fingem) é que permitem que poucos, muitos poucos tentem direcionar ao caminho certo. O barco não precisa de falantes, e nem palavras falsas lançadas ao vento, mas sim de marinheiros que façam acontecer o trabalho real. Menos eloquência nas palavras e mais ação concreta.
Então, o que falta...? Coragem, determinação, vergonha...? ou a falta de tudo que é certo desacreditado por um descuido de todos. O silêncio de quem não quer envolver é que é mais preocupante. Quando os bons se calam e consentem, o mal se instala. A isenção nos remete sobre quando Pilatos lavou suas mãos sobre a situação de Jesus, fora a escolha de Barrabás pelo próprio povo. Será que não estamos repetindo tudo de novo, ou é uma mera coincidência.
Se estamos nesse mundo por nós mesmos! Se não é para ser luz, se não for para o amor ao próximo! Se não é para ser sal da terra! De que aproveitaremos? Da nossa própria vaidade? Do egoísmo? Da falta de amor próprio? Pois se não ama seu irmão, amas a que? Se o amor que podemos dar ao outro, é o nosso amor próprio? A vida se torna vã e vazia...
seu olhar me mostra o quanto estamos distantes. seu toque deixa mas perto e seu beijo me faz sentir mais vivo.
