Esquecido
Tenho um pedaço esquecido
Um pedaço que não cicatriza
Parte adormecido
Parte sucumbido de tristeza e sofrimento
Pedaço que não esqueço e a sufoco
Com as drogas da vida!
J. Guilherme
Você é uma nova pessoa no presente.
Com base em um passado velho.
Almejando um futuro esquecido.
Junte isso, e veja sua História.
Estranho e Sombrio -
Talvez houvesse um amor
esquecido no coração
mas só havia dor
e gritos de solidão.
É tão negro o que pressinto
quando passo àquela rua
que ao sentir o que não sinto
sei que a dor não é só tua.
E se uma lágrima caida
trouxesse luz ao teu olhar
faria desta vida
um lamento ao passar.
Mas levo o corpo fechado
o teu retrato na mão
e num gesto calado
um punhal no coração.
Bandeira
O patriotismo e civilidade arraigado pelo amor e a disciplina, outrora esquecido pelos filhos varonis, vêm se mostrando agora de forma simbólica através do manto verde e amarelo como ambíguo partido de um só lado. E todos que amam o Brasil sabem que o manto é verde, amarelo, azul e branco Tem sua origem. Não seja obtuso nem cego, a origem diz de onde somos!
Esquece o que tem de ser esquecido.
Perdoa o que tem de ser perdoado.
E segue embora de coração cansado,
mas em paz!
☆Haredita Angel
Meus medos jamais serão esquecidos, pois esquecer e ser esquecido por entre os esquecidos é deixar de valorizar a simplicidade;
DUAS VEZES TRAIÇÃO
Você chegou em um momento
em que meu coração estava
abandonado e esquecido
por alguém que só quiz me
usar e nunca me amar.
Agora ergo minha cabeça
e estendo minhas mãos
em com um leve sorriso
você me acolhe e com um
toque suave de corpo a corpo
que me aquece e me envolve
com o calor do teu abraço.
Logo perco a noção de tudo,
recomponho me em silêncio
que explicitamente clama o seu protestar.
Será você o meu amar?
Será você o meu viver?
Ou será você o meu outro jeito de sofrer?
Meu caminho não é seguir o teu caminho
é tentar encontrar forças e apagar
o que já foi percorrido até o momento
que tu me abandonastes.
Sendo assim te perdoo e te deixo viver,
mas antes que me arrependa te castigo
com o sofrer.
Solteiro: solitário e completamente esquecido.
Namorando: lembrado, se torna interessante pra alguém, pessoas aparecem até do além.
Vai entender?!
Os tropeços da vida são necessários para um retorno reflexivo de um passado já vivenciado, esquecido no consumismo exacerbado, necessário para termos certeza que pedras, são apenas pedras, nada mais que obstáculos desviáveis!
Corpo despedaçado, atirado ao mar,
de um náufrago perdido no tempo,
tantas vezes esquecido, como uma melodia
cantada e entoada de um trovador,
peregrino num deserto de uma selva cidadina.
onde ninguém se conhece..... ou tem medo de ser conhecido...!!!
Se tens o passado por lembrança, não o uses por esperança;
o passado é um motim calado, esquecido,
enterrado pela misericórdia das ações já vividas.
Daquele poleiro enferrujado, a tradição ecoava os ecos de um tempo esquecido, suas penas tremulando ao ritmo do vento seco, como se ultrapassasse minha história, como se em cada frio errante guardasse um segredo enterrado sob as rachaduras deste suor que respira fadiga.
Meus irmãos, herdados da espera, seguram o ar como se pudessem abraçar a ausência e dar-lhe uma forma de esperança. E, no entanto, em meio à pausa, o sorriso persistia, forte como o sol que nunca desiste.
Porque às vezes a dor tem cores vivas, e a memória se refugia nos sons da pluma envelhecida, como se o papagaio e o eu, das almas partidas, fosse o mesmo reflexo de um mundo que insiste em cantar, mesmo de luto.
Eu me perdoo por ter me esquecido de mim, tentando ser tudo para os outros. Eu me perdoo por cada vez que aceitei migalhas achando que era amor. Eu me perdoo por não ir embora quando meu coração já implorava silêncio. Eu me perdoo pelas vezes que me sufoquei para caber no espaço de quem nunca soube me acolher. E hoje, eu me escolho. Não por orgulho, mas por amor. Porque aprendi da forma mais dolorosa que quem se abandona tentando ser inteiro para os outros, se perde. Eu me perdoo. E nesse perdão, eu me reencontro.
Morrer não é nada, ficar esquecido que é pior do que morrer, a morte não temos controle ela é inevitável, mas o esquecimento ou na lembrança nós temos controle o nosso esquecimento a nossa lembrança será lembrada da maneira que tratamos a vida da maneira que vivemos da maneira como utilizamos o nosso tempo da maneira que olhamos para a eternidade
Silente
A fala é tempestade e o escutar, um jardim esquecido — onde floresce a ausência do sentido.
