Esperança e Felicidade
Lembra com saudades gostosas, e no coração vai sentindo como se um pião estivesse a rodar, girando, girando e girando em torno da sua vida. Saudade daquela manhã, quando o amor nasceu na gente. Daquela porção de filhos brincando em volta da gente. De ver, depois, os noetos, crecendo aos olhos da gente. Como andou depressa a vida, deixando pra trás a gente...
Sempre achei que uma palavra de elogio fizesse bem à saúde. Que pequenos gestos mudassem situações até então imutáveis. Que o julgamento alheio não é importante. Que devemos ser adolescentes a vida inteira e, o máximo que der, regredir até a infância com nossos filhos novamente. Que isso é a melhor maneira de renascer. Que amor não se cobra que não é cobre. Que amor não se pede que não é peça. Que amor se chama porque é chama. E que tudo que é muito diferente incomoda tudo que é muito igual.
Das conversas mantidas na redação... Não se trata de um resumo do que ali foi cogitado. Tomei parte em várias dessas conversas. Em alguns casos, concordei; em outros, discordei; por maioria de vezes, apenas ouvi. Depois, com calma, reflito, anoto no papel. De diferentes pessoas a conversas, cada um contribui com o que pode e cada qual aprende o que julga interessante. Há, obviamente, paralelismo de opiniões, discordâncias e, também, como disse, os que apenas ouvem para avaliar, depois, o que de útil extraíram ou fixaram. Em que pesem as diferenças econômicas, culturais ou estéticas, o que se pode afirmar é que, numa redação, todos se nivelam. Assim, seja visitando a redação ou indo trabalhar, governadores, desembargadores, médicos, bancários, jornalistas, escritores, independente da pauta que irá receber, você poderá cambiar amizades, trocar informações e avaliações, de modo que, em verdade, todos saem lucrando; uns, pelo prazer de ensinar ou atualizar seus brilhantes métodos jornalísticos, outros pelo gosto de aprender em escola gratuita e aberta. Estou sempre neste último grupo. Os mais velhos vão compreendendo novos hábitos, dando em troca a experiência de vida e de profissão que, certamente, sem ela nenhum jovem sairia do lugar. Conclui-se, pois, que não basta ler bons livros ou ouvir notáveis conferências, o importante, também, é conversar. Trocar ideias, transmitir, assimilar e, mais importante ainda, passar para o papel e mostrar as outras pessoas seus conceitos, suas colocações e críticas, , ou seja, o jeito que cada um tem de interpretar a época em que vivemos. Isto sem timidez ou modéstia exagerada. Mas, também, sem postura de doutrinar. Ninguém mais tem paciência com isso ou gente assim. É, de se lembrar, sobretudo, que não há sábio que não tenha algo a aprender e que. em contrapartida, ninguém é tão ignorante que não tenha qualquer coisa interessante para mostrar, contar e transmitir. A assimilação e a reflexão sobre as experiências da vida, por vezes, independem do grau de cultura de que as pratica. Como conversamos sobre política, fisiologismo, segurança, música, religião, artes, situações cômicas, anedotas, dieta, saúde, doenças, vida conjugal, traição, felicidade, enfim, como trocamos ideias sobre o cotidiano, segundo a interpretação que cada um dá ou expõe, qualquer coisa que se passa para o papel sobre esses assuntos tem validade no que tange ao objetivo visado pelo jornal. Sobre mim, sou aluno assíduo e, embora sem muita aplicação e nenhum prestígio, tento mostrar aos mestres de verdade que ali dão aula, que, pelo menos, sou atento. Como os jornalistas de de alma, Vivo sob efeito latente da perda. Qualquer matéria publicada é um morto vivendo em minha saudade. Ah, se eu fosse um cronista ou um poeta, e não um jornalista. Aí sim... as mais belas páginas de louvação ao que vai de encontro com tudo o que falo. Pretensiosamente, ombreei-me a eles no que tange a inspiração. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o nosso, para gente. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o meu, que está vencendo a morte. Daí, a cada dia, a tentativa de mostrar, em dizer poético, o que ainda sinto pela profissão. Mas, o que vale, ao fim de tudo, é aceitar a correção dos que sabem mais ou deles colher a concordância sempre benéfica, agradável e animadora.
Um Ano Novo terá mais força para trazer consigo as realizações que desejamos se utilizarmos de atitudes edificantes e aproveitarmos as oportunidades do agora.
Acostumar com o errado, nos incapacita de forma doente pelo erro e nos vitimiza como coitados. A esperança atrofia e nos distancia de qualquer possibilidade do acerto para vivermos um dia, pelas melhores mudanças felizes que merecemos naturalmente por vida.
Deus está presente no inicio, durante e no fim deste pensamento como é na vida. Não concebo racionalmente verdadeiro amor, esperança e felicidade plena nesta curta dimensão, sem fé e sem Deus.
"Às vezes, no clarão da madrugada vejo teu sorriso estampado, em cada nuvem, em cada estrela. Às vezes, é inevitável, não pensar em você eu confesso, que não dar pra viver assim tão longe de você".
Viver é uma dança, mesmo com um dos pés cortado, é sorrir, mesmo que falte um dente, é encontrar todo dia uma coisa bonita no meio da lama, no meio do caos...
Esse período deveria ser de alegria, festas, congratulações e solidariedade; algumas vezes me deixa decepcionado e chocado com tanta meninice no meio do povo de Deus.
Todo ano é a mesma ladainha, com discursões e postagens bobas, tolas, fúteis e sem embasamento histórico sobre se é pecado ou não comemorar o natal, se é ou não uma festa pagã.
Pelo amor de Deus gente! Será que estamos ficando burros ou paramos de lê a bíblia! Os magos comemoram (Mateus 2.11), os anjos e a milícia celestial comemoraram (Lucas 2.13), os pastores comemoraram (Lucas 2.20) e Simeão comemorou (Lucas 2.28-29); Ai vem outro diz: “Mas ninguém sabe a data exata que Jesus nasceu”, nem os magos sabiam, mas mesmo assim comemoraram fora de época e trouxeram presentes, mesmo não sendo o dia, pois quando os magos vão até Jesus, Ele já tinha por volta de um ano de idade (Mateus 2). Então, assim como os magos que comemoram fora de época, nos também podemos comemorar!!!
E quanto às fantasiosas histórias de origem pagã da arvore do papai Noel, das luzes etc... se você não tolera o paganismo e tudo que não tenha uma origem Judaico-cristã e quer continuar a ser um religioso imaturo raiz, então você vai ter que deixar de comer, vestir e usar muita coisa, por exemplo:
- Alianças de casamento, sua origem remonta ao antigo Egito;
- terno de origem francesa, do século XVIII, criado pelos alfaiates do Rei Luís XIV;
- A gravata tem um dos registros mais antigos dos egípcios, cujo amuleto chamado “Sangue de Isis” era feito de ouro ou cerâmica e tinha a forma de um cordão com nó, ele era colocado no pescoço das múmias e sua função era proteger dos perigos da eternidade;
- Os tradicionais bolos de aniversário surgiram na civilização grega, quando os adoradores da deusa da fertilidade, Ártemis, ofereciam para ela.
Eu oro para que a igreja amadureça e pare de dar ouvidos e importância a lendas, mitos, mentiras e teorias de conspirações.
Feliz Natal, Marcelo Rissma.
✨"Eu vivo apaixonada,
pela vida
que aqui pulsa e suspira,
ela me inspira
com tudo ao meu REDOR
sinto o AMOR ,
como o sol 🌞 da esperança
a me dizer baixinho
devagarinho
você alcança,
e a felicidade está ali na esquina
do paraíso que tu sonhas..."
✨
💫💚💫
Quando um poeta diz que te ama, é porque ama, mas não julgue ser paixão.
O coração de quem vive o amor como um sonho é um coração que carrega uma tristeza imensa,
transformando cada dia em uma eternidade de dor.
Acolhe para si sentimentos tão profundos e devastadores, que nenhum outro,
com tão pouca experiência no amor, jamais poderia expressar em palavras.
Não custa nada acreditar em dias melhores, em uma vida feliz, em amor correspondido e amizade sincera. Vivo num conto de fadas onde eu construo meu mundo, meus dias e amores. Para mim tudo sempre dará certo. Já me queixei muito da vida, mas cá entre nós o passaporte para a felicidade será sempre fechar os olhos, respirar fundo, contar até três, saltar e acreditar que tudo passa e que dias melhores virão se você assim desejar, é claro!
Eu sempre acredito, sempre mesmo!
Quando Encontramos...
Quando encontramos um grande amor, a nossa alma rejuvenesce,
Esta pessoa incrível carrega o que nos completa, ela faz as coisas acontecerem de um ângulo diferente em nossas vidas,
Um grande amor, muda o nosso comportamento, altera a nossa rotina e trás uma gostosa sensação de vitórias diárias em nossos dias,
Quando encontramos um grande amor, a esperança ganha cor, a alegria cola no coração, os sonhos despertam e o mundo a nossa volta ganha uma nova identidade, ele se torna "o mundo da felicidade".
Segure minha mão...
e voaremos tão rápido que luz nenhuma,
inventada pelo homem, poderá nos alcançar.
Amar a si de verdade é uma benção
por fazer sorrir contrariando as adversidades, por aquecer após a frieza alheia, desta forma, o sorriso acaba sendo muitas vezes um ato de coragem, uma clareira de esperança que ofusca a indiferença, nutrindo a própria felicidade, graças a Deus, um sinal de resiliência.
Portanto, ter amor próprio chegar a ser também um desafio nos momentos que é preciso travar um confronto com os próprios pensamentos danosos ou com a impulsividade do coração, um caminho árduo que se faz necessário, mas que, sem Deus, não haverá superação.
Por fim, existe a necessidade de se atentar para que o amor por si mesmo não seja transformado em arrogância, fazendo esquecer a importância do Senhor, menosprezar os outros, pois trata-se de ser alguém grato, que reconhece também o próprio valor
para não se sabotar, tendo um viver amargor por não poder se amar.
