Espaço
O Horto Botânico
O poeta de olhar dormente
O orgasmagórico desce do espaço
Enquanto, poeta,
Vai pela rua
Obcecado
Observando a vida
Que
Ainda pulsa
Sou um Ser de outro mundo
Porque estou sempre com os pensamentos no espaço sideral, colhendo os brilhos das estrelas para iluminar os vossos corações deixâ_,los cintilantes e brilhantes
Para que vocês sintam o próprio
Ser se expandir
Dentro de nós
Felicidades
Paz no coração,
A justiça é um pequeno objeto no espaço preenchido de arrogância e medo, enquanto houver na humanidade o desejo de sobrepor os demais a justiça jamais será justa.
No meio de um silêncio!
Como um grito
de socorro
no vácuo do espaço, como um buraco negro que desconhecemos
e todos temem
Uma parte de nossas vidas
Não existe mais
Um luto de duas partes Uma única dor sentida por duas pessoas
Uma história que chega ao fim
Mas somos obrigados Continuar pela vida, Pelos que amamos
E ter a chance de fazer
Uma nova história
Onde o silêncio será preenchido por Amor!
E no lugar de gritos de socorro
Não ouvido Tomará lugar de longas gargalhadas
Ouvidas pelos quatro cantos do mundo
Não sinta saudades Sinta Amor!
A liberdade não é apenas um conceito;
é um espaço que deve ser vivido,
e em Moçambique, ainda estamos a lutar por ela, nas ruas, nos bairros e nos silêncios das casas.
Mas quantos ainda terão de perder a voz
para que a justiça nos alcance? Quantos pescoços serão de ser apertados para que a Justiça nos alcance? E quantas velas serão de ser apagadas para que a justiça nos alcance?
“A zona do “morno” é o espaço onde a alma adormece, onde a chama da autenticidade se apaga. A escolha pela autenticidade é o despertar da vida que clama por ser vivida em toda a sua intensidade.”
A existência humana é absurda, mas, na visão de Sartre, isso abre espaço para a criação de um mundo novo.
A Síndrome de Bomhouse pode transformar a casa em um espaço de conforto, mas também em uma prisão social, dificultando a formação de laços reais.
Moabe Teles
Expectativas, meu amor, nascem no espaço das palavras que jamais ousamos dizer; elas se escondem nos gestos que faltaram e nas histórias que ficaram sem pontuação. São sonhos que o coração escreve, mas que nunca foram lidos pelo outro. Entre o frio do cérebro e o calor do coração, reside o silêncio, onde mora a esperança de que alguém saiba, sem nunca termos contado.
Como pode uma pequena estrela
Quebrar a escuridão do espaço
Me faz ver de outra maneira
As loucuras que eu faço
Se o leão fosse sempre fosse bonzinho, morreria de fome, viraria caça e perderia seu espaço na selva. Seja bom de coração, mas entenda que na luta dá sobrevivência, o bonzinho sempre se dá mal .
Saudade é sentir o vazio no espaço onde você costumava estar. É lembrar dos sorrisos, das conversas que pareciam nunca ter fim, do jeito único que você tinha de me fazer sentir em casa. É cada detalhe teu que ficou na memória e agora aparece em momentos soltos, inesperados, mas intensos. Saudade é esse sentimento de querer de volta o que era tão natural com você, como se sua presença fosse parte de mim.
Geometria do Amor
Te encontrei como ponto no espaço,
um vértice perdido, num leve compasso.
Na linha invisível que a mente traçou,
meu eixo se alinha onde o teu começou.
Plano de projeção onde a alma revela,
a profundidade oculta, a imagem mais bela.
Somos retas que buscam se unir,
no espaço do afeto, tentando existir.
Teus ângulos, perfeitos, delineiam o traço,
e eu sou a curva que encontra o abraço.
Nos planos cruzados, no eixo a girar,
somos formas complexas que tentam se encaixar.
Tua presença, ponto de fuga no olhar,
me puxa em projeção, me faz deslizar.
Desenhamos um mundo que ainda não vimos,
em linhas e curvas, onde juntos existimos.
O silêncio do eu te amo
Há um vazio onde o "eu te amo" morava,
um espaço suspenso, entre um ontem próximo
e um hoje de silêncio, onde as palavras
se desvaneceram como névoa ao sol.
Era uma certeza, doce e frequente,
o som que se repetia em cada manhã,
em cada despedida breve, cada retorno.
Agora é uma ausência, fria, que ecoa.
Às vezes parece que ainda vou ouvir,
como quem espera uma onda que nunca chega,
mas o tempo insiste em seu modo firme
de calar o que antes fluía livre e leve.
No começo, dói fundo e inesperado,
como se o peito se apertasse ao lembrar,
o que antes era simples só um "eu te amo",
agora é uma falta que grita no silêncio.
Mas a realidade se acomoda, lenta e dura,
onde antes havia promessas, constância,
agora há espaço e um eco de saudade,
um aprendizado em caminhar sem palavras.
E seguimos, na vida que insiste em calar
tantos "eu te amo" que julgávamos eternos,
aceitando o silêncio como parte de nós,
um espaço vazio, sem eco, sem voz.
"O silêncio que segue a partida de alguém não é vazio, mas sim o espaço onde o amor e as memórias se transformam em estrelas, iluminando o caminho para o futuro, mesmo quando a escuridão parece total."
Refletir sobre isso pode nos lembrar de que, mesmo após uma perda ou separação, o amor e as experiências compartilhadas continuam a nos inspirar e guiar.
Quando acolhemos a diversidade, estamos construindo um mundo onde todos têm espaço para brilhar e serem respeitados!
Há reflexo
por toda
parte,
não se pode
evitar.
A luzbusca
o seu espaço
e por entre atalhos
se mostra —
se faz lembrar.
A natureza
e o artificial —
ocupando
cada um
o seu espaço e,
se observamos
a partir da nossa
melhor ótica,
conseguimos
até encontrar beleza
no que pode
ser o início,
ou meio —
ou o que se aproxima
para o total caos.
Cabe,
a cada um encontrar
a melhor forma
de sobrevivera tudo —
e harmonizar.
Bom dia!
A vida tem um pulsar
incrível, quando encontra
o espaço adequado...
São muitos os caminhos, é necessário saber escolher...
Feliz semana!
