Escritor
ESCRITORES DA VIDA
Escritores também sofrem ou você pensa que escrever é algo insignificante? Escritores conseguem pautar sentimentos e como um fotógrafo registram momentos. Escritores perdem o sono no meio da noite ou quando querem escrever, param para anotar tudo antes de esquecer. Escritores são observadores, pois precisam ser detalhistas ao escrever. Sempre admirei os escritores por viverem no anonimato. Não os conhecemos pessoalmente, mas eles estão por trás da falas - na novela, no cinema e no teatro – das músicas, dos poemas ou poesias, da História e estórias, dos contos, dos livros e literaturas. São pessoas comuns mas com um talento admirável pois dão vida a outros personagens que marcam vidas desconhecidas. Escritores são geniais, mesmo no anonimato são reais. Para eles não há hora para escrever, são espontâneos. Basta-lhes uma caneta e um papel, um bloco de notas no celular ou computador para criar uma frase ou elaborar um texto, uma música. Escritores nem sempre escreve bem, mas o que se escreve faz bem. Escrever é um alívio no momento da dor ou uma maneira de compartilhar alegrias, conhecimento. Escrever é uma terapia. Todo escritor deve ter um diário, mesmo que não se escreva todo dia há sempre o que escrever sobre cada dia. Eu amo escrever e parabenizo a todos os demais escritores. Há uma frase que diz “somos autores de nossa própria história” quer dizer que cada um é capaz de escrever. Escreva sobre tudo, relate suas frustrações, suas lutas e vitórias e saberás que tantas outras pessoas se identificam e o entende mesmo sem saber escrever.
Cinza
Edson Cerqueira Felix
23/02/2019 17:54
Querida, eu olho para o céu que está nublado
Quem me déra que você fosse um raio
De sol no meu coração
Ou que trovejasse sobre mim
O meu espelho quebrou
E agora?
Eu estou em pedaços
Espalhados pelo chão
E não há uma esperança
De você pra mim
Mas em algum lugar do cosmos
Há um alguém pra me livrar
Eu vi isso num sonho
Alguém que me ensina
Uma nova forma de amar
Com tantos delírios
Que me fazem
Só me fazem
SONHAR
O ALIENADO
O alienado se sente como um estranho, pois, submetido ao produto de sua própria criação, esquece da verdadeira importância do seu EU criador.
Toda vez que o ser humano se esquece de sua existência e do seu verdadeiro interior e passa agir de maneira despersonalizada, deixando de ser ele mesmo para ser tão somente o que os outros gostariam que ele fosse, está caracterizado o fenômeno da alienação.
O ser humano alienado vive do culto idolátrico a outras pessoas, um artista de TV, um jogador de futebol ou qualquer outra pessoa famosa, ou ainda na supervalorização de objetos materiais, dinheiro, condicionado a obedecer fatores exteriores a si próprio.
O ser humano alienado é aquele que perdeu a sua individualidade e mergulhou num mundo onde todas as suas atitudes são dirigidas segundo consenso da maioria. Sem nunca perguntar o porquê das determinações que lhe são impostas, obedecendo-as sempre, apenas com desejo de obter a aprovação dos demais. O ser alienado destrói a sua capacidade criadora e se acomoda a utilizar os mais diversos produtos, como, modas e objetos, já criados por outros, ou por influência de algum artista do momento.
A liberdade de decidir e optar, de ser diferente e pioneiro não existe no ser alienado. Ele quer apenas se sentir seguro, pensando e agindo como os outros. Ele deseja ficar preso a influencia de alguém, ele tem medo da liberdade, e preguiça de pensar, em ser diferente.
O ser alienado, por exemplo, não reflete sobre suas atitudes. Ele tanto pode aplaudir uma norma inclinando-se para um fanatismo, como discordar com tendências igualmente fanáticas. Ele, portanto, não é capaz de adotar uma visão critica moderadora.
O alienado ou permanece num passado que já não se enquadra a nova realidade ou sonha com mudanças futuras impraticáveis. O que ele nunca faz é olhar o presente com seus próprios olhos.
Ao contrario do alienado, o ser humano consciente de sua existência reflete sobre o sentido de sua existência, obedece às determinações gerais, mas sempre procura aprimorá-las.
Vanderlei Muniz
Soube que Sois poeta.
Escrevo poemas.
Não sei como se é poeta.
Li alguns. Agradam-me.
Alteza, não sei que dizer.
Apreciai o banquete.
Sois tão bem vindo aqui como o anjo Gabriel.
Alguns acham que devíamos ir para o paraíso em colchões de pena e taças da realeza cheias de vinho.
Mas não é assim.
Excelentes notícias!
Temos de comemorar!
O POETA E O VERBO AMAR...
O amor que a poesia ilustra
O poeta é o figurante do verbo amar
Um dia foi bater à porta do céu
Conversar com Criador
Por favor, Senhor
Tire a venda dos olhos de gente feia
Com aparência de bonita
Abra a porta da felicidade, retirando as lágrimas dos olhos de quem grita
São pequenos sussurros que ecoam do outro lado do mundo
Sente a palidez dos rostos desfigurados
Seria este o amor que o poeta escreve?
Ou a perda de um amado
Fugitivo que se esconde num recanto feito um pássaro alado...
O poeta vislumbra o belo
O amado, o esfomeado, o desesperado, o alucinado...
Sem esquecer que há o luar, sem amar
Há vida, sem sentido
Há repouso, sem sono
Uma lição que vem dos firmamentos...
Em forma de bênção ou de assossego...
O poeta conjuga o verbo amar
Em que ama o abstrato
Sem toques e mágicas
Vem d’alma este Amor
Nas entrelinhas que escreve.
Sente que há amor em cada linha escrita
Um amor perfumado
Que exala entre seus dedos e da própria vida
Este é dom mais sublime que há
Amar, amando o Amor que há de ser eterno...
Nas linhas que o lápis dança a valsa do escritor...
Conjuntado o verbo em busca do Amor...
Reconstruí meu mundo,
Mudei nele cada segundo,
E como um beija-flor,
Voando de flor em flor,
Conheci o verdadeiro amor.
Uma rainha que era espia, e amante apaixonada que enfeitiçava com os seus olhos verdes um poeta lendário e romancista apaixonante e aventureiro
Inês temia na sua presença o famoso Rei Afonso IV.
Quando ouvia o galope dos cavalos do Rei e implorava de joelhos olhando para os sete anéis de Afonso IV.
Inês simplesmente seria protagonista da maior história de amor de Portugal. Imortalizada nos espantosos túmulos de Alcobaça, contada em quadros, lendas e livros.
Entre Portugal e Castela, entre intrigas, traições e casamentos reais.
Uma história de paixões, aventuras, loucuras e conquistas que ficou para sempre gravada em pedra.
Os historiadores dirão que é uma história fascinante e complexa de contar e escrever sobre uma lenda que cresce dia após dia sobre um escritor romancista.
Sua alteza fascinada dizia ao poeta, simplesmente fascinante, és um poeta que pensa e age como um rei que se tornou uma lenda. Se o Nostradamus, Da vinci e sherlock holmes fossem vivos deliriavam e batiam palmas.
E quando jogavam Xadrez os dois, O rei dizia como vês, um Rei deve ver sempre os aspetos positivos de qualquer situação e vencer. E o poeta dizia prefiro perder o jogo contra si alteza do que perder a cabeça e rir-mos e beber vinho.
Apreciai o banquete.
Eu como poeta, não nos resumo a apenas um termo, pois somos maiores do que pensamos. Temos o poder nas mãos de transformar a dor, a angústia, o amor, em textos carregados de sentimentos verdadeiros e intensos. É um diário aberto, em que temos a coragem e ousadia de demonstrar nossa alma, nossos erros, pois somos seres falhos, que reconhecemos nossas fraquezas e mostramos ao mundo como ela age dentro do nosso interior.
AMOR DE INFÂNCIA
No dia em que eu partir
Quero deixar de lembrança
Uma simples recordacao
Do nosso amor de infância
Nosso amor de pequeno
Nosso amor de estudante
Tudo foi como um sonho
E passou-se num instante
Eu sei que para você
Isso pertence ao passado
Mas sempre no meu futuro
Esse amor será lembrado
Edvaldo José / Mensagens & Poesias
Eu acesso gpt com frequência. E daí?
Eu não tenho capacidade suficiente de ler, responder e explicar tanta coisa besta.
É sobre isso! 😂
Sempre há um verso
que apesar de inquieto,
que não quer sair.
Parece que se sente
como a saudade no meu peito
que só não vai embora
porque não sabe para onde ir.
Queria que fosse possível
a leitura desse momento,
em que testo a eficácia
do meu poder de convencimento:
"Venha verso, não tenha medo,
eu também sei o que é não estar pronto
e ter que partir assim mesmo"
Cada termino para um intenso
parece um inferno
o infeliz se sente a beira
de um colapso psíquico
assistindo o confronto
entre os eus eu do passado e do futuro
um que continua cego
por não entender nada
e o outro, desolado,
porque já sabe o motivo de tudo.
Ah, não. Não gosto de te olhar
e não é por não me agradar.
É por causa das sensações esquisitas.
O meu olho se arregala,
as mãos trêmulas
que não sabem onde param,
o corpo inteiro se atrapalha
numa engraçada sucessão de falhas.
Você desencadeia em mim
coisas nunca faladas,
que até então,
eu pensava que não existiam.
Da última vez esqueci o jeito de abrir a boca,
mas se abrisse, nenhuma palavra adiantaria.
Como se para explicar o desconforto que você me causa
eu devesse inventar uma outra língua.
Não sou advogado mas livre as mentes presas na ignorância
Não sou médico mas curo a dor do analfabetismo!
Não sou engenheiro, mas ajudo a construir mundos
Quem sou eu?
Sou escritor!
O poeta é inventor
Um poema é ilusão
Expressão de sentimento
Mera imaginação
Distante da realidade
Pura criatividade
Ninguém fala em verso, não
Eu escrevo pra esquecer,
E a vida ignorar,
Só de ilusão viver,
O real esfumaçar!
Num mundo de ficção,
Eu vivo dizendo não
Ao mal pra não se chegar!
Becco do Cotovelo Silenciou!
Cala-te Becco por um instante, sem murmúrio e sem lamento, mesmo por um tempo, mas, já tornarás o que é e sempre serás.
Meu coração bate forte por tua vivacidade...
Fosforesce a lua sobre as águas certas do amor, amizade e da pureza.
Andam dias, semanas, anos iguais a perseguir-se até que dois corações unificados num só.
Às vezes uma vela. Altas, altas, estrelas pelas galáxias e do universo.
Ou a cruz do amor de um barco.
Só.
Às vezes amanheço, e minha alma está úmida de excitação e amor e alegria e aventura.
Estou a admirar te ainda entre estas frias e calorosas planícies e montanhas de vila franca de xira e de Portugal.
Já me creio esquecido como estas âncoras e te pego e abraço e beijo te.
A lua faz girar sua arruela de sonho até os grilos e corujas cantam de alegria só de te ver todos os dias e noites.
Olham-me com os teus olhos as estrelas maiores.
- Relacionados
- Poemas e poesias do escritor Elias José
