Escrevo e parece que não Leio
Era desta vez!
Era o meu olhar,
Era o seu olhar
Eram nossos olhares.
Será que escrevo com quem me deito?
Ou
Será que me deito com ''Olhares''...
Eram nossos corpos entrelaçados entre nossos ''Olhares''
Era minhas mãos deslizando pelo seu corpo, e meus olhares
perdidamente em seus ''Olhares''.
Os teus olhares me diz: Vem cá
Os meus diz: Agora.
E agora?
Éramos nós.
Eu canto a vida em vários poemas, todos escrevo com inspiração. Vou além da minha imaginação, viajando em desconhecidos temas. Na existência vou desenhando emblemas, espalhando os meus versos pelo ar. No auge intenso do poetizar, reclamo a bela rima improvisada, aquecendo a vida, animando a jornada,
e, afogando a tristeza nas águas do mar.
O que eu escrevo será independentemente de quem tu es,se es Europeu,Americano,Asiático,Africano o que eu quero é que todos nós vivemos como irmãos nascido do mesmo ventre
O que escrevo não mente, cresce permanente,
Vem do que sinto e do eu sintonizo!
Ecos mentais, palavras pseudo-espirituais,
Tipo um rádio na busca dos mais diversos sinais,
Ritmos repassados por experiencias sentidas,
Questões entre o limite da morte e da vida.
escrevo sem sentido algum
não tem fundamento
é rebeldia pura com as palavras
e as leis ortográficas
digo que sou poeta
e ao mesmo tempo não
apenas rasgo o verbo
gritando o caos da minha mente.
escrevo um poema
como se fosse um enigma
vou decifrando palavra por palavra
até descobrir que tudo
é passado, acabou o momento
e não sobrou lembrança de nada
a vida passageira
e eu perdi o tempo
esperando você voltar.
todo dia escrevo poesia
para encontrar o sentido do meu viver
sem perceber
nessa imensidão
no percurso-perdição
busco harmonia
para abraçar a alegria.
Derramo nos meus versos
Meus devaneios,
Escrevo sem sentido
O que sinto é a dor da solidão
O vazio que cresce
O silêncio que alimenta
Abraço tudo
Uma bagunça completa
Não consigo arrumar.
Eu sou isso descrito em poesia
Perdido em meio ao caos do viver.
Em cada verso
Que escrevo
Deixo um pouco de mim,
Quando eu partir
Não será o fim,
Ainda estarei aqui
Em poesia.
Escrevo de olhos vendados
Na imensidão do ser,
Mãos amarradas ao corpo
Vontades que ficam no caminho
Entre perdas e ganhos
Vou tecendo sonhos
Como se não houvesse amanhã.
Escrevo todo dia
Sem pensar no amanhã.
Escrevo todo dia
Sem lembrar do ontem.
Escrevo todo dia
No agora
Quando a vida acontece.
Escrevo por lazer
Com prazer.
Escrevo também, para sobreviver
Sem perecer
Nessa vida fútil
Assim me sinto útil.
Escrevo teu nome
E ele some
Na memória,
Foi criar história
Em outro lugar
Quis voar
E sentir a liberdade
De um amor de verdade.
Escrevo o que vem no pensamento
No sopro do vento, no melhor momento
Aliviando a mente de todo tormento
Escrevo para alegrar a alma triste
Que não desiste de sonhar, e persiste
Em querer te amar, toda noite te chamar
Vem me abraçar, nos meus braços se aninhar
Com carinho
Como um passarinho
Ter a liberdade de voar no céu
Que é o infinito amor.
Quando escrevo sobre algo, não escrevo como é, e sim como imagino.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Mesmo com pouco saber
Escrevo o que vem na mente
Pra eu então descrever
O que o poeta sente.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
18/11/2024
Diante de uma mesa papel e caneta
Escrevo o quanto a vida me pesa
Mas a caneta me pesa
Não paro porque não tenho nada no M-pesa
Vendo a minha arte que sai da mide para o mundo
É difícil provar ao mundo que não sou mudo
Quando ele finge ser surdo
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