Escrevo
Escrevo esse texto de utilidade pública para vocês homens que vivem se perguntando o que querem as mulheres; e para nós mulheres que estamos cansadas dos homens fazendo tudo errado; ou o que é pior: fazendo tudo certo da maneira errada e vice-versa. O que queremos nós mulheres? Essa pergunta é fácil, queremos beijos, abraços, carinhos, surpresas, respeito e compreensão. Não pedimos nada demais, nada que não possam nos dar. É simples, é só nos fazer rir, nos tratar bem, e já é início de caminho. É fácil, é só não nos tratar como se fossemos idiotas, ou uma mercadoria qualquer, e já é meio caminho andado. Nós mulheres queremos a linha tênue entre o romântico e o cafajeste. Você só precisa saber o que ser, e quando ser! Um homem romântico não é necessariamente aquele chiclete que liga a toda hora e não deixa a mulher respirar, que cobra carinho e atenção 24 horas por dia, que enche a companheira de apelidinhos fofos e fala eu te amo no primeiro mês de namoro. A gente quer um homem que nos leve para passear de mãos dadas, que demonstre carinho em um abraço, que nos apresente aos amigos e nos beije delicadamente em público; que saiba o que dizer e quando dizer! Homem galinha não é o mesmo que cafajeste, não se deixe enganar. Um homem cafajeste é aquele que tem pegada, mas que não sai pegando em tudo logo de cara. O cafajeste é sedutor, é cativante, é bem humorado, tem malícia no olhar, e sorri de um jeito que deixa qualquer mulher desconcertada, porém ele não sai atirando em todas as direções, ele é cafajeste apenas com a sua mulher e no momento certo. O cafajeste sabe o que fazer, o que dizer, e pra quem dizer, ao contrário do galinha que fala a mesma coisa para todas. A diferença entre os dois, é que o galinha tem várias mulheres, o cafajeste usa o seu charme apenas para sua própria mulher! Nós mulheres queremos nos sentir únicas, queremos ter certeza de que somos especiais, e que vocês só tem olhos para nós. É claro que a gente quer ouvir um ‘eu te amo’, mas só quando for verdadeiro. E se uma mulher lhe disser que te ama e você não estiver preparado para dizer o mesmo, não precisa soltar um monótono e falso ‘eu também’, não se sinta obrigado a corresponder algo que você ainda não sente, apenas sorria, e dê um beijo nela. Escuto tantas reclamações de amigos meus, falando que hoje em dia as mulheres só dão valor aos homens que não prestam, que não valorizamos mais o romantismo, e não é bem assim. Acontece, que vocês românticos tem a triste mania de fazer tudo certo da maneira errada, sempre tão certinhos e cheios de melações; já os galinhas tem o péssimo hábito de fazer tudo errado, da maneira certa, sobra testosterona da mesma forma que sobram mulheres atrás deles. Mulher não gosta de mimimi, mulher gosta de atitude, de beijo de tirar o fôlego, de homem que sabe ser homem, que nos pegue de jeito mas com todo o respeito. Por fim, o que toda mulher quer é isso: a malícia de um cafajeste antes e durante, e o carinho e o respeito do romântico depois.
Escrevo pela necessidade de escrever
Escrevo para me entender
Escrevo para não esmorecer
Escrevo para me salvar
Escreve para me doar
Escrevo por me amar
Escrevo,
escrevo,
escrevo...
Meio copo de vinho, alguns cliques. Escrevo, escrevo, escrevo... O vinho permanece intocado. Apenas um apelo poético, pois há tempos seu sabor não me apetece e embrulha-me do estômago a alma. Depois de muita reflexão aqui estou. Nada mais justo, uma vez que é este o ponto onde quero chegar. Nasci de uma constelação de ideias e me alimentei de cada vogal em sopas de letrinhas. Chorei versos mal feitos em minha adolescência e assim formei meu ser com páginas muitas vezes lidas. Em cada célula metabolizo verbos e meus neurônios transmitem poesia. Se respiro palavras, como poderia viver sem elas?
Mato e às vezes morro. Como uma fênix renasce das cinzas, surjo das sobras de borracha e pontas de lapiseira zero sete. Me reinvento das minhas derrotas e construo minha muralha cada vez mais forte com as bolas de papel rasurado. Em meu brasão gravei meu sonho, cada verso mal feito e texto bem escrito serão minhas flechas. Fincarei minha bandeira em cada conquista e não descansarei até a hora de minhas ultimas palavras chegar.
Porque so escrevo sofrer?
Porque so escrevo sofrer?
Porque não escrevo paixão?
Porque eu não falo de amor?
Porque sofre meu coração!
A minha vida é um erro sem fim,
É um poço de solidão,
Por isso não falo de amor.
Porque pra ele não há razão!
Não há razão pra sorrir,
Nem pra cantar o amor,
So vivo tão infeliz,
So posso escrever sobre a dor.
A dor que nunca deixei,
Nunca deixei de sentir!
Mas por um momento eu pensei,
Que realmente fosse feliz.
Escrevo-te esta carta......carta...
Escrita de lágrimas...lágrimas...
Derramadas em palavras de amor....
De dor...solidão......tantas vezes crueis...
Ternas ...meigas ...tão minhas.....
Pelos momentos de lutas...sofridas...
Pelos nossos momentos de céu...
Feitos de desejo....,carnais.....
Vividos intensamente....com toda força...
Do universo.... força tão nossa.......nossa...
Sim quero colocar em ti....toda esta.....
Minha poesia...
Escrita na pele do teu corpo.....e no meu..
Banhada nas águas que correm neste nosso rio....
Escritas e tatuadas na nossa pele....
Pelo nosso corpo todo.!!!
Hey!
escrevo pra dizer que te amo.
Saiba que estou disposto a aceitar as tuas imperfeições perfeitas.
Tu és o meu fim, o meu começo.
Irei até a ti quando não mais suportar esperar pelo teu regresso.
Não me esqueças-é tudo o que peço
Com um lápis escrevo meus sentimentos...
Com uma faca me corto pelos sentimentos que tenho...
Sentimentos nem sempre são bons, principalmente os meus;
morrer não adianta pois não quero morrer com lembranças de uma vida ruim...
Vou procurar um motivo para sorrir e dai poderei morrer...
Como uma lembrança boa esquecida no tempo...
Palavras machucam mais que cortes...
Escreva seus sentimentos e não se corte por eles!!
Um dia me zombaram na rua dizendo que eu escrevo coisas viajantes e que tudo que eu escrevia era ilusão. Respondi você nunca vai entender o que eu escrevo se não pode sentir o que eu sinto.
Perco-me no que escrevo,
nem sempre estou certa do que tenho que escrever,
como se algo me tomasse e assim saísse às coisas que mais tento omitir, não são todos que entendem o que digo e muito menos o que escrevo. Não tenho um rumo definido e não direciono as minhas palavras, elas veem naturalmente. Como chegam as quatro estações do ano. Como um vento sopra e de repente vem chuva. Surpreendo-me com o que leio, como se uma paz começasse a brandir no meu coração. Eu me perco nas estradas da vida, me acho nos meus próprios pensamentos. Eu vejo uma lagrima caindo, tento escrever algo que me reconforte. A cada vírgula que acrescento a cada palavra que escrevo me sinto liberta, como se nunca tivesse me prendido em um quarto escuro. Meu auxílio, minha paz, meu sorriso está nisso que faço. Sustento-me com cada palavra que escrevo me sinto cada vez mais completa a cada ponto final.
E é por isso que recorro para os papeis ao me sentir aprisionada, escrevo e exploro o mundo mais sensacional que pode existir a minha própria mente.
A FALSA MORAL
Escrevo esses versos tristes
Sobre essas linhas tortas
E vejo reinar a tristeza
Num mundo de alegrias mortas
Pessoas vivendo entre vermes
Rastejando de porta em porta
Possuem um mal de nome esperança
Que diz que a felicidade se foi
Mas que ela algum dia volta
Mas você não conhece esse mundo
Por isso é que não se importa
Seu falso otimismo me assusta
Mas não se compara a sua caridade hipócrita
Pois se tu doas a um mendigo
Um sapato sujo e costurado
É só porque não mais te serve
De tão velho e apertado
Porém te sentes um ser bondoso
E se diz até "aliviado"
Pensa ter feito uma boa ação
Mas só tirou o lixo do próprio quarto
Ainda fala que sempre ajuda pois não sabe o dia de amanhã
Sempre esperando um retorno
Essa é a falsa moral
A conciência individual
Que transforma toda bondade em afã
Pintei meus dias com a poesia
E senti um novo sabor
Escrevo versos com sentimento
Por falta de um grande amor
Escrevo para pessoas, de pessoas, de mim, histórias que já ouvi, que já vivi.
Escrevo para mim, para cicatrizar, para curar, para alegrar.
Escrevo o que minha alma não aguenta mais guardar.
Escrevo dramas, ficção, realidade e às vezes tudo isso se mistura com dose de humor.
Eu escrevo aquilo que não consigo mais falar. Escrevo aquilo que gostaria de viver, escrevo sonhos.
Eu também sonho.
Mas escrevo. Transcrevo.
E ainda assim, não parece ser o suficiente.
Mas escrevo sem cansar. Escrevo para eternizar.
Eu não escrevo para os outros, eu escrevo para mim, não quero ter uma obrigação com pessoas, se nem obrigação comigo mesmo tenho, quero escrever o que me dá vontade, de certa forma sou livre e pretendo ter minha liberdade sem ter obrigação com ninguém.
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