Escrever uma carta a uma Criança
Hoje quero escrever, quero deixar as letras poéticas,cair
no papel, e registrar todas as marcas e impressões da alma.
É bom ter a chance de poder recomeçar do zero, a zerar
toda má impressão, toda marca, que tão profundamente
deixou cicatriz na alma. A gente arquiva muito lixo, e lá
um dia se dá conta, que aquilo que você fazia conta, não conta
mais, não importanta mais, e você entra no quartinho escuro da alma, e começa e tirar, a jogar fora todo entulho, vai jogando
tirando maus momentos, linpando toda emoção cinza escura
que escurecia sua vizão e seu ser. E faz daquele quartinho
um ambiente agora limpo aromatizado e com conciência do
melhor pra você. E você olha e pensa, como me deixei levar
por sentimentos e pensamentos negativos, sem nexo, sem
serventia sabe, desilusão, depressão, nada de negativo vou
permitir jamais abitar meu ser. Bons ventos de harmônia sopra agora paira sobre mim, e vou vivendo construindo espaços
vazios, em espaços útil e belo pra mim permanecer.!!
...............................................MJCabrera.
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Sentimento ao Escrever
O que devo fazer com as pessoas que em minha vida passaram?
Das invitáveis marcas que querendo ou não elas deixaram?
Apenas restaram em meu pobre coração as lembranças que ficaram.
Hoje os meus sonhos não são mais os mesmos, viraram pesadelos,
Embargaram a minha voz e secaram a nascente da minha inspiração.
Será que ainda possa existir esperança neste velho coração?
Às vezes ao me deitar sinto saudades de algo que paira em minha mente,
Algo este que consegue impregnar e me fazer sentir diferente,
Tirando às vezes a minha esperança, a minha alegria e a magia,
Que tanto alimentei dentro do peito e hoje saiu sem se despedir,
Como se de uma forma cruel e desvairada pudesse me despir,
Usando todos os truques e o verdadeiro sabor da maldade,
Para que da alma pudesse retirar a minha liberdade,
Não deixando que eu embarcasse na canoa da felicidade,
Adormecendo-me de tanto sentir a tua grande saudade,
Ou será que ainda renascerão os sonhos cheios de esperança,
Que até hoje guardo no anonimato de minhas lembranças?
Não sei, ou será que ainda irei chorar de alegria?
Às vezes a dor que me consome no peito, de uma forma estranha,
De tanto lutar para não sufocar os meus desejos,
Com certeza fazem os meus olhos chorarem quando me acamo no leito,
Busco nas lembranças de uma mente um tanto cansada,
As grandes recordações dos mais belos vividos momentos,
Em que foi esquecido todo aquele meu puro encanto,
De querer teu seu corpo de prazer me enlouquecer,
Poder entregar todo o meu calor, na magia da sua sedução,
Entre quatro paredes toda a timidez poder esquecer,
e apenas querer ser o dono do seu lindo coração,
Não queira saber o que sinto quando escrevo uma poesia,
Com certeza sentiria momentos inexplicáveis em sua mente,
Me trás às vezes, angustia tristeza e muito sofrimento,
Buscando com dignidade, amor e muito carinho,
Na esperança de que um dia não estarei sozinho,
Mesmo sabendo que no meu caminho algo resiste,
Mas quem sabe um dia em seus braços jamais serei triste?
Poder sentir o cheiro de sua macia e perfumada pele,
Estar contigo desfrutando o mais lindo momento,
Em um belo carro, ou sobre uma moto de cara pra o vento?
Espero um dia a alegria impregnar o meu sentimento,
Levando-me a loucura de batidas poderem escutar,
Mas que sejam as do relógio na parede do seu quarto,
Ou daquele pendurado na sala de estar,
Poder ao seu lado ouvir uma musica suave para animar,
Ou até mesmo despir-lhe de toda a sua roupa,
E nas mais lindas e perfeitas curvas de seu corpo me inspirar,
E com certeza ali mesmo as mais belas palavras rabiscar,
Enchendo-a da mais pura emoção que envolve o meu coração.
Du’Art 27 / 12 / 2014
Tristeza da Alma
Hoje me veio à vontade de escrever,
Dificilmente meu sentimento entenderia,
As palavras que jamais pensaria em dizer,
Algo que do fundo da alma sairia.
Senti a mente vazia e desalmada,
Em meu peito uma imensa tristeza,
Desde as primeiras horas da madrugada,
Envolvendo o meu coração de incerteza.
Percebi os olhos ardendo e a lacrimejar,
Parecia mais um pesadelo constante,
Como uma flecha no peito a alvejar,
Arremessada de muito distante.
Com uma força avassaladora,
Deixando o coração apertado,
Com forte sensação inibidora,
Como se estivesse amordaçado.
Algo muito difícil em descrever,
Com certeza deixou uma cicatriz,
Fato que realmente prefiro esquecer,
Daquele momento triste e infeliz.
Mas felizmente o dia amanheceu,
Tudo voltou ao seu normal lugar,
A alegria no meu coração renasceu,
E o lindo verbo voltou a conjugar.
E assim viverei por toda vida,
Sem mudar a forma de pensar,
Trabalharei a experiência adquirida,
E para sempre irei me amar.
Du’Art 29 / 05 / 2016
O que escrever quando faltam palavras?
Quando faltam palavras, talvez o mais apropriado a se falar é sobre qualquer coisa que venha a mente, mas falar com cuidado, embora seja qualquer coisa não devemos falar de qualquer maneira.
Falar que a cada segundo que passamos estamos ganhando uma nova graça, pois a um segundo atrás nos poderíamos ter deixado este mundo de loucos...
Falar que sorrir e chorar faz parte da graça da vida, acredite até as lagrimas fazem falta em certas circunstancias da vida...
Falar que aquele erro de ontem, pode ser analisado e através de uma boa reflexão gerar uma bela lição, lição esta que poderemos levar para o resto de nossas vidas nesse mundo tão passageiro...
Falar que a vida é como uma flor, que nasce e em pouco tempo cresce, floresce e morre, a vida terrena passa em uma velocidade extremamente variável, quando crianças a velocidade é aparentemente calma e quando menos percebemos a mesma velocidade dispara, mostrando a nos, que tudo isso vai passar logo...
Falar que a vida não nos permite um recomeço absolutamente do zero, mas que todavia podemos fazer desse exato momento um zero, esquecer as coisas que para trás ficam e passarmos a viver verdadeiramente o foco da criação que é a adoração e as boas obras...
Falar que enquanto existe vida existe também a esperança, enquanto existe vida existe também a oportunidade de se pedir perdão, perdão aos homens e perdão a Deus...
Falar que o ser humano com facilidade vai julgar sem avaliar contextos, mas que existe um Justo Juiz que conhece todos os contextos e esse certamente não julgará erroneamente...
Falar que escrever é abrir uma porta direcionada ao infinito, uma porta que te faz viajar a lugares maravilhosos, uma viagem que te renova, uma viagem que te liberta, uma viagem que você vai querer repetir por saber que toda vez terá algo novo...
Falar que quanto mais você se esforça para obter conhecimento, mais você reconhece que é um ignorante, mais você entende que é um miserável pecador...
Falar que as coisas simples podem te trazer momentos inesquecíveis...
Falar que o viver sempre tem algo novo a ensinar...
Falar “sobre qualquer coisa” mas “não de qualquer maneira”, do contrario não fale!
Navegantes, 27 de julho de 2016
Autor: Eliseu Fernandes Laurindo
Tenho uma tendência natural de escrever o que me encanta
Nesse intervalo de tempo chamado vida
Em meio a astros solitários e planetas desconhecidos, tenho a sorte de dividir essa cronologia de dias com você
Quero estar contigo e te pertencer, construindo uma só poesia, pois, minha alma se sentia sozinha, até te conhecer
Como Frida e Rivera
Como Joel e Clementine
Como Landon e Jamie
Como Polly e Gilmour
Como nossos pais
Seremos eu e você enchendo de vida a nossa existência e será nas coisas pequenas que nós iremos nos encontrar.
Andei pensando na minha vida e depois de muito tempo tive vontade de escrever. Mas não sabia sobre o que escrever ou sobre quem escrever e isso me faz pensar infinitamente em milhares de coisas aleatória e aparentemente sem sentido. Desconfio que esse sentimento ainda não tenha nome. Às vezes é muito estranho, para não dizer difícil conviver com algo que não tem nome. Compreendo perfeitamente que muitas coisas não tem nome. Talvez não tenha sido descobertas ou não foi classificada importante para receber uma etiqueta.
Vejo meus amigos fazendo muitas coisas nessa vida. Tudo muito rápido. Geralmente essa velocidade me causa estranheza. Sim... O mesmo sentimento do início.
Muitas fotos, vídeos, viagens, casamentos, festas, realizações, filhos e família.
Tudo isso em um turbilhão de coisas que afeta até mesmo uma pessoa como eu que não está “Webmente” socializada. Por incrível que pareça não as invejo e não me sinto desapontado por não fazer, poder ou não querer isso tudo. Certo dia me foi dito que sou preguiçoso demais e por isso não realizo muita coisa. Em um primeiro momento quase acreditei nisso. Mas logo percebi e sou grato a Deus por isso não ter colado na minha alma.
Acredito no trabalho e na minha grande responsabilidade para com ele. De vez em quando até parecer fácil.
Na verdade é sempre o mesmo jogo de sombras que faz o engano das aparências.
Há dias que acordo muito cedo, outros nem tão cedo assim. Mas, o mais importante é sempre está feliz por acordar. A gente se esquece de estar feliz. E quando se lembra. Está velho de mais e o que sobra é a nostalgia de um tempo que não se viu passar por conta da correria e do vento. Não quero ter saudades de nada.
Esse final de semana por pura surpresa de encontrar comprei um pacote de Jelly Beans.
Havia me esquecido como eu odiava aquela balinha azul. Também sei que não sou o único.
Falando em vento... Hoje no final da tarde quando estava voltando do trabalho. Parado no semáforo eu vi uma pipa que certamente foi cortada bailando lentamente até chegar à sarjeta da Avenida Maruípe.
Por alguns instantes enquanto o transito não andava fiquei observando para ver se alguém apareceria para resgatar o premio proporcionado por um infeliz cerol. Não vi ninguém...
Ainda tentei observar pelo retrovisor. Mas o transito começou a andar lentamente e só me sobrou o sentimento que aquela pipa não seria resgatada por nenhuma criança ligeira e sim atropelada por algum veículo.
Quer saber o que me deixa apreensivo nessa história?
É que em Vitória ainda se pode ver pipas, mas já não existem crianças.
Escrever é superar
Transpor aquilo que a voz não fala
Desatar o nó da goela
Expressar, perpetuar
Embriagar-se de si mesmo
Compartilhar emoções
Palavras belas e sinceras
Protestar e inquietar
Suas tristezas e lamúrias
Frustrações e angústias
Viajar e não sair do lugar
Criar, inovar
Renascer em versos e prosas
Construir e desconstruir
Conhecer-se e desconhecer-se
Descobrir, imaginar
Sonhar, concretizar
Uma busca incansável e interminável
De novos horizontes, sabores
Amores e desamores
A busca interior exteriorizada
Uma “voz” que não se cala,
Talvez, cala-te.
É estranho neh ?
Eu nem sei o que escrever sobre ti, mas eu sinto que tenho de escrever sobre ti, eu não quero relembrar o que se passou, eu não quero lembrar o que acabou, eu quero que percebas que acima disso tudo, eu continuo a ser o Vibe, e tu a...
e tu a...
E tu, como te chamas mesmo ?
É estranho neh ?
Papai
Não sei escrever, muito menos fazer lindas cartas para expressar meu amor por você,
Mas o meu olhar cheio de emoção ao te ver quando chega do trabalho,
Ou então quando calço o seu sapato e imito o seu modo de agir,
Revela claramente o tamanho da minha admiração
E meu amor por você papai. Te amo!
...tantas e tantas vezes eu desejei escrever a você para dizer tudo àquilo que vaga dentro de mim, todo sentimento que ainda aflora em meu coração. Pensar em você é uma das coisas que mais gosto de fazer. É algo que não da para explicar e nem da forma que acontece.
Imaginar seu sorriso faz eu enxergar pétalas de rosas soltas pelo ar. Lembrar dos momentos com você, me faz sentir um equilíbrio que traz para o meu coração calmaria.
Dentro do meu peito bate um coração que fica cada vez mais apertado por sentir a ausência da sua outra metade. Na verdade, ele não aguenta mais essa distância e de tudo àquilo que o separa mantém distância dela. A consequência é dolorosa, machuca, causa ferida, faz sangrar... Isso tudo é o resultado da aflição causada pela angústia chamado SAUDADE.
Palavras de um analfabeto
Eu quero te ver
Em todas as palavras
Que ainda vou escrever
Em cada sorriso que desenhar
Ainda que as minhas mãos
Trêmulas pela fragilidade
Da desigualdade do meu olhar
Frente à maturidade do teu corpo
Me impeça de pensar
Que o lápis em cima da mesa
Está pronto pra começar
O que ainda está a palpitar
Perto de você
Sou um analfabeto
Que olhas as figuras do livro
Imaginando o que está escrito
Que sonha rimar com o teu olhar
Procurando nas estrelas
Os versos certos no incerto
Brilho de uma noite de luar
Hoje sei que o amor
Carece de cada detalhe teu
Para sobreviver ao voraz
Silêncio destes momentos
Em que posso ouvir inexplicavelmente
Os mudos cantarem com louvor
Para o surdo que sou
A sinfonia do teu aroma
Sou a criança que aprendeu andar
E sorriu pela primeira vez
Descobrindo como é bom caminhar
Em direção aos teus lábios
Doces e inocentes
Perturbadores e calientes
Desnudos pelo tempero
Da chama que nunca se apaga
Sobre a página em branco
Arde o inverno dos meus vocábulos
Sobre o meu peito floresce
A primavera dos teus predicados
Enjaulados numa exclamação
Ponto final da minha liberdade
Frieza pudica da sua interrogação
O único veneno da sua beldade
Não te garanto a minha breve passagem
Pois quando eu for alfabetizado
Posso aprender a ver além das imagens
E encantar-me com as palavras.
Escrever me faz voar
Escrever me alivia a dor,
Dor essa que nem sempre
É a dor da perda, nem mesmo
Mal de amor...
É uma dor sem explicação,
Alguns chamam de frescura,
Outros chamam, de depressão!
Escrever me faz voar,
Até mesmo de encontro ao vento,
Me faz sorrir, me faz feliz
Mesmo sendo por um momento.
Trás quem amo, bem na minha mão, então transformo cada momento, em poesia ou em canção.
Wsrjunior
Desculpe
Eu precisar de você
Não resistir e te escrever
Não te dar a paz que me pede
Ser esse chato
Que te procura quando por mim não quer ser encontrada
Por em ti pensar a todo instante
Não respeitando sua vontade
Perdoe por estar agora te escrevendo
Quando não é hora nem o momento
Mas é que meu coração palpita
De saudade de você minha doce menina
Do teu calor minha pele reclama
Da tua voz minha alma busca a calmaria
São suas mãos que tento agarrar
Porém hoje o nada hão de encontrar
A saudade me assola
E me pego nessa hora
Escrevendo esse lamento
Ainda que contra o seu sentimento
Mas será que entende que não posso ficar em silêncio?
Outras tantas vezes escrevi
E apaguei
Pois o silêncio pedido bem que tentei acatar
Se te faço sofrer
Espero teu perdão
Mas gostaria de tudo fazer
Para que eu dia possa eu te merecer
Desculpe por tudo
Por não compreender
É que não sei o que fazer
Ainda que seu pedido seja para te esquecer...
Saboreando um café com Jorge, escrever é (sobre a vida):
...mostrar os detalhes do cotidiano, as aflições e as surpresas de viver entre humanos e ser humano, isto é a vida.
...pois a vida, um livro aberto como ela é, quer ela seja escrita em tinta e às vezes sem papel, apenas com o movimento das horas e das notas e rodapés do ancião barbudo chamado Tempo, grita, chama e pede por penas que escrevam as espadas e sempre busquem uma nova vírgula, para uma nova sequência a ser vivida.
Carta de amor
Escrever cartas de amor:
símbolo do vulgo platonismo.
Escrito na guerra quando choramos calor
ou quando distantes estamos entre um abismo,
que separa meu coração
do teu, da dele, da tua.
Mas, por que me torturas, Platão?
Enquanto escrevo, para lá já é lua.
A saudade que existe dentro
talvez culpa da poesia
não sei porque me contento
com a comum dor da filosofia.
Eu sei que não adianta mais te escrever, que não adianta mais dizer o que quer que seja, sei no fundo do meu coração que não irá responder a minha carta, e que não pretende nunca mais me procurar e por que continuo a ter esperança. Por que ainda sinto aquela chama, aquele fio de esperança em meu peito em tudo que diz respeito a você. Eu quero sim você na minha vida, quero poder ser feliz de novo, e não sei mais o que fazer pra que isso se torne real. Me vejo envelhecendo ao seu lado, sentados num banco de praça, olhando no horizonte de mãos dadas. É uma visão romântica eu sei…. Mas essa visão me fortalece....
Tudo me faz lembrar você, parece que cada canção, cada letra foi feita pra nós dois. As vezes consigo sentir o calor da sua pela na minha, o som da sua voz no meu ouvido, não pode ser apenas um sonho, eu preciso de você......
Carta a ninguém
Posso escrever algo, sem um porque. Alguns acham que é para si, mas talvez nem seja para você.
A mensagem vai sempre além das palavras. Mesmo que não pareçam doces, elas também não são amargas.
Ah, mas que vida é esta, de escrita incompleta, destinatário anônimo, remetente sem ânimo?
Ah, mas que escrita é esta, de vida incompleta, remetente anônimo, destinatário sem ânimo?
Ah, mas a morte espera, uma vida que se completa, realmente um antônimo, um diário magnânimo.
Desta carta me despeço, deixo-a ao mundo.
Cada frase sem reverso. Tinha que ser mais profundo, do que se fosse só para um,
Cada um desses versos.
Tento escrever
Tudo aquilo que aconteceu.
Um beco sem saída
Uma bala perdida
Uma mãe que chora
Sentindo falta da sua filha
Mais uma vida que entra para estatística,
E essa é a pura verdade
Mas infelizmente somos vitimas presos em liberdade.
Em que ponto chegamos !
A vida é um sopro
A vida não é nada
Do que adianta tanta violência
Se o fim é de baixo da terra
Devorado por barata
E o que sobra são restos mortais.
Uai garota!
Agora posso escrever mais um, né?
Que saudade maluca que fiquei de você! Hoje eu queria ter te dado um abraço de aniversário e outro de natal... nem rolou né?
Tava ansioso pra te ver, fiquei como criança te esperando passar. Sempre faço isso, fico como criança apaixonada! Vai entender...
Você chegou tão top hoje, como de costume.
Mas enfim, queria mesmo só lhe desejar um feliz aniversário e que você realize todos os seus sonhos e que um desses sonhos seja está perto de mim um tempão hehehe...
Ah, sabe? Tenho tanta coisa pra te falar, mas a voz fica presa... até o pensamento tá preso.
Vou conseguir... vou tentar rsrsrsrs
Aguenta ai uns minutos!
"Escrever corretamente é lindo de ler!
Por isso já peço desculpas antecipadas,
por todos os erros ortográficos que
cometerei neste 2015.
Eu sempre estou mais concentrada em
expressar o que eu sinto antes das ideias
se misturarem com outros pontos e
virgulas; do que: Em alguém ler o que
escrevo e me achar inteligente só por não
ter nem um erro de regência, erro
gramatical erro de colocação, erro de
pontuação, outros erros genéricos, ou ..."
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