Escrever
Segunda-feira: uma nova semana para corrigir ou escrever novas histórias, dependendo da necessidade de qualquer um, o importante é dar o primeiro play sem passar rápido demais onde se deveria pausar e analisar as próprias ações. Bom dia com fé, café ☕🫖 e oração! 🛐
O professor ensina.
O padeiro faz pão.
A função do escritor é escrever, nem tudo é fato, a maioria das vezes é apenas inspiração.
Ficção, história, conto, no meu caso sou apaixonada por crônicas filosóficas, qualquer semelhança com a realidade é mera, coincidência 😉
Segunda-feira: uma nova semana para corrigir ou escrever novas histórias,
Um mês começando. Um ano quase acabando, Um coração cheio de planos.
Bem-vindo Dezembro!!!
Que seja abençoado ❣️
O excesso dos meus versos
✎𓂃
Prenda-me por escrever em excesso!
Se renegas o que faço e me negas o que te peço
Prenda-me!
Me dê uma lupa 🔎, um caderno e um lápis.
Não preciso de mais nada para o que faço
Prenda-me na solidão do prefácio
Me dê um canto qualquer e continuo inspirada
Prenda-me por escrever em excesso.
E mesmo assim terminarei os meus versos
Prenda-me.
Mas liberta-me das suas ciladas.ᝰ.ᐟ๋࣭ ⭑
Quando o Coração Aprende a Escrever
Escrevemos porque, às vezes, o coração já não consegue guardar tudo aquilo que sentimos. Escrevemos e entregamos ao papel nossas imaginações, nossos sonhos, nossas lembranças e até aqueles sentimentos que nunca tivemos coragem de dizer em voz alta. Transformamos tudo em palavras, e as palavras, silenciosamente, começam a contar aquilo que durante tanto tempo viveu escondido dentro de nós. Talvez esta seja uma das obras mais bonitas que podemos criar: olhar para um pedaço de papel e descobrir que ali existe um pouco da nossa própria vida. Uma folha que antes estava vazia passa a carregar amores, saudades, encontros, despedidas, desejos e sonhos. E aquilo que estava preso dentro do peito ganha liberdade. Há algo profundamente romântico nisso. Quando escrevemos sobre o que sentimos, não estamos simplesmente contando uma história. Estamos permitindo que um instante sobreviva ao tempo. Um beijo que terminou continua existindo nas palavras. Um abraço que ficou no passado pode novamente aquecer o coração. Um olhar que durou apenas alguns segundos pode permanecer por anos entre duas linhas. E até uma saudade, quando escrita, encontra uma maneira delicada de continuar amando. Talvez por isso eu goste tanto de reencontrar meus sentimentos no papel. É como encontrar uma parte de mim que pensei ter ficado para trás. Leio aquilo que escrevi e, de repente, escuto novamente minha própria voz, reconheço minhas emoções e percebo que tudo aquilo que um dia esteve dentro do meu peito continua vivo. Algumas palavras me fazem sorrir. Outras me levam de volta a lugares onde somente a memória consegue chegar. E existem aquelas que fazem os olhos demorarem um pouco mais sobre a página, porque sabemos que não estamos apenas lendo: estamos sentindo outra vez. Mas existe algo ainda mais bonito. Quando aquilo que nasceu dentro de nós consegue tocar outra pessoa, nossos sentimentos deixam de pertencer somente à nossa história. Alguém lê nossas palavras e encontra nelas uma lembrança sua, um amor seu, uma saudade sua. É nesse momento que descobrimos que os sentimentos humanos, apesar de tão particulares, possuem caminhos secretos que ligam um coração ao outro. Talvez escrever seja exatamente isso: retirar delicadamente do peito aquilo que não queremos perder e confiar ao papel a missão de guardá-lo. Porque a memória pode esquecer detalhes, o tempo pode mudar paisagens e a vida pode nos levar para muito longe, mas aquilo que foi escrito permanece esperando por nós. E quando voltamos para lê-lo, encontramos novamente quem fomos, quem amamos, aquilo que sonhamos e tudo o que tivemos coragem de sentir. Então compreendo que nunca escrevemos apenas com as mãos. Escrevemos com aquilo que vivemos. Escrevemos com nossas lágrimas, nossos sorrisos, nossas ausências, nossos encontros e nossos amores. A caneta apenas acompanha. Quem realmente escreve é o coração. E talvez seja essa a maior beleza de transformar sentimentos em palavras: um dia, depois que o momento tiver passado, podemos abrir uma página e descobrir que aquilo que estava dentro do nosso peito ainda respira. Ainda emociona. Ainda encontra outros corações. Ainda está vivo.
Quero espaço.
Espaço para mim.
Espaço onde há liberdade
para eu existir.
Quero escrever o que minha alma grita,
sem me preocupar com métrica
ou rima.
As estrelas se alinham
e formam constelações,
mas há um universo de distância entre elas, para que tenham espaço
e brilhem.
Quero espaço para brilhar.
Espaço para respirar.
Espaço para me amar.
Mas sou brinquedo
das suas carências.
Há um mundo fora do meu quarto,
mas não minto quando digo
que há outro dentro dele.
Me dê espaço.
Permita que eu escolha
o filme que vou assistir.
Deixe minha liberdade
existir.
Me dê espaço.
“Confissão da Alma”
Escrever é dialogar comigo,
conceder audiência ao murmúrio
que ecoa nas câmaras recônditas do ser.
Cada palavra grafada
confissão sussurrada,
revelação que atravessa camadas,
alcança os estratos onde habitam
as verdades não ditas.
No ato de escrever,
liturgia de cura se instaura,
ritual de reconciliação
com os fantasmas do pretérito.
A caneta, bisturi delicado,
incide sobre feridas antigas,
liberta o tempo aprisionado nas cicatrizes,
permite que respire, que se dissipe.
O papel acolhe
o que a memória guardou em silêncio,
oferece refúgio às dores
que se recusaram a ser esquecidas.
Neste exercício de transcrição da alma,
o autoconhecimento se revela.
As palavras não apenas descrevem
elas nos descobrem.
Cada frase tecida,
espelho límpido
onde nos contemplamos
sem máscaras, sem subterfúgios.
Na escrita somos
o confidente e o confessor,
aquele que escuta
e aquele que é escutado,
simbiose que dissolve
a solidão essencial do existir.
O que jaz nos recantos invisíveis
emerge através da tinta,
ganha substância,
torna-se tangível.
E assim, no papel,
nos encontramos mais inteiros,
mais verdadeiros,
mais profundamente compreendidos
por nós mesmos.
A escrita é mais que expressão
é revelação,
é epifania,
é o encontro primordial
com aquele que sempre fomos,
mas que só agora,
através das palavras,
podemos verdadeiramente reconhecer.
Assassinos da gramática...
....escrevo tudo sei ate não saber nada mais...
Não sei escrever apenas copio o que escreveu!
As palavras estão mortas....!
Somos cegos e analfabetos funcionais?
E alguém diz analfabeto político asas da liberdade esta em chamas...
Pois a declaração de pobreza intelectual sera superarada pelos momentos mortos...
Algoz atroz, mundo sem palavras ou fonemas...
Seria possível um percentual absurdo instante.
Voltaria num tempo da inocência...
As palavras era pequeno mundo numa mente vazia...
As chamas dos desenho rupestres elevam sonhos de futuro melhor.
Voto de cabresto ainda vemos as palavras tomarem formas.
Maldizer para o cantor que se perdeu no tempo.
A escuridão sem semântica se torna a deriva a que o abismo da palavras sejam instante de lágrimas de quem aprendeu a ler catando milhos..
A cópia ganha contraste de um abismo.
Para escrever os próximos capítulos da minha história, preciso parar de revisar o passado com os olhos de quem ainda busca revanche.
O amor é algo tão lindo que quando estamos apaixonados queremos escrever nos muros, contar pra todo mundo... que encontramos a felicidade....
O homem é a mais bela das tragédias; fábrica de poesia e horror; o único ser capaz de escrever sobre o amor, e ainda assim erguer campos de extermínio.
Se desejam realmente me matar, não recorram às armas; antes, impeçam-me de escrever. Pois, enquanto houver em mim o desejo de escrever, não morrerei nunca.
E veio uma amiga a me dizer: Conheço seu jeito proprío de escrever. E eu sorri e respondi: Qdo oro, jesus poēm a mão no coração. Me traz a paz , amor e proteção, ai chega de mansinho toda a inspiração. Escrevo com simplicidade, e com muita emoção. Fico tda animada, alegre, e saio destilando o que sai do coração, e jesus sorri e me da a mão. Rsrsrsrs. Aqui está mais um. A quem dedico de coração. Vc acha que é meu??? Não.Não e Não. Rsrsrsrs. Este tb é da excêlencia, para quem dei meu coração. Olha ele imperando e deixando entrar no seu coração, este mais singelo pensamento, porque tem verdade e emoção. Tem a força desta união!!! Simone Vercosa
Ai do poeta que escrever sobre mim.. terá versos tristes e melancólicos .. Me resumo um poema triste , solitário, um monólogo .
Quem só consegue escrever sobre o que viveu limita a própria criatividade ao tamanho da própria experiência.
_KANGAL
Nada ganho para escrever,
aqui no site do pensador,
mesmo assim escrevo com prazer,
lindos versos de amor!
