Era
Tudo era dor.
O mundo era preto e branco.
O sol era frio
A morte em vida.
Os olhos apontados para o horizonte, cheios de lagrimas.
Você apareceu e tudo se acalmou, =D
Senti coisas que nunca imaginei antes.
Fui feliz. Mas também sofri, junto com você.
Dividi minha vida com alguém.
Construi, com muito esforço e enfrentando todas as dificuldades, uma linda história de amor.
O vento se calou.
O amor acabou?
O carro perdeu a direção!
Na estrada da perdição
Tento juntar o que sobrou
dos cacos do meu coração
Em cada recordação
Me agarro com muita esperança
De poder continuar nossa história de amor
Agora
Tudo é dor
Escrevi uma carta, e era uma carta de amor. Meus olhos estavam pesados e minhas letras caiam sobre o papel, eu as jogava lá e elas se arrumavam, pois se eu fosse arrumá-las, nada de bom saíra. Graças a Deus as minhas palavras não são como eu, confusas. Elas sabem o que querem e o que sentem, já eu não sei o quero e sim o que sinto, e isso não é suficiente para escrever uma carta de amor. Uma carta de amor tem que ter começo, meio e fim, assim como qualquer outro texto, mas uma carta de amor na precisa ter lógica, clareza e muitas vezes nem um destinatário. Algumas têm destinatário, e não chegam até ele. Algumas dizem as coisas mais lindas do mundo, outras não dizem nada, mas somente com o "eu te amo" se tornam uma carta de amor.
Eu escrevo o seguinte:
Amor, andas meio triste, ou impressão? Andas meio quieto, sem expressão. Preocupo-me com o que aconteces dentro de ti e te atormenta, apesar de saber do que se trata. Teu amor ainda não lhe deu notícias? Teu amor ainda não lhe jurou eterno amor? Oh, pobre amor meu, por que andas a sofrer se eu estou aqui? Por que meu amor não é o suficiente para te deixar feliz? O que me falta? Tu me falaste tempo atrás que o problema não era eu, e hoje em dia nem tem noção do meu amor. Se o problema era você, por que não se resolveu e veio até mim, e sim preferiu procurar por um alguém que não lhe quer bem?
Apesar de chorar por alguém que não seja eu, eu enxugo suas lágrimas, me faço forte para ser tua amiga. Mas, amor, acima de tudo, sou mulher, e dentro de mim bate fraco e fortemente um coração por você. Eu te amo.
Pena que você não leu minha carta, não porque eu não tenha tentado te entregar, e sim porque você não quis ler.
Apresentando uma menina
Existia uma menina, e o nome dela era Filipa. Ela tinha lá os seus dezesseis anos de idade, quando começou a perceber os pequenos detalhes - e assim, as melhores partes - da vida.
Ela gostava de ouvir música - especialmente as que tocavam dentro da sua cabeça -, de caminhar pela cidade, de morar num prédio de frente para o rio, de tomar banho de chuva, de fica olhando o céu e sentir o vento na pele, de sentir a maresia, de observar alguns bichos, de amar sem medo, se fazer bons amigos, do som de uns instrumentos - os melhores para ela eram a gaita, o violão e o sax - e, principalmente, entre todas as coisas, ela adorava reparar bem nos olhos e no sorriso das pessoas.
Essa menina via vez ou outra, um brilho tão forte nos olhos das pessoas, que ficava hipnotizada. E pelos sorrisos que irradiavam alegria, ela ficava apaixonada.
Só havia uma coisa que a incomodava: o sorriso de que ela mais gostava não queria mais sorrir para ela. O que havia acontecido, afinal? Para ela, tudo sempre foi tão verdadeiro... Cada preocupação, cada abraço, cada sorriso distribuído, cada beijo dado - e recebido -, cada palavra, cada gesto, cada conversa, cada instante. E agora, o que ela faria sem o seu sorriso preferido? Deveria correr atrás dele, abrir o seu coração, falar o que sentia... mas a coragem não chegou. E sem ela, o tal sorriso se foi perdido.
Mas Filipa espera que não o tenha perdido para sempre; ainda resta um pedaço nela - talvez o seu coração - que ainda o espera. Que ainda o aguarda, e conta os dias, as horas, os minutos e os segundos, para que o vazio que ela sente seja preenchido novamente.
Preenchido por um velho sorriso, parcialmente perdido.
Um presente do céu
Já era noite quando Filipa resolveu sair para caminhar, perto do rio. Mas ainda era cedo; eram seis horas. Ou dezoito, se você ligar para isso. Ela ouvia as músicas que tocavam dentro de sua cabeça, quando começou a chover.
Chovia forte, e as pessoas corriam para chegar em casa a tempo de não se encharcar. Filipa não conseguia nem ao menos imaginar o porquê disso, já que ela mesma não gostava de perder uma boa chuva.
Ela achava que a chuva lavava sua alma, e que levava embora o que ela já não quisesse mais. Toda vez que a chuva vinha, a menina lhe pedia que levasse embora todas as suas dores, mas que deixasse as suas lembranças. E a chuva atendia o pedido. Ao menos, na maioria das vezes.
Nesse dia, Filipa pediu e implorou - em vão - que a chuva lhe lavasse a alma mais uma vez. Mas a lavadora de almas não lhe concedeu o pedido. A sensação dessa vez foi diferente.
Antes, ela se sentia limpa. E leve.
Agora, antes de qualquer coisa, ela estava bem. A chuva não a limpou, mas trouxe para ela borboletas. Borboletas que voavam de um lado a outro no seu estômago, e que a deixava com vontade de gritar. De gritar as músicas que escutava, de gritar o que sentia,de gritar qualquer coisa, de gritar palavras que fizessem - ou não - sentido. E ao invés de fazer isso, Filipa correu. Correu mais do que podia. Correu até não aguentar mais. E quando parou, era como se ela tivesse gritado tudo aquilo que não gritou. Era como se ela tivesse colocado para fora tudo o que sempre quis, e não colocou antes.
Foi esse o presente da chuva. Fazer Filipa perceber que podia se sentir limpa sem a ajuda de ninguém, ou de alguma coisa. Ela realmente podia fazer isso sozinha.
E então, Filipa se sentou na beira do rio.
E riu. Sozinha. Riu até a barriga doer.
E agradeceu com as mais bonitas palavras o presente que tinha recebido.
E em resposta, enfim, a chuva cessou.
Amarelo no céu
Chegou-se a noite. Mas não era uma noite como todas as outras – escura e iluminada pelos apartamentos de luzes ligadas. Era uma noite diferente. Filipa tinha colocado os pés em casa, e acabado de chegar de mais um dia normal. Resolveu ir até a sua janela preferida, e sentou-se por lá, para observar o céu.
Ela nem sequer precisou olhar muito. O motivo daquela noite estar tão diferente – e linda -, foi o primeiro brilho amarelo que bateu nos seus olhos. Esse brilho iluminou o rosto de Filipa como um sorriso, daqueles que aquecem. Tentou adivinhar o que seria aquele pedaço tão lindo de céu.
Ela simplesmente não conseguia pensar. Estava encantada com tanto brilho de uma só vez; ainda mais um brilho daqueles, que mais parecia pular, de tanta luz que irradiava.
Olhou, olhou, olhou. Filipa passou quase que uma noite inteira só observando aquele feixe de luz. O que de tão especial havia nele, afinal? Nem ela sabia. A única coisa que sabia era que, fosse o que fosse, aquela luz amarela era completamente diferente. Ao menos, diferente das outras que estavam espalhadas pelo pano preto do céu. Essa era maior.
E olhando, lembrou-se da vida. Das pessoas. Das risadas. Dos olhares. Das palavras. Das conversas. Dos sorrisos. Principalmente, dos sorrisos.
Sorriu. E a luz a iluminou mais uma vez – e mais forte. Parecia um sol, de tanto calor que trazia às bochechas, já rosadas, de Filipa. Resolveu então, não pensar em mais nada. Só no amarelo que via no céu.
E só depois de mais um tempo olhando - e com um espaço vazio na mente –, Filipa descobriu do que se tratava aquele feixe amarelo. Era uma lua. E que lua.
Amarela e enorme; era rodeada por pequenas brechas, também amarelas. Essas do lado, eram as estrelas. E brilhavam tanto como a velha lua.
Filipa então resolveu que a lua daquele dia guardaria todas as suas palavras – ditas e não ditas - e principalmente, suas lembranças. E decidiu que cada raio de lua e luz de estrela, seria para lembrá-la daquela noite especial. E que assim, ela também lembraria de cada lembrança guardada.
E deu um nome para a lua, que junto, carregava as estrelas, como se tudo fosse uma coisa só. Filipa chamou aquilo tudo de “amarelo no céu”, para se lembrar da luz amarela que só viu uma vez na noite, e que mesmo na noite, mais parecia um sol.
SONETO V
O frio que um dia sentia
Foi embora quando voçe chegou
E tudo na qual entendia
Era que tinha chegado o amor
Quando se surpriendia
Quando te causava dor
Voçe se entristecia
Chorava por que amou
Este pobre coraçao não entendia
Tudo o que o outro falou
As palavras que ele dizia
Chegou o fim do amor
Quando eu era pequena
Sempre quis aprender o abc
Queria muito saber
E poder entender
E então eu fui crescendo
E cada vez mais
Aprendendo e sabendo
Quando fiz pela primeira vez
O meu abc
Meus pais orgulharam-se
Até ai eu soube fazer
Mais não conseguia entender
Treinei muito para saber
Com longo do tempo
Fui sabendo e aprendendo mais
E hoje só penso
No meu grande talento.
O amor ? Ele não começa com “Era uma vez” e nem termina com “Felizes para sempre” . O amor começa com um olhar, um sorriso, um beijo e quase sempre termina com um lagrima. O amor não tem principes nem princeses, o amor tem homens e mulheres REAIS, HUMANOS. Então, não espere pelo seu principe no cavalo branco ou pela princesa presa na torre esperando que voce a salve. Espere por alguém que te conquiste, que goste de voce pelo que voce é, e não pelo dinheiro, fama ou o que aparenta ser. Espere por alguem que não minta e não esconda nada de você.
Quando eu era menor, as pessoas me diziam que cada um tinha a sua metade, o amor da sua vida. Mais, voce cresce e aprende que as coisas são muito diferentes disso. A ciência já comprovou que para cada 1 menino que nasce, nascem 8 meninas, isso é sem contar dos garotos que viram gays, e nos cafagestes! Então querida, acorda pra realidade, principe encantado, conto de fadas, metade da laranja, NADA DISSO EXISTE ! Isso é só mais uma histórinha pra te fazer sonhar e acreditar que o seu principe ta vindo, então acorda pra vida, e desencana dessa histórinha boba. Voce já nasceu I-N-T-E-I-R-A , e não precisa de nenhuma metade. Só precisa de um amor, um alguém pra compartilhar os momentos bons e ruins ao seu lado, mas não uma metade ! (pense nisso)
A minha grande questão era (e ainda é, camarada): a gente está nascendo ou morrendo? Isto é, já viu foto do seu parto? Tudo bem: voce nasceu da sua mãe, ou de um tubinho de vidro, saiu, ficou de pé e pensou: eu estou vivendo. Tudo bem: começa a descida, adeus, amor, vou partir, tumba. É isso. Quando voce esta na subida, você esta nascendo. A descida só começa quando voce esta morrendo? Quando começa a descida? Eis a questão. Ser ou não ser? Não adianta se enganar, fazer plastica, encolher a barriga pra sempre. Eu acho íncrivel quando eu vejo alguém que está sempre na subida. Eu penso: esse ainda está nascendo. Ainda não viu tudo. Aí eu posso ser amigo, faço qualquer coisa para essa pessoa. Não fica questionando se vai ou não chover. É claro que a gente está morrendo. Mas também está nascendo. Você pergunta: o que isso muda? Eu digo: Olha, foi um prazer. Eu suporto as coisas impossíveis, que vem o cara de bom senso e explica: “Olha, gente, não vai dar pra fazer isso”. Ter coisa impossível, tem, mas e daí? Ninguém sabe nada, é tudo improviso, entendeu? É uma grande impostura essa certeza toda. Acriação - é, Deus, mesmo - não terminou, não está completa - tudo está sempre por se fazer, a coisa só termina por cansaço. O escultor parou, mas o vento, a chuva e os pombos estão por aí.
Você tinha razão em tudo, porque você era a minha razão. Fazer o que? Não era pior do que parecia ser. Não achava nenhuma outra forma de ser feliz a não ser ao seu lado, se eu vivesse sem você eu ficaria feliz e sorriria em certas horas, mas nunca encontraria a felicidade de verdade, porque sabia que ela, só com você. Acho que você não era forte o bastante para carregar o meu pesado coração. Eu estava me sentindo tão...
" Quando eu era pequena, eu sonhava que um dia o meu príncipe encantado viria me buscar e tudo seria mais feliz. Eu construiria uma família ao seu lado e viveríamos felizes para sempre. O céu, de repente, ficaria azul, e nunca mais seria o céu cinzento ao qual eu estava acostumada. As pessoas sorririam para nós e eu me sentiria, pela primeira vez, amada de verdade. Tudo seria colorido. Quiçá, até repleto de arco-íris. O sol, radiante lá no céu, nos encheria de luz e uma sensação de paz, conforto e felicidade brotarião em nossos corações.
Mas aí o tempo passou, eu mudei e tudo mudou. A criança que eu era, cheia de sonhos e fantasias, já não existia mais.
Depois de tantas decepções, lágrimas, corações despedaçados, eu não era mais a mesma. Uma alma intacta, pura e inocente, fora cruelmente vilipendiada, tomada de seus sonhos, dando lugar a esse ser vazio, oco e sem esperanças. Pude enxergar o mundo com os meus olhos de adulta. Aqueles olhinhos pequenos e arregalados de criança curiosa a tudo, não podiam imaginar a extremidade das coisas que eu poderia ver um dia, ou seja, as obscuridades desse mundo insano. Aqueles olhos acreditavam no que os filmes e os livros infantis diziam. Aqueles olhos sorriam e tinham esperanças, mas os meus olhos foram ficando duros, com o passar dos anos, ocasionalmente por terem enxergado a realidade como realmente ela é. Deixando-me cética a tudo e a todos. Achando o mundo um tremendo saco de viver... "
Queria muito ter devolvido tudo aquilo que não era meu. Mas me ocupei muito pensando em como destravaria minha garganta. E tristemente, engoli-os sem deixá-los sair.
O COMEÇO DO FIM
Ela andava a meditar
O porquê de sua atitude
Mas agora já era tarde
Mas nada a fazer
Só lamentar...
E sentada no meio-fio
Não agüentava levantar
Como um peso em suas costas
Deixou-se ali como se fosse seu fim
Toda dor parece eterna
Minutos se tornam horas
Um dia... Uma vida.
Envergonhada ali estava
Mas não chorava...
Para que chorar pensava;
Mesmo com uma vontade teimosa
Nada a molhar seu rosto.
Suas lagrimas pareciam correr em seu coração
Como se quisessem esfriar ou afogar-la por dentro
Olhou para o céu, buscava Deus
Todavia a luz não deixava...
Em silencio... Uma paz eterna sentiu
Levantou e seguiu.
Enfrentou-se e foi à luta
- É a vida que tenho
Encontro
Ela ficou tão feliz,era seu primeiro encontro,seu primeiro beijo,seu primeiro tudo,e então sentada naquela mesa
olhando para ele,e ele observando aquele olhar,chama-se o garçom,pede o vinho e algo para beliscar,foi assim por
quatro dias sem palavras algumas ao menos "oi","tudo bem?" e até o "Adeus".
No qual seria o último dia,não se sabe porque seria o último dia,talvez não tenho rolado química ou algo do tipo
mais ela sentou-se e com aquele olhar doce,observando os casais em sua volta para e fixou-se o olhar para ele e imagina,
será que ele é o amor de minha vida,aquele que eu esperei por muito tempo,ele olhou com aquele olhar triste e carente,
pensando ... eu necessito tanto de você,que você me abrace e me beije,era tudo oque eu desejava agora.
E Então ela pergunta :
-Oque tens? ele supreso respondeu :
-Tenho falta muita falta : Ela pergunta :
-Falta de que seu moço? Ele sorrindo disse :
-Falta de amor,de abraços e carinho, essa minha solidão tenho falta de você.
Supresa ela olhou e disse :
- Não tenha mais isso no seu coração,não teras mais falta disso e nem de nada,Se eu te dissese que eu sou o seu anjo?
você me deixava entrar em teu coração?
Sem resposta ficam os dois em silêncio apenas se ouvia os seus suspiros,eles resolvem sairem daquele pequeno restaurante
e sentam-se numa praça,ficaram ali se olhando no estante passa uma linda e brilhante estrela cadente,os dois deram-se as mãos
e fizerão um pedido.
Ele derrubou uma lágrima,ela com suas mãos enxugou o rosto dele e disse :
- Porque choras?
- Não tenho sido feliz assim,por muitos anos. Disse ele
- Qual teria sido o teu pedido a estrela? outra vida? disse ela. ele responde:
-Você quer saber se eu quero outra vida ? Não não eu quero mesmo é viver e ter você.
Ela sorri e diz :
-Oque pediste?
-Eu só queria um abraço. ela diz :
- Você esta tão triste com você mesmo,que nem percebeu que esta me abraçando.
Eu vivia num mundo sem emoções
O amanhã não me despertava ansiedade
Era como se tudo fosse permanecer exatamente igual ao hoje
Nessa monotonia que me matava pouco a pouco
E que me transformava num zumbi.
Não deu tempo para pensar, num instante tudo mudou.
Estava tão acostumada à rotina, que me senti tonta com aquela explosão de sensações.
Para mim era tudo muito assustador, um mundo novo, grande e desconhecido.
Mas você estava lá, não sabia como, quando ou onde, simplesmente aconteceu e finalmente eu sentia que pertencia a algum lugar, me sentia viva, amada e segura.
Já havia lido muitos livros que falavam de amor
Shakespeare, Austin, Bronte entre muitos outros escritores que eu acreditava saberem tudo sobre o amor.
Mas nada que eu li em todos esses livros se compara com a realidade,
Eles não conseguiram expressar, em nenhuma das paginas dos seus livros, nem um milésimo do que esse sentimento realmente é.
E eu, por desconhecer esse sentimento, me senti perdida e desnorteada,
Até que finalmente você me olhou nos olhos, segurou a minha mão e me disse que estaria sempre comigo e que nada precisaria temer enquanto estivéssemos juntos.
No momento que entrou em minha vida um novo parágrafo foi adicionado a minha historia.
Um parágrafo que eu jamais imaginei que seria escrito.
Belo, simples e perfeito a sua maneira única e especial.
Quando eu menos esperava aconteceu, sem ao menos eu ter desejado ou imaginado você chegou e a você entreguei minha vida e o meu amor.
Em todos os lugares que passo me lembra você,fico triste só as vezes ... era tudo lindo lembro das palavras e meu coração as vezes chora.
24 horas...
''Pela manhã ,
poderia dominar o mundo.
Como o sol, a alma inteira,
era a rainha, a poderosa.
Tudo era meu
e o que não fosse seria,
bastaria só eu querer.
A hora do almoço,
as pernas davam sinais de que,
se o objetivo fosse muito distante,
o combustível teria que ser
mais atraente.
Nada que um cochilo furtivo
pra relembrar dos objetivos
e abrir os olhos com novas energias
não viesse a resolver.
No meio da tarde
uma sensação de que não vai dar tempo.
Nunca dá, jamais daria,
nunca vai ser humanamente possível realizar tudo.
Mas quem disse que seria bom se a gente conseguisse ?
É sempre bom deixar um pouco pra amanhã.
Um pouco de si mesmo pra encontrar depois,
um pouco de um outro pra procurar,
projetos e planos.
Quando o sol ameaça despencar no horizonte
não dá pra saber quantos quilômetros você correu,
as vezes parece que tudo esta avançando como uma tartaruga apressada,
outras vezes em minutos todo seu destino foi mudado
e você nem percebeu como.
Noite alta
tudo cansaço , corpo, mente, inteligência, graciosidade.
Mas quem disse que acabou:
a maquiagem descansa a mente,
o banho cuida do corpo,
o álcool muda a noção de inteligência,
um salto bem alto devolve a graciosidade e o poder,
o cheiro da noite traz a esperança do dia seguinte,
o sono misturado com os sonhos traz o sol
e gira a roda do destino por mais 24 horas.''
Star...
''Ela nasceu para ser a personagem principal.
Era a metade que nunca estava triste ou que nunca demonstrava isto.
Só assistia a filmes interessantes,
era inteligente e espirituosa
não tinha medo,
nem receio de falar do que quer que fosse.
Tinha é claro um certo ar de mistério em torno de si.
Afinal é assim que se chama atenção.
Sabia tudo de musica,
daqui ate onde começa o som na historia da humanidade.
Se achava perfeita
e quem não achasse...que se danasse
Não gostava dos seus cabelos mas a tecnologia resolveu isto por ela.
Não gostava de falsidade mas fez curso intensivo, aprendeu a atuar.
Não via o mundo com perspectiva de futuro mas aprendeu que é preciso tirar dele o que necessitava.
Não sabia fazer contatos uteis, comprou um livro de auto ajuda.
Não sabia fazer amigos , mas eles vieram na hora certa.
A unica coisa que passou a incomoda-la foi
uma certa personalidade descrente com quem era obrigada a conviver.
Eram a mesma pessoa e eram tão diferentes.
Resolveu então se rebelar.
Era forte ,sabia o que queria ,
e em muito pouco tempo
transformou seu próprio outro eu em si mesma .
Pronto ela esta no poder agora...
Mesmo que as vezes a pessimista ainda escape
pra desaguar num rio de lágrimas,
é logo dominada pela luz e segurança da outra parte,
que sabe ''star'' só e acompanhada de si mesma como ninguém.''
