Era
Ela foi deixando de discutir ,não se importava mais como antes,a tristeza já era passageira ,um belo dia ele mandou mensagem ,mais foi visualizada sem resposta,as chamadas davam caixa,ele foi ate a casa, nada dela ,falou com amigos ninguém tinha notado nada de estranho nela ,continuava insistindo nas mensagens mais agora falavam de amor,ate um belo dia que ele a viu mais linda do que antes, sorrindo ao lado de alguém que segurava sua mão ,se achou no direito de ir tirar satisfação mais o cara ao lado deixou claro ela estava com ele independente de um dia ela tivesse querido esta com outro ,não deu valor ela aprendeu de tanto ouvi para larga do pé ela andou por outros caminhos.
UM PÉ DE QUE?
Era uma vez um pé de chinelo...
Que vivia andando pelo mundo, com os pés descalços...
Quando criança adorava assistir os desenhos do pé de pano...
Sonhava ser um pé valsa...
Certo dia, ele estava comendo um pé de moleque...
E, sem querer, esbarrou num pé de cana...
O pinguço deu-lhe uma tapa no pé do ouvido...
E um pontapé no traseiro...
Então ele decidiu que não seria mais um pé rapado...
Deu no pé daquele lugar...
Resolveu fazer seu pé de meia...
Parar de enfiar o pé na jaca...
Deixar de meter os pés pelas mãos...
Plantou um pé de laranja...
Depois, mais um pé...
E outro pé...
E assim foi indo...
Plantou dezenas de pés...
E quando algo parecia dar errado...
Ele batia o pé...
Dava um pontapé nos problemas...
Botava o pé na lama se fosse preciso...
Sempre mantinha os pés no chão...
E, sem pisar em ninguém...
Colocava o pé na estrada atrás dos seus objetivos...
Atravessou mares usando pés de pato...
E quando ele ficou velho, e já não conseguia mais andar a pé...
Lembrou-se de quantos pregos teve que arrancar do coração, usando um pé de cabra...
Diz a lenda que quando ele já estava com muitos pés de galinha...
Já quase com o pé na cova...
Sentou-se ao pé de uma montanha...
E ficou o resto da vida olhando para seus pés de laranja...
Com a certeza de que seus pés o levaram para o caminho que ele escolheu...
É difícil ser fogo em uma era do gelo.
É difícil ser intenso e verdadeiro em uma era de desapego e aparências.
É difícil andar com a face à mostra, quando todos usam mascaras.
Desde pequeno sempre gostei de livros bem que era mais pelas capas que pelo conteúdo com palavras que ainda não entendia. Mas sempre gostei e sempre acreditei que escritores os fabricavam. Nesta mesma época já me via como um curioso e contumaz pensador e nunca pensei em escrever um livro. Pois para mim, os pensadores tem como principal objetivos espalharem palavras, visões e pensamentos ao maior numero de pessoas que encontram pelos caminhos. Confesso que é o que tenho feito mesmo sendo o autor.
" VIVA O ORGULHO."
Andréa.Correia.
A criança que você era, teria orgulho do adulto que você é hoje? o que alguns chamam de " orgulho " eu prefiro chamar de parei de ser "BESTA "
O orgulho é o sentimento, mais capais de todos, com ele você se gosta, sem ele pouco acontece. a vida não precisa ser perfeita, para ser maravilhosa. Sou como o tempo, uma vez perdido, já mais me voltam a recuperar. Sinto orgulho em saber que sou quem quero ser... ORGULHO, é consciências de valores, não é arrogância, nem presunção, apenas sei quem eu sou e tenho orgulho nisso, mesmo vivendo em um mundo, de falsidades e hipocrisia. TENHO ORGULHO DE MIM, NUNCA PRECISEI FERRAR COM A VIDA DE NINGUÉM PARA SER FELIZ... O orgulho não quer dever, e o amor próprio não quer pagar ... A prenda a se colocar, em primeiro lugar, viva orgulhoso, de você mesmo... haverá um dia, que você olhará com orgulho para tudo que fez e dirá: " VALEU APENA "
" VIVA O ORGULHO... "
🐾Andréa.Correia.🐾
Me dizesseram que sem qualificação eu era, Que o intuito errado me guiava, quem me dera se essa conversa fosse de tal forma a mais correta.
Deixei me levar por um instante nessa conversa com miséria, que sem misericórdia na corda do abismo me enlaçou.
Levei um tempo para perceber que o meu saber era um transtorno para muitas vidas reprimidas, e por não terem meu saber queria rouba lo de mim trocando pelo trantorno que as rodeava.
Percebi por bem do meu próprio ego e vida pacata que na conversa falha e virtuperada do meu próximo não caíria feito uma criança.
"Quando criança meu anseio era ser adulto, quando esta etapa chegou,tenho todos os dias desejado ser criança novamente."
A natureza era realmente perfeita e o universo algo tão sublime. Quando a noite me via coberto por lindas estrelas. Na natureza me via então livre. E como parte dela eu me sentia. Sentia o todo da total liberdade que era ser livre. De se ser forte, de se testar-se, de chegar ao extremo de tudo. De tocar os céus com as pontas dos dedos.
Era no céu.
A neonidade reluzente, cor de medo.
Espelho sem emitir reflexos.
Rastro de luz cor de arrepio.
Parecia aurora.
As ruas cor de véu
Densa e gelada, tocava a pele revelando mil pixels fio a fio.
Relógio chamando pra cama, madrugada chamando pra aventura.
Numa noite
enluarada;
Um anjo
me encantou;
Seu olhar
era vibrante
e seu
sorriso
enlouquecedor.
Meu coração
naquele instante
pela boca
quase saltou;
porque sabia
que era
a chegada;
de um
grande amor.
Por ele
esperei tanto;
que já havia
desistido;
mas o amor
é desse jeito;
chega bem
de mansinho.
Não se sabe
dia, hora
ou lugar.
Só o que
se sabe, é
que num
belo dia;
ele irá nos
encontrar
e o nosso
coração ele
vai acalentar.
Numa noite
enluarada;
Foi que
tudo aconteceu;
no seu lindo
sorriso, o meu
se perdeu.
Só fui me
encontrar
no seu
doce olhar!
Numa noite
enluarada;
conseguiu
me conquistar.
E hoje
te prometo
que para
sempre
vou te amar!
Autora: #Andrea_Domingues
Outrora me debati em perdição
Como irmão
Lhe dediquei o mais puro amor
Era pouco não havia calor
Pouco depois em devaneio e prosa
Me esclareci em versos
E clara como verdade
Descobri meu amor
Perfeição
Em meio a tanta sinceridade
Eu amor de tenra idade
Me enamorei como menina
E em loucura e chacina
Fui aos poucos me tornando vazio
E perdida em concessões
Me vi sem vida
Tudo era você
Tudo era para você
Tudo em vida
Que em peleja só teve ida
Por enquanto em força quente
Eu ministra de vontades próprias
Me vi em rasteiro diário
Já não era eu
Era um trapo em aceite escancarado
Que um tudo um farrapo melindrado
Fui secando
De generosidades
Hoje sou pedaço
Fragmento de alegria à procura de um sorriso
Me exauri
Sou um ar viciado
Que balança calado
Prestes a cair
Me seguro em podre
Um amor magoado
Que nem em dia sem medida
Reza e deseja a despedida
Fruto de meu maior valor
Cai em buraco
Era tão fundo
Que nem cavaco
Dava conta de puxar
E lá era escuro
Mas tão escuro
Que por mais maduro
Não conseguia enxergar
Minhas roupas rasgadas
Meu corpo surrado
Mostrava mesmo
Que era fundo o danado
Nada cooperava para a saída
Nada gelava minha investida
Que quente ficou
Quando o desequilíbrio fincou
Debati daqui
Debati dali
E fui amolecendo meu couro
Que me falaram vale ouro
E não abra mão
Mas eu coração de peão
Força de leão
Subi num cavalo alto
Me vesti de virtudes
Não me enamorei de vissitudes
Olhei horizonte afora
E a bondade de quem me namora
De longe a olhar minha vida
Não me dou audácia de meter
Falou calmamente
Estarei aqui quando você entender
Que o direito é direito
E não faz sofrer
Que o buraco fundo
Te faz tecer
Grandes correntes te amor
Grandes colchas de ternura
Enormes rotas para fugas de amarguras
E a gente vai e volta
Volta e vai
Até que com puxão continuo
Saímos da deflagração com mimo
E fortaleza de farol
Enxergando tudo de longe
Sem prejudicar
Sem se abalar
Sem vangloriar
E segue estrada
A certa não a errada
E vai na certeza que quem ama cuida
Nada esconde
Não arrepende
Não mente
Como demente a simular
Que o amor não gera tristezas
Gera a nobreza
A gentileza de entender o acabar
A ternura do formar
E a alegria do compartilhar
24/01/18
Antes de começar o seu dia lembre-se:
Que independente de qualquer coisa você já era feliz sem a existência de qualquer ser, o acréscimo de alguém ou a falta dele é apenas um detalhe que pode ser substituído.
ESCRAVIDÃO TECNOLÓGICA
A nova era escravocrata se instaurou,
abrangente universal,
escravidão tecnológica viral.
O escravo cobiça o mais caro suserano feudal
para que o domínio seja total.
Perdem a noção da essência, do senso prático, e até do senso comum.
Prelúdio da extinção do ser racional e a instituição do alienante mental.
Enquanto caminhava para o trabalho, parei por um segundo para olhar ao redor, era bem cedo, o ar estava puro e ainda fresco mesmo sob o sol incandescente. Pessoas de um lado para o outro evitavam trocar olhares, algumas carregavam bolsas de problemas enquanto outras estampavam um sorriso no rosto. Olhei as nuvens, fechei os olhos e inspirei profundamente. Os raios de sol atravessaram-me como flechas aquecendo todo meu corpo. Purifiquei-me. Ressurgi. Acendi o que há muito havia se apagado.
