Era
Ja lutei, fui ate o fim, ja cansei mas não podia parar, o sonho era meu se eu não lutasse quem por min iria lutar?
Eu me lembro quando você me achava divertida, quando seu sorriso pra mim era o mais importante, mas agora só somos desconhecidos que se conhecem demais.
Olhar Oriental.
Seu sorriso era lindo,
fazia qualquer um Perceber o quanto a vida merecia ser vivida.
Seus olhos sorriam,
Sua alma sorria,
Seu carisma contagiava,
E sua beleza fascinava,
Pensei em elogiar,
Mas, para não afugentar,
Preferir me calar,
Para que no dia seguinte
Eu pudesse lhe admirar.
Quando você repudia algo que antes era interessante aos olhos, daí você percebe que certas coisas ficaram retóricas, ou que de fato você amadureceu.
A hiperpopulação, aliada à era da informação trouxe à tona o caos de opiniões humanas. Hoje somos ratos furiosos apertados dentro de uma caixa. Diante disso, me parece bem mais sensato olhar com honestidade para minhas próprias atitudes do que tentar convencer os outros das minhas vãs opiniões.
Hoje acordei de manhã e era noite, não mais os olhos, mas com o coração eu via, resolvi colorir o dia mesmo quando as cores já não mais existiam.
Quem eu era, quem eu sou.
Quem eu era, me consumia
Quem eu sou, transmite energia.
Quem eu era, não me permitia
Quem eu sou, me permite alegria.
Quem eu era, tava perdido
Quem eu sou é decidido.
Quem eu era andava sozinho
Quem eu sou, Deus me acompanha no caminho.
Quem eu era, a magoa andava ao meu redor
Quem eu sou, só quer saúde paz amor e só.
Quem eu era, vivia da palavra desiste
Quem eu sou, se não acertar persiste.
Quem eu era, andava triste
Quem eu sou, sorrir até dos momentos difíceis.
Quem eu era, parecia obsoleto
Quem eu sou, faz parte de um plano perfeito.
Quem eu era, não existia
Quem eu sou existe, e vive cada minuto do dia.
Céu Cinzento
Algo que era apenas meu, num piscar de olhos se tornou nosso.
Meu egoísmo logo apareceu, tornando minha felicidade duvidosa, meu talento descrente e minha vaidade nula.
Meus pés que longe estavam do chão, em um instante o solo tocaram novamente.
Tudo era tão puro, sentimentos transbordados de um coração cheio de bagagem, visões de uma alma sincera, pensamentos de uma mente a beira da loucura. Tudo tão verdadeiro, intenso, real, ao virar as costas se tornara banal, vendável por míseras notas sujas de dinheiro.
A ganância tomou o lugar da paixão, o stress acabou com a calmaria, a produção em massa roubou toda a pureza e paz de espírito.
Mais uma vez algo me foi tirado, rendido dos meus braços, afogando meu coração na profunda tristeza.
Como foi fácil um dia ensolarado tornar-se nublado, as nuvens de repente encobrirão os raios de sol, as gotas geladas de chuva esfriaram os asfalto ainda quente, o cinza roubou as cores vivas do céu, a palidez e a monotonia reinaram nesse novo dia.
Talvez esse seja meu carma, ver tudo nas palmas das minhas mãos escorrer pelos vãos dos meus dedos tortos, evaporando antes mesmo de tocar o chão.
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Rute era estrangeira. Todo mundo em volta dela era israelita e acreditava no único e verdadeiro Deus. Ela era de Moabe, e havia sido criada numa cultura sem fé. Além disso, era muito pobre. Para complicar, era viúva e cuidava da sogra. Como poderia uma mulher assim fazer tanta diferença em seu mundo quanto Moisés ou Josué? Rute nem precisou tentar. Ela estava ocupada demais amando o próximo. Era uma pessoa fiel, nunca egoísta, e tinha muito mais a oferecer do que a receber. Foi exatamente isso que Deus usou para fazer uma enorme diferença no mundo de Rute. Leia o livro de Rute para descobrir o que aconteceu e como você também pode ajudar a mudar o mundo. Basta amar as pessoas.
Lhe chamei na janela a noite, e você veio, nem sabia quem eu era e ainda assim apareceu, tão linda, seus olhos tiravam suspiros até da lua no céu, uma pena ser louca, a ponto de ouvir do vento alguém chamar seu nome, e ver do outro lado o seu velho amigo imaginario. Eu só existo na tua cabeça, minha amada, é tudo que eu sou... uma ilusão, uma fantasia lúcida, seu sonho e pesadelo... e ainda assim, não me ignoras quando te chamo.
Amigos,já perdidos?
Ne um dia,existia uma menina,uma menina muito sensível e amiga.Era seu primeiro dia na escola,fez amigizade com todos,mais especificamente com três amigos.Eles eram os melhores amigos,faziam tudo juntos,zuavam,Jogavam video games,saíam para cinema,faziam trabalhos escolares,em fim tudo.
As semanas foram passando muita diversão.
Os meses foram passando,tudo já estava sumindo.
Um ano passou,uma confusão se iniciou.A menina não sabia o porquê se ela amava tanto seus amigos dois deles se viraram contra ela.Esses amigos agora zoam a menina,excluem ela,e falam l dela pelas costas,já o terceiro amigo,estava lá com ela nos momentos difíceis.
Essa menina com a mesma capacidade que ela tinha de amar,ela tem a mesma para odiar,e concerteza vai odiar mesmo sem querer.
Eu queria ter nascido em uma época que um fio da barba era um documento e um aperto de mãos era um compromisso inalterável.
Ela tinha prazer em acreditar nas coisas boas da vida e seu maior desejo era poder distribuir alegria por aí.
Ela era a dona dos meus mais belos sorrisos, e vivia rindo das minhas besteiras.
Dizia que eu era sua criança e que iria me cuidar.
Fazia planos e me pedia pra casar.
Dizia que gostar não era patético e que se sentia especial por eu gostar.
Dedicava as mais belas músicas a mim mas nunca me tirou para dançar.
Fumava e dizia que era para passar, eu reclamava e falava para parar.
Me beijava mas não prometia ficar.
Dizia "oi!" a minha mãe e sorria sem ter o que falar.
Sem dúvidas dizia que nunca me esqueceria... e olha só, já somos quase desconhecidas.
Mas sem dúvida alguma, um dia, ela foi o amor da minha vida.
"Seria desejo? O fato era: um olhar a havia absorvido por inteiro – sua alma estava pronta para algo, assim como se sabe que um dia se há de morrer, e por isso vive-se".
"Era de manhã. Não havia maldade. O sol tilintava. A brisa assoprava. Os pássaros cantavam. A água corria por entre as fontes e a nascente brilhava. Fixou-se em seus olhos. Como se nada acontecesse, como o vento, ou mesmo a brisa, como uma serpente, uma víbora, um pecado, um sinistro movimento, sobre as trevas do medo e do inconsciente, sob as luzes da vida, num acorde de instrumento... Lá estava. Um filete – marulhando. A tentação lhe invadindo... Sol após sol. Quando a lua surgia, encontravam-se de novo, desastrosamente, no quarto".
