Era

Cerca de 25269 frases e pensamentos: Era

⁠Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.

Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.

Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.

E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.

E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.

Inserida por italo0140

⁠Antes de ti, o mundo era sombrio e pálido, agora resplandece em cores! Meu coração te ama com a paleta da eternidade.

Inserida por italo0140

Ele era um homem perdido... sua mente estava enredada em labirintos de pensamentos e emoções, entrelaçada intimamente com os mistérios do coração.

Inserida por italo0140

⁠Era uma noite tranquila e estrelada quando ele a conheceu, e desde o primeiro olhar, sentiu o impacto de um coração volátil. Ela tinha um sorriso encantador e olhos que brilhavam como constelações, mas havia algo mais profundo, uma tempestade emocional que ele não pôde ignorar.

Ele a observou em silêncio, notando como suas emoções oscilavam como a maré. Num momento, seu riso era contagiante, enchendo o ar de alegria; no outro, seus olhos se perdiam em uma melancolia distante, como se navegassem em águas desconhecidas. Essa inconstância, essa dança entre a paixão e a tristeza, a tornava incrivelmente fascinante.

Com o passar dos dias, ele se aproximou dela, atraído pela beleza caótica de suas emoções. Ela, com seu coração volátil, ora se deixava levar pelo entusiasmo de uma nova paixão, ora recuava, temerosa das profundezas de seu próprio sentir. Ele sabia que se apaixonar por ela seria como tentar capturar o vento, mas estava disposto a tentar.

Cada encontro era uma aventura emocional. Havia momentos de intensa conexão, onde seus corações batiam em uníssono, e momentos de incerteza, onde ele temia que ela se afastasse para sempre. Ela era indecisa, uma alma que flutuava entre a entrega e a fuga. Mas ele viu em sua sensibilidade uma beleza rara, um reflexo de sua própria vulnerabilidade.

Uma noite, sob a luz suave da lua, ele a segurou perto e sussurrou: "Sei que seu coração é volátil, que muda como as estações. Mas quero estar ao seu lado, navegar essas águas com você, aceitar cada mudança e celebrar cada momento."

Ela o olhou, surpresa, e uma lágrima deslizou pelo seu rosto. Talvez pela primeira vez, ela sentiu que alguém compreendia a complexidade de seu ser. Com um sorriso tímido, ela respondeu: "Eu sou como o vento, imprevisível e livre. Mas se você estiver disposto a voar comigo, prometo que a jornada será inesquecível."

E assim, juntos, decidiram enfrentar as incertezas, abraçando a beleza de um coração volátil, sabendo que o amor verdadeiro não exige constância, mas sim compreensão e aceitação das tempestades e calmarias que a vida traz.

Inserida por italo0140

Ela era simplesmente incrível, uma verdadeira magia... Jamais imaginei que um dia experimentaria essa magia novamente.

Inserida por italo0140

⁠Era uma noite serena, banhada pela luz suave da lua que escorria pelas janelas, envolvendo a sala em um abraço prateado. Ele estava sentado à mesa, seus olhos fixos no papel à sua frente, mas sua mente vagava para longe, onde seus pensamentos sempre a encontravam.

Ela era sua musa, a centelha de inspiração que fazia sua alma dançar em um turbilhão de palavras. "Você sabe que é a minha musa, né?" ele disse, quebrando o silêncio com a suavidade de uma brisa de verão. Em seus olhos, havia um brilho inconfundível, uma admiração que não se podia medir em palavras, mas que ele sempre tentava capturar.

Ela sorriu, um sorriso que continha o universo em toda a sua complexidade e simplicidade. "Em muitos deles, me vejo e nos vejo," ela respondeu, sua voz um suave eco de compreensão. "E vejo uma mistura também, de todas ou de muitas."

Ele não podia deixar de admirar sua percepção. Ela sempre parecia saber, sempre parecia entender. "Você tem o dom das palavras," ela continuou, o que ele recebeu como uma gentil bênção.

Mas ela sabia, sabia que não eram apenas as palavras dele que faziam a magia acontecer. "Contudo, os melhores e mais profundos e mais perfeitos vêm de mim, do que sentimos. Ao menos para isso serviu, te aperfeiçoou em seu dom." Sua declaração era uma dança sutil entre reconhecimento e partilha, um lembrete de que suas almas estavam entrelaçadas em cada frase que ele escrevia.

Ele suspirou, o peso de suas dúvidas transparecendo em seus olhos. "Será que o nosso destino é ficarmos juntos?" As palavras saíram de sua boca como um pedido tímido de resposta, uma esperança guardada cuidadosamente.

"Não sei," ela respondeu, um suspiro suave que se misturou ao ar. "Você já disse que não." Havia um toque de tristeza em sua voz, como uma melodia inacabada que ressoava no coração dele.

Ele hesitou, preso entre a razão e a emoção. "Mas, o que você sente?" Ele precisava saber, precisava entender aquele enigma que ela era.

"Medo," ela respondeu, suas palavras pairando como uma neblina entre eles. "Não sei se te vejo com alguém... Você casou com a solidão."

Aquela declaração era uma verdade que ele não podia negar. A solidão era sua companheira constante, uma presença silenciosa em cada canto de sua vida. "Solitude," ele corrigiu, uma tentativa de suavizar a dor que ela via. Para ele, a solidão era uma escolha, um refúgio onde ele podia se perder em seus pensamentos sem as distrações do mundo exterior.

Mas, por mais que ele tentasse se convencer, a verdade era clara. Ela era o que faltava, o elemento que tornava sua vida completa. E enquanto eles navegavam nesse mar de palavras, suas almas continuavam a dançar, sempre unidas, mesmo quando a dúvida e o medo ameaçavam separá-los.

E ali, sob a luz da lua, com o murmúrio das estrelas como testemunha, eles permaneceram, dois corações entrelaçados em um diálogo eterno de amor e incerteza, buscando respostas nas profundezas de suas almas, enquanto o tempo passava suavemente ao seu redor.

Inserida por italo0140

⁠Em cada aurora que nascia, era o teu nome que o vento sussurrava, e em cada pôr do sol, a tua ausência se pintava em tons de saudade. Lutei, dia após dia, em batalhas silenciosas que só o coração compreende, guiado pela esperança de ver teu sorriso novamente iluminando o mundo. Nunca houve desistência, nem um instante em que o pensamento fugisse para longe de ti. Porque esquecer-te seria apagar as estrelas do céu noturno — e isso, meu amor, é impossível.

Inserida por italo0140

Estávamos sempre juntos (ela era o meu lado bom)... a carreira, a distância, o tempo e, principalmente, o casamento nos afastou (toda banda tem a sua Yoko Ono), mas você continua sendo a melhor lembrança da minha juventude!

Inserida por italo0140

Eu te conheci muito jovem, quando tudo ainda era novo e emocionante... as possibilidades do mundo pareciam infinitas! Bem... elas continuaram sendo infinitas para mim, talvez, também para você, mas não para nós.

Nessa infinitude da sua ausência, simplesmente, vivendo para caçar emoções, o meu coração se quebrou tantas vezes e de tantas maneiras que não dá mais pra consertar. Ainda que o meu coração desfaleça e a minha carne definhe com a idade, os dados ainda estão rolando e sigo pagando qualquer preço por mais um pouquinho de emoção! Algumas vezes ganhando, outras vezes perdendo, mas, até quando?

Enfim, entre sexo, fatias de pizza, balas e guaraná... ainda me prendo àquela sensação! Eu sei que, para sempre, sempre acaba..., mas você sempre será um amor pra recordar! E lembre-se que, se você não demorar muito, prometo te esperar a minha vida inteira!

Inserida por italo0140

⁠Estive pensando sobre a "espera"...
Eu a conheci e nos apaixonamos, mas não era a hora certa e nos separamos. Então, anos depois, temos a chance de nos reencontrarmos.
Contudo, eu me pergunto: Será que já se passou tempo demais? Será que não esperamos muito? Não seria tarde demais... como é que pode dar certo?
Sozinhos, já chegamos tão longe! Se bem que, começando de novo, poderíamos chegar a um outro lugar. Você acredita em segundas chances?

Inserida por italo0140

⁠Eu perdi parte de mim enquanto esperava por você. Agora, tenho que redescobrir quem eu era antes de você, para descobrir quem sou sem você. Mas nunca vou deixar de rezar por você. Sempre pensarei em você e sempre, agora e para sempre, te amarei... mesmo que você tenha indo embora!

Inserida por italo0140

⁠Se não era o fim, eu quero ouvir... O amor ao qual renunciei, o meu sonho inacabado... Um ao outro era tudo que tínhamos naquela época. Muito tempo se passou? Se posso desejar alguma coisa, além daquele futuro que nunca mais terei... Eu quero ouvir algo além de uma despedida... Porque, sem você, o meu coração não para de doer!

Inserida por italo0140

Ele era tão feio...

Mas tão feio...

Que era um assinte...

Em concurso de feiúra...

Ganhava de prato cheio...



De olhos esbugalhados...

Sampaco...

Narigudo...adunco...orelhudo...



Seu gogó imenso...

Muito pronunciado...

Parecia um marreco engasgado...

Rosto chupado..

Sem carne... só osso...

Labios finos...

Distorcidos....



Muito magro e bem alto...

Braços alongados...

Pernas muito finas...

Um espantalho...



De chinelos notei seus pés...

Pisando torto, desengonçado...

Tinha unha encravada...

Um joanete ao lado...



O joelho enrugado...

Igual cara de velho...

Coxa dura e seca...

Um boneco...



Muito mal vestido...

Debaixo da chuva impiedosa...

Em nada se importava...

Com a rua caudalosa...



Mas tinha um traço peculiar...

Que a tudo isso escondia...

Um brilho no olhar...

Em sorriso lindo que abria...



Então tudo transformava...

Um encantamento surgia...

Atrás da feiúra aparente...

Beleza verdadeira escondia...



Tudo que era fora de proporção...

Fazia sentido...

Se o sorriso era lindo...



Era nato e magnífico...

Naquele vulto distorcido...

A feiúra se transformar...

De um sapo errante...

Príncipe virar...



E com tal afinco sorria...

Que ao seu redor tudo mudava...

De tarde chuvosa...

Linda noite prometia...



Descobri assim...

Que na rua não devo mais sair...

Toda vez que isso faço...

Para comer pastel ou outro salgado...

Perto da maria-fumaça...

Sempre tem um babado...



Sandro Paschoal Nogueira

"-Viva eu ignorante e ignorado..."


Dizia assim o ogro...

Que não era amado...



Corpulento e desajeitado, de maus bofes e mal apresentado...

Vivia, diziam, em pântano assombrado...

Sonhar ele não sonhava...

Tinha, nas madrugadas e em horas dos dias...

Única companhia...

Eterna agonia...



Todos os olhares desviavam de sua face...

Nenhuma mão lhe era estendida...

E em total desenlace...

O ogro sofria...



Seu espírito tal qual criança perdida...

Tinha na solidão o abrigo...

Grande coração não compreendia...

O porquê daquele castigo...



Tantos belos rapazes de almas vazias...

De vidas abastadas, luxuosas e perdidas...

E ele fadado pela aparência...

Ter nessa existência...

Condenado a resiliência...



Sua única alegria...

A qual foi talhado...

Era do pântano em que morava...

Retirar do lodo em que chafurdava...

As mais belas flores que colhia...



Mas não se engane meus amigos...

O ogro também amava...

Linda donzela de aldeia vizinha...

E nas madrugadas....

Em surdina...

Sob a cumplicidade da senhora da madrugada...

A lua se escondia...

Favorecia assim...

Ao ogro do pântano...

Colher de seu jardim...

A mais bela flor...

E na escuridão que o cercava....

Cantava as mais lindas melodias...

Ofertava desse modo, junto com as flores, todo o seu amor.



A linda donzela não sabia...

Que seu pretendente era o ogro enjeitado...

Que para ela o ogro colheria...

Não só as mais belas flores da terra...

Mas que também lhe daria...

As estrelas para lhe fazer companhia...



Um dia...

Em desejo...

A donzela se escondeu...

Queria descobrir quem era seu amado...

Que no manto da escuridão...

Se apresentava...



Enfim...

Naquela noite fria...

Pela estrada prateada...

O ogro ia...

E como sempre levava em seu bojo...

Do seu amor o encanto...



As estrelas brilhavam mais que tudo...

E quando o ogro começou a cantar...

Desceram do céu para festejar...

A mais bela melodia...



A donzela pode então ver...

Que seu amado não era belo...

Mas seu coração singelo...

A encantou....


E assim termino minha história.

Acreditando no que digo....

Podemos não ser belos por fora...

Mas é na alma...

Que Deus mora...



Sandro Paschoal Nogueira

#Ainda #me #lembro #de #uma #manhã...

Em um lugar bom e belo...
Em que o tempo era doce...
E meu coração mais singelo...
Não me preocupava...
Com o vai e vem das noites...
Não me preocupava com as auroras...
Sentia grande prazer...
De ver nascer minhas rosas...
Vai-se agora a noite...
Vem de novo o dia...
Em meu jardim caminho eu...
Em silêncio consternado...
Não ouvindo mais ...
Melodia de pássaros...
Agora assustados...
Luz estaria agora comigo...
Se tivessem vocês ao meu lado...
Somente o jasmim...
Me recorda como um dia...
Tão grandemente fui amado...
Todos partiram...
O vento os levaram...
Na taça que hoje eu bebo...
O fel é tomado...
Estrada comprida...
Sem destino certo...
Algoz de mim mesmo...
Coração vazio...
Quase acabado...
Bate em sintonia...
Com a saudade que não é fantasia...
Antes assim fosse...
Daria término a minha agonia...
Conta os minutos...
O tempo que urge , que voa...
Erguendo aos céus as mãos...
Choro solidão...
Fera que ronda...
Insaciável apetite...
Aconselha de forma vã...
Me deixando mais triste...
Meu coração já não mais dorme,
Não mais sorri...
Em madrugadas frias...
Na alma o silêncio proclama...
Estou aqui...
Ah meu Deus...
Até quando esse cântaro terei que verter ?
Apazigua meu espírito...
Que eu já não mais me preocupe...
Plante no árido deserto que sou...
A esperança de ainda viver...


Sandro Paschoal Nogueira

A bananeira


Plantei uma #bananeira na beira da estrada...
Chovia muito...
Era madrugada...

Perto de mim...
Um raio caiu...
Pensei comigo...
Que seria meu fim...
Não queria terminar assim...

A bicha danada cresceu muito rápido...
Pela manhã já tinha um cacho...
Colhi e levei para a feira de domingueira...
E pus-me a vender aquela maravilha...
Deu o que falar...
Era pura euforia...

Fizeram então...
Grandioso leilão...
Quem mais pagasse ...
Venceria...

As ofertas comecaram...
Grandiosa multidão...
Grande admiração...
Homens, mulheres...
Jovens e idosos...
Acotovelavam-se ...
Todos queriam...
Minha banana ver...

Surgiu a primeira oferta...

Apareceu um turco sovina...
Disse que minha banana ele queria...
Mas só me comprava o cacho todo...
Se grátis pudesse experimentar...
Minha banana com gosto...

Claro que neguei ...
Que ousadia❗
Vê se pode tamanha afronta...
Não sou qualquer um...
Tome tento❗
Tome nota❗

Minha banana não é para qualquer um...
Tem que ser do jeito que quero...
Tem que ser do jeito que eu gosto..
Se não for assim...
É bom passar de largo...
Comigo tem que ser afável...
Tomar muito cuidado...

O turco foi embora...
Soltando fogos pelas ventas...
Que ele vá procurar suas quengas❗

Logo em seguida apareceu o português...
Dizia que a banana era muito formosa...
Não queria...estava de vez...

Veio também um trio estranho...
Um espanhol junto com um italiano e um francês...

Só queriam ½ dúzia...
Teria que dividir...
Um pouquinho para cada um...

Queriam me enganar...
Cheios de astúcia...
No golpe não caí...
Já vi muitos malandros por aí...

Ou levavam todas as bananas...
Ou nada feito...
Comigo é assim ...
Não tem jeito...

Muita gente a banana queria...
Argumentavam aqui...
Argumentavam ali...
Comprar que era bom...
Nada...
Só conversa fiada...

No fim da tarde...
Quando eu já quase desistia ...
Me apareceu um árabe ...
Que proposta me fez...

Compraria todo o cacho...
Mas algo além também queria...

Queria que com ele eu fosse...
Plantar bananeira no deserto do Saara...
Cuidaria de mim e de minhas bananas...
Me daria um bom salario...
Casa, comida em boa cama...

Ele sabia e muito bem...
Que banana tem que ser bem cuidada...
Prover fartura de sol e de água...
Eu muito gostaria...

Aceitei com satisfação...
Comprou tudo e me levou até seu avião...

Naquele mundaréu de areia...
Quando ali cheguei...
Numa tenda cheia de almofadas e tapetes persas aquela noite passei...

Decidi com o árabe ficar...
Ele me mostrou muitas coisas...
Me disse que mais iria mostrar...

Todas eu gostei...
E assim muito tempo com ele fiquei...
Seu nome era Társis..
Plantamos muitas bananas...
Fizemos um oásis...

Ao Brasil não sei quando voltarei...
Vou ficando...
Por enquanto...
Nas arábias...

Se Sherazade contou 1001 estórias...
Para vocês conto uma só...
As outras 1000
Deixo para o árabe contar...
Ainda temos juntos...
Muitas bananeiras a plantar...

Sandro Paschoal Nogueira

Me extirparam o filósofo romântico de mim

Ainda ontem, menino, eu era porreta.

Questionava tudo!

Arremessava pedra contra o infinito, certo de que acertaria o impossível.

Apaixonava-me por qualquer menina que cruzasse meu olhar.

Tocava a campainha e voava, sem jamais olhar para trás.

Rasgava o dedão ao chutar bola descalço,

chorava o desprezo do dia,

perdia o sono por causa do “não” da menina que eu gostava.

Hoje, me cobro por não ser (e por não poder mais ser) aquele menino que outrora fui.

Como se tivessem extraído de mim

o filósofo romântico que acreditava no eterno,

na poesia ingênua das pequenas coisas

e na possibilidade de mudar o mundo com um gesto.

Meu doce Anjo!
Foi através de um site de relacionamentos que o conhecir há 1 ano atrás...
Eu era simplesmente uma mulher com sonhos de menina, lembro-me daquelas lindas palavras que me dissestes: Eu gostei de você e tô afim de conhecê-la!
Eu disse que era casada que não podia, você me convenceu com uma simples frases que estava no meu perfil do MSN: Euu QueroO... Euu PossoO... Euu ConsiigoO.... Simples assiimm... Sou decidiidaaa...!
Apartir daquele dia vi minha vida mudar radicalmente, passei a te desejar mais e mais, tudo que eu fazia era você que me inspirava, quando a noite dormia era com você que eu sonhava. Nossa primeira vez foi uma experiência estranha, pois eu não havia cometido tal loucura, passados alguns dias fui novamente pra cama contigo, te desejava mais e mais, queria te sentir dentro de mim, quando lembrava de você via-me perdida entre sonhos e decepções. Não sei o que aconteceu, mais apaixonei-me por você mesmo sabendo que isso era uma loucura total...

Inserida por Arenilda2012

Quando te conheci, foi como se estivesse vivendo um conto de fadas, tudo era mágico pra mim, ria à toa e tudo era motivo de alegria pra mim.
Estava tão apaixonada por ti que não cabia em mim de tamanha felicidade, minha vontade era gritar aos quatro cantos do universo que havia encontrado o meu amor, em mim crescia uma força súbita e só aumentava mais e mais, os dias foram se passando e meu amor por ti aumentando, toda vez que te encontrava era como se estivesse vivendo um conto de fadas, o momento era sublime, seu beijos eram intensos e apaixonante.
Hoje vejo e afirmo que todo paraíso tem seu céu, mais abaixo do céu também existe um inferno.
Você foi tudo: Paraíso, inferno e céu!
Te amei muito e com a força desse mesmo amor irei te arrancar do meu coração! Meu coração não é platéia pra ficar na arquibancada esperando, nem palhaço pra ficar vendo alguém brincar e rir dele, sou como um cometa raro, sou como a estrela radiante! Minha parte cometa vai tirar você do meu coração numa velocidade impressionante!

Inserida por Arenilda2012

Já não tinha muito, mas o pouco que eu tinha, era essencial.

Inserida por RicardoRezende