Era
Até então tudo era não. Uma viagem? Não. Um presente? Não. Um trocado? Não... Era muita mordomia para pouca economia, foi aí que a ilusão acabou. A mão encheu de calo. O sono tinha seu momento. Até a dor deixou de ser prioridade. Hoje tenho consciência de que o SIM só depende de MIM... FIM.
E se a Annabelle fosse a chapeuzinho e a sua Avó fosse a Freira, quem era o herói dessa história?
Atenciosamente: Lobo dos três porquinhos
No retrovisor da ilusão o que parte o coração de um amante é saber que o amor antes vivido era apenas distração.
Conheci uma menina que era mais que uma simples mulher; ela era uma deusa. Tentei de várias formas capturar sua essência, desenhá-la em cada traço, mas a cada rabisco, o lápis fraquejava, como se seu brilho fosse impossível de conter no papel. Após tantas tentativas, percebi que o que é verdadeiramente perfeito não pode ser reproduzido. Cada detalhe seu era único, e sua imagem só poderia existir em sua forma viva. Qualquer tentativa de desenhá-la poderia ser apagada. Embora eu não a tenha desenhado nas paredes do meu quarto, guardo sua presença viva em meu coração, uma memória impossível de apagar ou descrever — tão incomparável quanto sua beleza.
Elo entre Era
O negro com alma de branco, fez-se em pranto
Perdido no seu mais belo desejo do viajar;
Intacto, fortuito... preso no seu próprio labirinto
O negro com alma de branco, provou do seu veneno ao ser chicoteado;
Endiabrado pelo momento, ofuscado pelo sentimento
O negro com alma de branco terás que lutar;
Sua liberdade a prova da ampulheta
O tempo marca o que se passou
O Negro com alma de branco
Traz novamente ao seu cotidiano
A dor de um escravo que se libertou;
O tempo é sábio, ele afasta o que não era para ser e fortalece o que veio para ficar. Quando olhamos para trás, percebemos que o que realmente valeu a pena foi o que resistiu às provas do tempo.
A Aranha
Não era a aranha.
Era o fio invisível
que me prendia há anos
no mesmo canto do quarto.
A aranha só apareceu
quando o cansaço já tinha nome,
quando o corpo já vivia
em modo de vigília permanente,
como se a paz fosse um boato.
Ela não ameaçava —
eu é que já estava ferida.
Ela não atacava —
eu é que vinha lutando sem armas,
no escuro,
há tempo demais.
A aranha virou símbolo:
do medo que não dorme,
do pensamento que insiste,
do dia que apaga o pouco de luz
que tentou nascer.
Eu não queria o fim.
Eu queria descanso.
Queria um lugar onde o peito
não precisasse se defender o tempo todo.
Queria existir
sem estar sempre aguentando.
E alguém gritou “levanta”,
como se levantar fosse simples,
como se coragem curasse exaustão,
como se a dor tivesse botão de desligar.
Mas ali, naquele instante,
o que me salvou
não foi a vassoura,
nem a força,
nem a razão.
Foi o fio mais frágil de todos:
ser vista.
Ser ouvida.
Permanecer.
A aranha ficou.
O medo também.
Mas eu fiquei mais um pouco —
e, por enquanto,
isso basta.
O beijo:Em uma pequena cidade da Itália...uma jovem chamada Roberta. Ela era conhecida por sua beleza e bondade, mas um dia, uma doença misteriosa a atingiu. Os médicos não conseguiam encontrar uma cura, e Roberta começou a perder as esperanças.
Um velho sábio disse que a única coisa que poderia curá-la era um beijo de amor verdadeiro. Mas, Roberta não sabia quem poderia ser o seu príncipe encantado.
Um dia, enquanto estava deitada na cama, um jovem chamado Ricardo entrou no quarto. Ele era um amigo de infância de Roberta, e sempre esteve apaixonado por ela, mas nunca teve coragem de dizer.
Ricardo se aproximou de Roberta e a beijou. Mas, não foi um beijo qualquer. Foi um beijo cheio de amor, carinho e sinceridade. E, para surpresa de todos, Roberta começou a se sentir melhor.
Com o tempo, Roberta se recuperou completamente, e percebeu que o beijo de Ricardo havia sido o remédio que ela precisava. E, para sua surpresa, ela também havia se apaixonado por ele.
A partir daquele dia, Roberta e Ricardo estiveram juntos, e a pequena cidade celebrou o poder do amor verdadeiro. E Roberta nunca mais esqueceu que, às vezes, tudo o que precisamos é de um pouco de amor para ficar bem.
*Uma casa com cães e gatos e às vezes pessoas.*
A casa era conhecida pela vizinhança como "O Barrigudo solitário". Havia quatro gatos e um cachorro mas ao longo dos anos sem limpar. A casa estava sempre cheia de pelos, fezes e urina, e o cheiro era insuportável.
Apesar disso, o dono parecia não se importar. Ele passava o dia inteiro sentado no sofá, cercado por seus animais de estimação, e não se preocupava em limpar a casa ou cuidar da saúde dos animais.
Os vizinhos estavam sempre reclamando do cheiro, mas o dono não dava atenção. De vez em quando, alguém passava na porta entrava e ficava por poucos instantes devido ao mau cheiro... não ousava ficar. Ele dizia que a casa era seu reino, e que ele era feliz com seus animais.
Mas, um dia, os animais começaram a desaparecer. O dono ficou desesperado, e começou a procurar por eles em todos os lugares. Foi então que ele percebeu que a casa precisava de uma limpeza profunda, e que ele precisava cuidar melhor dele mesmo e dos seus animais.
A UTOPIA DA ETERNIDADE DO AMOR
Mentiram por milênios
Dizendo que o amor era eterno.
Eu por muito tempo acreditei
Creio que fui enganado, mas acordei.
Escrevo este texto
´para fomentar a curiosidade
E a vontade de saber de vocês.
O amor eterno
É uma das grandes utopias
Assim como viver em um paraíso aqui na terra.
O amor eterno existe no sonho
E como uma utopia
Nunca conseguiremos realizar
Tal façanha, tal proeza;
Infelizmente para a nossa tristeza.
A saída seria encontrar o equilíbrio
Entre sonho e realidade,
Mas eis a questão:
Como encontrar o equilíbrio entre o sonho e a realidade?
Sete Verdades Que Eu Gostaria De Saber Quando Ainda Era Adolescente
Valorizar os instantes em família é o melhor investimento de tempo que alguém pode fazer em sua vida. E não importa qual a idade que se tenha, os laços verdadeiros são criados com os membros da própria família. Amigos são extremamente importantes, mas na maioria esmagadora das vezes o colo que se precisa continua sendo de alguém que presenciou o seu o seu nascimento, a infância e o seu desenvolvimento. E que em muitas das vezes ocorre o distanciamento dos familiares devido a imaginar ter crescido demais para continuar a depender da mamãe ou do papai. Abraçar, beijar, dar e receber carinhos, colo, declarações do quanto seus pais, irmãos, tios, primos, avôs são importantes em sua vida ajudam a criar um suporte emocional considerável para quando chegarmos a idade adulta.
Não tem mal algum em ser afetuoso independente de ser menino ou menina, aliás já ficou para trás há muito tempo a sociedade patriarcal, onde homens não podiam ser afetuosos e não podiam escrever cartas de amor, poesias e demonstrar sentimento.Demonstrar amor, carinho e se apaixonar o torna mais humano ainda.Homem também chora.
Sentir medo é normal, e sentir e demonstrar medo não o faz menos homem do que os valentões de plantão, pelo contrário, sentir medo e não precisar provar pra ninguém que se é homem aumenta suas chances de não engrossar as estatísticas que apontam o grande número de homicídios que vitimam milhares de meninos e rapazes que cresceram achando que homem não podem fugir ou se negar ao confronto ou desafio. Homem também escreve cartinha de amor e também chora.
Que não é porque uma menina tem a sua sexualidade vivida a sua maneira que ela é menos interessante do que outra que a sociedade diz ser mais recatada. Que as mulheres assim como os homens também têm direito a desenvolver sua sexualidade e não devem ser educadas para sentirem medo em todas as situações. Mulher devem ter agressividade sim, assim como os homens podem sentir medo.
Que na maioria das vezes o primeiro amor poderá não ser o único, mesmo que pareça, e que faremos coisas ou prometeremos coisas, assim como todos apaixonados, que poderemos nos arrependermos para sempre ou serão promessas tão absurdas que daremos risadas de como fomos inocentes e ridículos e duvidaremos de termos cometidos certos despautérios.
Que é suportável o fim de um relacionamento ou um fora.O coração partido que parece sangrar de dor irar sarar. Quando amamos sempre temos a impressão que entregamos nosso coração e nossa vida ao outro e quando o elo se rompe parece que estamos desamparados e que nunca mais iremos nos encontrar, sofremos muito, as vezes desejamos a morte, não por não amar a vida, mas para amenizar a dor. O importante é saber que tudo passa.
Que não seremos adolescentes para sempre e que cada idade tem suas venturas e desventuras, que se é jovem apenas um vez e que crescer não é essa maravilha toda que imaginamos. Que vivenciar com calma, serenidade e aprendizagem a juventude é uma das melhores formas de aproveitar uma fase única na vida, pois tudo tem seu tempo e lugar certo para acontecer.
Edson Luiz Elo
saudades de ser criança, saudades de ser quem eu era, mas nem eu mesmo sei quem eu sou. estou perdido no fundo da escuridão, e quem me deixou na escuridão já não está mais para clarear o caminho de volta para casa.
Um ser de fé inabalável paira acima do Bem e do Mal e só teme aquele que um dia foi e era seu real inimigo.
Você não perdeu, na verdade se livrou. Superestimou o sentimento, aquilo era carência. Nunca foi amor.
E antes de me abraçar lembre-se que o mundo em que eu estava era escuro e sombrio, e quando você chegou eu me perdoe sobre a imensidão do teu olhar chegando até você como um pequeno sopro de vida onde o amor apareceu e devastou tudo dentro de mim
um amor que me fez ter medo
E logo de cara gostei muito de você por que fez me sentir viva, sentir um calor que não sabia que existia
E olhando pra você, meu coração palpitava desesperadamente, e encantada com tanta gentileza e beleza vinda de um lorde
Todos os meus medos era apenas morrer sem ver a luz que você é, me faça acordar, me faça fugir dessa escuridão que estou condenada pela eternidade
Em uma longa espera por seu coração
Fez meu mundo escuro brilha, me iluminar
Assim feito raio de Sol, você brilhou em mim, no meu mundo sombrio
Me perdendo na imensidão do teu olhar, me arrancou de um mundo tão solitário
Que lindas flores plantadas para sua chegada se secaram, sem sua chegada e a lua não brilhava
Pois você é a estação do ano que eu esperava
Nem a primavera, nem o verão, nem o outono , nem o inverno são capazes de fazer o que você faz
Eu esperarei por você até o meu envelhecer
E com minhas mãos enrugadas vou sonhar em um dia poder segurar a sua e novamente viver a melhor estação esperada para o meu mundo sombrio, assim podendo viver minha juventude pela última vez sentindo meu mundo brilha pela sua chegada, irei grita e dizer
E dizer quão quente foi a minha vida quando você chegou, pois era frio, sem cor e sombrio sem você lá
Minha estação esperada
Era uma vez, em uma floresta encantada, um pequeno coelho chamado Léo. Léo era conhecido por sua alegria e energia, sempre pulando de um lado para o outro, espalhando felicidade por onde passava. No entanto, um dia, Léo começou a se sentir diferente. Ele não tinha mais vontade de brincar e se sentia triste e sozinho, mesmo quando estava cercado por seus amigos.
Os outros animais da floresta notaram a mudança em Léo, mas não sabiam como ajudar. Alguns pensavam que ele estava apenas cansado, enquanto outros achavam que ele estava sendo preguiçoso. Ninguém entendia o que Léo estava passando.
Um dia, uma coruja sábia chamada Olívia percebeu a tristeza nos olhos de Léo e decidiu conversar com ele. Ela se aproximou gentilmente e perguntou: “Léo, o que está acontecendo? Você parece tão triste.”
Léo suspirou e respondeu: “Eu não sei, Olívia. Eu me sinto tão triste e sozinho, mesmo quando estou com meus amigos. Parece que ninguém entende o que estou passando.”
Olívia, com sua sabedoria, explicou: “Léo, às vezes, todos nós passamos por momentos difíceis. É importante que você saiba que não está sozinho. A depressão é algo que pode acontecer com qualquer um, e é importante falar sobre isso e buscar ajuda.”
Com a ajuda de Olívia, Léo começou a falar sobre seus sentimentos com seus amigos. Eles ouviram com atenção e começaram a entender o que Léo estava passando. Aos poucos, eles aprenderam a ser mais empáticos e a oferecer apoio, em vez de julgamentos.
Com o tempo, Léo começou a se sentir melhor. Ele ainda tinha dias difíceis, mas sabia que podia contar com seus amigos e com Olívia. A floresta inteira aprendeu uma lição valiosa sobre a importância da empatia e do apoio mútuo.
E assim, Léo e seus amigos viveram felizes, sabendo que, juntos, podiam enfrentar qualquer desafio. A floresta se tornou um lugar mais acolhedor e compreensivo, onde ninguém precisava enfrentar a solidão e a incompreensão sozinho.
Moral da história: A empatia e o apoio são fundamentais para ajudar aqueles que estão passando por momentos difíceis. Ao ouvir e compreender, podemos fazer a diferença na vida de alguém e tornar o mundo um lugar mais acolhedor.
