Epígrafes para Tcc Morte
Teve um tempo, em que eu sentia dor
mas encontrava felicidade
Mas sempre vinha mais dor
Chegou um tempo que eu comecei
a não ligar mais se tinha dor
e passei a gostar dela
Muita gente ficou feliz com isto
Era o que eles queriam
*
...✍️
"O TEMPO, este rolo compressor,
transforma jovens em idosos,
e não adianta acionar o SOS,
precisamos enfrentar a dor,
que nos levará a morte, daí somente aguardar a ressurreição..."
*
(Apocalipse 21:3-5)
***
Eu carrego em mim todas as minhas ancestrais, eu reverencio a herança deixada por cada uma delas em mim.
A vida é infinita, os laços que nos unem não se cortam mesmo diante da morte.
Chorar? Não consigo mais.
Meu rosto permanece impassível.
Em mim, há um grito invisível tentando escapar.
Uma dor implacável buscando cura.
Um vazio desesperado para ser preenchido.
E um desejo insistente de que a morte chegue
e leve consigo essa sensação de incapacidade.
A Alma diz preocupadamente:
'MORREU!!!'
Mas, Cristo responde serenamente:
'NÃO MORREU, JÁ ESTAVA MORTO, E NÃO APROVEITOU ESSA EXISTÊNCIA PARA SAIR DO ESTADO DE MORTE E ENTRAR NO ESTADO DE VIDA!'
Nós tememos viajar ao passado e,
nele, mudar algo, por menor que seja e, com isso, alterarmos todo o nosso futuro. A verdade é que, com pequenas mudanças no nosso presente, podemos, sim, alterar o futuro.
Morrer não é ir embora dessa vida, morrer é não ficar no coração dos que amamos depois que a nossa vida física termina nessa Terra.
A importância da marcha ré em um automóvel, é impedir que você desça do veiculo todas as vezes que precisar retroceder, semelhante ao que se faz na vida.
A saudade existe porque existiram momentos bons, porque existiu amor! É preciso que a saudade aos poucos se transforme em gratidão, pelas oportunidades que teve ao lado de quem tanto amou.Só assim, conseguirás entender que o outro se foi, mas a sua vida tem que continuar.
No relacionamento moderno, podemos conhecer o corpo, um do outro, do avesso, mas querer enxergar a alma ou, falar de sentimentos, é um absurdo sem medida.
Se não controlamos o que pensamos ou sentimos, como poderíamos ter a ilusão de controlar o sentimento alheio, quando cobramos algo que deveria ser recíproco?
Nestes tempos de prazeres efêmeros, amar se tornou sinônimo de tocar apenas o corpo, sem experimentar, antes, invadir a alma.
Se lêssemos entrelinhas, seríamos capazes de sentir o encontro dos lábios, as carícias e o toque deslizando sobre a pele, nos conheceríaramos além do nome, saberíamos onde iríamos chegar, sem dizer uma única palavra, apenas lendo o brilho dos olhos.
Relações superficiais não permitem conexões profundas e, independente da constância, nem sempre significam alguma coisa.
