Epígrafe de Livro
(estrada)
Entre luz e sombras
Íamos caminhando
Havia rios e som de estrada.
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Livro: A eternidade das árvores 🌳
A árvore está cultivando a gota do orvalho para amanhã transbordar.
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Livro: A eternidade das árvores 🌳
MATAFÍSICA
Todo o vão metafísico
Tudo o que penso sou.
Toda doutrina do livro
Todo lugar aonde vou.
É um deserto infinito
Onde nem mesmo estou.
MUTAÇÃO:
Todo vão metafísico
Tudo o que penso sou.
Toda doutrina do livro
Todo lugar onde vou.
É um deserto infinito
Onde nem mesmo estou.
Todo o amor das Helenas
Todo o dogma do pastor
Todo o mutar das falenas
Toda letra que se consome
Toda dimensão das melenas
Toda sorte que me some
Toda essa metafísica
Se transmuta noutra cena!
Tenho idade suficiente para não ser um livro aberto.
Viaje, e não conte a ninguém
Se estiver triste, não conte o porquê.
Se estiver alegre, viva consigo o sentimento.
Sua história de amor é patrimônio bilateral.
Seus erros e acertos ninguém irá remediar.
Não conte de sua vida a ninguém.
A inveja é um sentimento corrosivo.
E tudo era como as páginas de um livro escrito a lápis. Um livro imóvel, parado, recebendo chuva de poeira. Suas letras se apagando aos poucos, lentamente, até que ele não tenha significado nenhum, nem mesmo saibam que aquilo um dia foi um livro.
Um olhar de 40 segundos entre dois corações apaixonados têm mais palavras do que um livro de 40 páginas.
Livros
"Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula. Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável. Há quem não se importe, mas, para os amantes da cultura, a situação é de calamidade pública. É preciso que se difunda uma ética do livro, uma ética que estabeleça a etiqueta da relação entre aquele que empresta e aquele que pega emprestado. Lembrando que a comunidade dos letrados é uma verdadeira roda-vida, um “circulo do livro” em sentido lato: quem empresta hoje, pega emprestado amanhã.
Tentando contribuir, apresento abaixo uma sugestão, um esboço, do que pode ser essa ética: (validos também para CD’s, DVD’s, HQ’s, revistas e congêneres)
1 — Se pegou emprestado, devolva.
2 — Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue.
3 — Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila.
4 — Se perdeu, compre outro e devolva.
5 — Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva.
6 — Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar seu próprio exemplar.
7 — Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido.
8 — Não pegue sucessivamente emprestados livros da mesma pessoa, sem devolver os anteriores.
9 — Não constranja seu próximo pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental.
10 — Não empreste livros que pegou emprestado.
11 — Demorar para devolver é o mesmo que não devolver.
12 — Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar.
13 — Não misture com seus livros."
Beijo
Re Rê Pinheiro
O escritor já tinha escrito todos os meus erros em seu livro sagrado, isso não significa que pretendo fugir dos meus pecados, só estou falando o que dizem por ai, “Deus esta no controle de tudo.”
A humanidade é escrita por guerras. Se você sacudir um livro de história, cairão armas; se o espremer, escorrerá sangue.
Um novo tempo se aproxima, se quiser conhecê-lo, trate de corrigir teu livro da vida e passar a limpo , pois o vento já começou a soprar.
O livro fala pouco sobre a verdade.
O fato é algo construtivo.
A forma tem sua espessura.
O caminho certo é algo fictício.
A sorte é irrelevante, mas, no fim, tudo é algo aleatório e incerto. Se é verdade ou não, só depende de você.
