Enxerga mais longe a Gaivota que Voa mais Alto

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⁠Para alegrar bem seu dia, acorde com alto astral, tome um banho, diga te amo pra vida e distribua paz.

Inserida por kepler78

O preço da maturidade foi tão alto, que somente agora percebi o valor que ela tem e representa na minha vida. Então, posso dizer: Valeu a pena ! ⁠

Inserida por andrelina_lima

⁠⁠É tipo navegar em alto mar hora o mar ta calmo, de uma hora para outra vem uma tempestade agita as águas e te puxa para o fundo do mar, assim vou seguindo né , o luto é isso .

Edelzia Oliveira

Inserida por EdelziaOliveira

⁠um mundo dar voltas gigante na roda chamada vida ,mas a fé te faz chegar alto nessa roda ,creia nisso!!!

Inserida por tania_costa_5

⁠Para voar não precisa ter asas, basta ter sonhos,e ousadia e se for pra voar, voe alto.

Inserida por neuracy_r_oliveira

⁠O segredo não é auto ajuda, é a ajuda do alto, faz o fácil que o impossível ELE fará...

Inserida por Js-23

Passageiros,Ofensas de Ofício

Se alguém me ofender, procurarei elevar tão alto a minha alma, de forma que a ofensa não consiga me alcançar!
Se não fosse assim, seria de outra forma. Se não fosse agora, seria bem depois ou amanha. Se não fosse esse ano, seria em algum ano qualquer.
As três coisas mais difíceis do mundo são: guardar um segredo, perdoar uma ofensa e aproveitar o tempo.Responder à ofensa com ofensa, é lavar a lama com a lama.O escândalo do mundo é o que faz a ofensa,epecar em silêncio não é pecar totalmente. Ser ofendido, não tem importância nenhuma, a não ser que nos continuemos a lembrar disso.Fazer grande estardalhaço a propósito de uma ofensa de que fomos vítimas, não atenua o desgosto, mas aumenta a vergonha.

Inserida por samuelfortes

⁠Nuvens de raça,
No alto cavalgam,
E soltam pancadas,
Descargas equinas,
Todas no céu relincham,
Éguas voadoras sem couraça,
Nuvens cavalas coiceiam,

Inserida por Madasivi

⁠O Brasil só mudará quando o povo mudar. O simples fato de você incomodar um vizinho com som alto e desrespeitá-los. Demonstram o quão distante nós estamos da evolução.

Inserida por ClesioPassos

Alpendre da Varanda

Vive
No mundo
Da lua

Na certa
Não tem
Pé no chão

No alto
Cabeça
Pra baixo

Do mundo
Tem outra
Visão

Na estrada
Ao contrário
De todos

O resto
Na
Contra mão

Um olho
Na trilha
Mesmice

O outro
Caminha
Por si

“Ilusões
Visões
imenso

Segredos
Que
Não tem
Fim”

Inserida por samuelfortes

⁠Na Cancela da Porteira

Na batida
Da cancela

De chegada
De saída

Lembranças
Falando alto

Na batida
Da cancela

Onde a dor
Aprende
A doer

Saudade
Finca
Plantão

No silêncio
Da cancela...

Diante aquela porteira,
Na subida da pedreira
Bateu triste certo dia

O sol ia descambando
Quando ela despedia

Ele partia para a guerra
Na porteira ficou ela

Vendo ao longe ele sumir
A porteira foi fechando

Duas vidas separando
Para um dia se unir

Já não ouço suas batidas
Seu triste rangido lembranças me traz

Chegue hoje ou agora
Não se avexe meu fio
É sentá e assuntá

Inserida por samuelfortes

⁠Passarinhada sem nome,
Eles erguem os bicos,
Gregários voadores,
Festejam alto,
A chuva que chega,
E desce precípite,
Do seu salto feminil,
Um pedaço do tempo presenciado,
Desprendido de novidade,
Da Paulicéia alvoroçada,
No fim desta tarde veranil,

Inserida por Madasivi


E lá no alto,
O silêncio reina,
E uma vez ou outra,
Uma ventania pesada passa e desfaz tudo,

Inserida por Madasivi

⁠SUPERLUA

Lá no alto do meu céu,
Vejo a Lua a brilhar.
Noto que ela está cheia,
Refletindo a luz solar.
Parece que ela cresceu,
Mas está no perigeu,
Só mais perto para olhar.

Inserida por RomuloBourbon

⁠A CHAPADA

Quero sempre olhar o mundo
Como quem está na chapada.
Lá do alto dá pra ver
Se há perigo de emboscada.
Também posso dar a mão
E ajudar o meu irmão
A subir na escalada.

Inserida por RomuloBourbon

⁠TEÚDAS E MANTEÚDAS?!
Do alto do romântico tanque das canelas, aonde eu ia todas as vezes que visitava o meu saudoso “Beneficio”, só para espiar as “caboclinhas” como eram chamadas pelos seus patrões e que ali lavavam suas roupas e da vizinhança. As nossas, porque se usufruíam das benesses da água, por obrigação tinham que lavar também as roupas da patroa, minha avó.
Todas elas de pele negra e poucos sonhos, mas donas de belos corpos, muito embora, visivelmente sofridos. Ainda assim, lindas por natureza. Por trás das moitas que surgiam não se sabe como, entre as gretas dos lajedos dos tanques de pedras, eu que naquele contexto iniciava-se à puberdade, me escondia por trás das mesmas, apenas para cubar a beleza sútil daquelas lavandeiras que vinham quase todos os dias ao tanque das canelas cumprindo o mesmo ritual. Muitas delas, dado à calmaria do lugar, ou quiçá, por espontaneidade, se sentiam à vontade durante a labuta aproveitando o sol que queimava vossa pele.
Ora! Eu apenas um guri se iniciando na puberdade, e filho inocente de uma formação patriarcal, não somente deixava aflorar a inocente curiosidade de me perguntar por que aquelas moças eram tão “diferentes” de mim como ensinava meus avós? Também deixava aflorar um sentimento de paixão infanto/juvenil, ainda que platônico. Assustado, ficava a me perguntar: Por que meu vô as chamava de teúdas e manteúdas, além de caboclinhas. E, ali ficava horas após horas a ouvir suas melodias que se harmonizavam com a batida das roupas sobre as rochas. Tudo aquilo para mim era motivo de alegria e diversão, muitas vezes tentando rabiscar suas caricaturas usando cacos de telhas sobre a rocha ou nas folhas verdes do agave (Sisal) nativo da região.
Já no final da manhã, apresentando os primeiros sintomas de fome, porem ali pregado, não podia sair sem antes assistir ao que se repetia quase que cotidianamente. As lindas lavandeiras num gesto natural exibindo seus belos corpos. Lavando-os como se estivera lavando aquelas malfadadas roupas. Aquele gesto me despertava muita curiosidade. Para meu desatino e frustração, logo se ouvia um grito... Ei moleque! Era meu vô a me procurar, instante em que as donzelas cor de canela mergulhavam nas águas do épico tanque das canelas, não sei se pelo fato de ali está alguém à espeita a lhes observar, ou pela súbita chegada de meu avô o que já era corriqueiramente e para mim estranhamente de praxe.
E o menino inocente e sonhador se embrenhava nos arbusto a procura da casa grande onde acometido de enorme ansiedade ansiava o raiar de um novo dia.
Agora já crescido não há mais dúvidas sobre a beleza anatômica e subjetiva daquelas inspiradoras e belas mulheres.
Todavia, aquele guri agora feito “homem” mutila-se ao indagar-se – O que de verdade existira entre meu vô e aquelas belas magricelas, se não a exploração de corpos e segregação de sonhos. Teúdas e Manteúdas jamais, execradas e torturadas. O bastante para a grande desilusão de meus sonhos pueris.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠PAI E FILHO

Ei, papai, estou bem alto,
para o céu eu vou voando,
como um super-herói,
que o mundo vai salvando.
Um dia vou te ensinar
como se faz pra voar,
e vai aprender brincando.

Inserida por RomuloBourbon

⁠Bem no alto da montanha,
Um homem e o seu cão
Observam as estrelas
Ao alcance da visão.
Podem ver uma galáxia,
Ela é a Via Láctea,
Do universo o coração.

Inserida por RomuloBourbon

⁠Pensar e sonhar alto. Um dia eu ainda vou no planalto.

⁠São as que riem alto.
As que dançam sem salto.
As que fazem da vida o seu palco.

As que desafiam o status quo.
As que não se conformam.
As que questionam. O caminho, as regras e a si mesmas.
As que se atrevem, e depois veem no que dá.

As que rasgam o verbo, seguem a voz de dentro
fluem com a vida e se confundem com o vento.
As que confiam na força do tempo.

As que se jogam, mergulham,
mas se levantam, se refazem
se reinventam.

São as que chegam de mansinho
e, de repente, te preenchem por completo.
São elas, de quem é gostoso estar perto.

As que têm o poder de iluminar,
aquecer ou de queimar.
Tudo depende da chama que você ativar.

Amigas da leveza,
eternas buscadoras de si.
Camufladas na multidão,
elas são puro coração
e estão espalhadas por aí:
sempre atrás do que as faz sorrir.

Inserida por renatastuart