Entenda como Quiser So Nao me Julgue
"so sei que nada sei mais eis de saber"
essa frase é de um filosofo mais conhecido como socrates ele destacava a importancia da humildade intelectual reconhecendo que não sabia tudo e nem poderia saber e encorajava os outros a fazer o mesmo que ele fez
As vezes só queria entender como você virou minha cabeça, como consegue mexer comigo, o que você tem ? ....
A nossa conexão, forte atração, como meu corpo responde a o tom da sua voz, como meu corpo responde de forma sutil e feroz ...
Seria pedir demais te ter uma única vez ?
Seria pedir demais sentir seu cheiro?
Seria te pedir demais ?
Fecho os meus olhos e só vejo você, escuto o timbre das suas palavras, vejo seu lindo sorriso, vejo como me atrai pra esse vício, você é um vício, um maldito vício que eu quero ter ....
Como silenciar criatividade se é ela me alimenta. Minha alma questiona a minha mente, ela só explicar processo químico e célula e impulsos neurais.
O ímpeto persiste mais uma vez debruçando no romantismo criativo.
Já ouvir dizer possa ser vício melancólico?
Detalhista, generoso e compassivo.
São característica do perfil temperamento melancólico.
Poderia ter feito mais por você, como foi no começo, hoje só restam lembranças e arrependimentos, confesso.
Só eu sei das minhas inseguranças, só eu sei como é estar perto e ao mesmo tempo se sentir distante de todo mundo.
"Políticos são como os sinais de trânsito: muitas vezes ignorados e só lembrados quando causam problemas."
"Políticos são como os contadores de histórias, só que em vez de fábulas, contam promessas eleitorais."
Que bom que tem pessoas que só lembro que existe ,quando esbarro com elas .
Mais como o tempo ta passando e amnésia vem junto.
Talvez nem assim eu irei me recordar.
A ausência de minha mãe, que já se estende por quase dois anos, é como uma sombra que se projeta sobre minha realidade. Às vezes, é como se estivesse preso em um sonho, onde sua presença é tão vívida que mal consigo distinguir entre o mundo dos sonhos e o despertar. Mas então a dura realidade se impõe, e percebo que é na efemeridade da vida que residem nossos mais profundos enigmas.
Neste Dia das Mães, enquanto as redes sociais ecoam homenagens e memórias amorosas, encontro-me mergulhado em um oceano de lembranças e saudades. Para mim, este dia é como uma ilha solitária, onde a única companhia é a lembrança do amor materno que um dia aqueceu meu coração.
Mas mesmo na escuridão da perda, encontro consolo na certeza de que a vida é apenas uma etapa passageira, um sonho fugaz que em breve dará lugar à verdadeira realidade. Um despertar final, onde espero reencontrar minha mãe, abraçando-a como se o tempo nunca tivesse passado. Até então, resta-me navegar pelos mares da existência, carregando comigo as memórias preciosas que ela deixou para trás, até o momento em que finalmente alcançarei a margem do eterno despertar.
Como os humanos continuam a ameaçar todas as outras espécies, bem como seu planeta natal, é só uma questão de tempo até que eles se destruam.
A mente, assim como o corpo, só se fortalece no desconforto. Procure-o, vá atrás dele. A mente sedentária, como o corpo sedentário, adoece. Saia da zona de conforto. Exercite-a fora dela. A mente também precisa levantar peso, correr trilha,correr na orla,nadar no mar.
É só isso que temos e deixaremos de ter, assim como tudo que fizermos perdendo esse tempo de vida acumulando e juntando o que se fará no final inútil de tudo qualquer coisa que estejam fazendo. Perda de tempo é viver de ilusões.
Houve um tempo, quem sabe você se recorda, em que a vida era inteiramente sua. Só sua. Mas, como folhas carregadas pelo vento, você se perdeu nas curvas sinuosas do caminho. Deixou-se levar pelos desejos dos outros, pelas expectativas alheias, e sua própria voz, antes tão clara e vibrante, foi ficando em silêncio.
No começo, as concessões eram pequenas, quase invisíveis. "Faça isso por mim", "Você poderia tentar aquilo?". E você, de coração aberto e generoso, aceitou. Cada passo em direção ao que não era seu fez com que deixasse partes de si pelo caminho, pedaços que, quando juntos, formavam a essência do seu ser.
Um dia, ao se olhar no espelho, a imagem refletida era estranha. Onde estava aquele brilho nos olhos? Aquela paixão que iluminava seus dias e aquecia suas noites? Ah, a saudade de si mesmo! Saudade de um tempo em que as risadas eram autênticas, os sonhos eram altos e as esperanças, infinitas.
Você se lembra? Houve uma época em que os risos ecoavam e os sonhos floresciam. Aquela época era sua. Agora, parece coberta por sombras, a alegria murchou, e os risos se tornaram ecos distantes. É triste perceber que, ao viver a vida dos outros, você esqueceu de viver a sua própria.
Mas nem tudo está perdido. A vida é como uma ampulheta, onde cada grão de areia representa um momento, uma escolha, uma lembrança. E se cada grão que caiu não pode ser recuperado, sempre existe o presente, o aqui e agora, para ser vivido com autenticidade.
Comece a juntar os pedaços deixados pelo caminho. Reconheça suas próprias vontades, seus desejos, suas necessidades. Redescubra sua essência e comece a cuidar de si novamente. Remova as ervas daninhas da conformidade, plante novas sementes de esperança, regue com suas lágrimas e adube com suas risadas. Deixe que o sol da sua autenticidade brilhe outra vez.
Lembre-se, viver a vida que é sua não é egoísmo. É um ato de coragem, de amor próprio. É redescobrir aquela criança que sonhava sem limites, que acreditava no impossível, que via beleza em cada canto. É permitir-se ser, plenamente, o que sempre foi destinado a ser: você mesmo.
E ao final dessa jornada de reencontro, quando olhar para trás, verá que a saudade de si mesmo foi o impulso necessário para redescobrir a beleza da sua própria essência. E perceberá que a vida, afinal, é uma poesia escrita com cada batida do seu coração, cada suspiro da sua alma. E essa poesia, é única e incomparável.
Como dizia Clarice Lispector “A loucura é vizinha da mais cruel sensatez”
Quem poderia olhar com sobriedade esse mundo e continuar incólume?
Chega uma altura da vida
Que o voo foi tão alto
Que só se enxerga as estrelas...
E como elas são lindas!
Você pode até usar minhas ideias como suas, mas só quero ver sua autenticidade quando elas se esgotarem.
Solidão, silente amiga,
que vem quando o mundo se afasta,
teus passos ecoam no vazio
como uma sombra que nunca se cansa.
Nos dias cinzentos, tu me abraças,
com um toque frio, mas sem maldade,
teu silêncio é meu único consolo,
uma companhia que não pede verdade.
Olho para as estrelas e me perco,
como se nelas pudesse encontrar
um pedaço de mim, perdido,
ou talvez uma forma de voltar.
Mas, ah! Solidão, quem te entende?
Teu abraço não é cruel nem amargo,
é um canto suave de aceitação,
um refúgio no qual me refaço.
Nos teus braços, aprendo a ser inteiro,
a existir sem o medo de ser outro,
pois na solidão, eu sou o que sou,
sem máscaras, sem pressa de ser.
Solidão, não és inimiga,
apenas uma amiga quieta e sábia,
que me ensina, no silêncio da vida,
que o eu mais verdadeiro se revela
no vazio que de ti se preenche.
