Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Meu primeiro amor
Com o …
Por entre as pétalas das suas “mathangas”
Aprendi como é que,
Se desenha um filho
Sem noção de arquitectura
Penetrei-te amorosamente
Como o camponês
Desvirgina a terra
Na esperança de um dia
Lhe proporcionar uma bela colheita
Quando gritei Nhandayeyoôô…
Quando invoquei aos meus antepassados
Era o nosso filho estalando-se no seu óvulo,
Fecundante.
Era o leite que, amanhã, fará com que,
Os que hoje te chamam de “Nguavana”
Te chamem mulher
Contigo aprendi que,
Na vida nada mais doce pode existir
Senão essa fonte de prazer
Que as sexopatas vendem até em “Dumbanegues” .
Até à morte
De todas as dores que
No inferno da vida contraí
Nenhuma pôde ser tão forte
Como a que a tua morte me causou
Com os olhos vejo nada
Pois a minha satisfação
Consistia na tua existência
Estou morto na vida
E muito ansioso para morrer
Definitivamente.
Eu sei que assiste o meu pranto
E não vês a hora da minha chegada
Mas eu quero que saibas;
Enquanto eu não morrer
Sempre rogarei a Deus
Que me tire a vida
Para na morte contigo viver
Continue morta
Pois, não tardar
A dor da tua perda
Também irá me matar.
Tapete vermelho
Estás num tapete vermelho
Como te fica nele caminhares
És uma imagem reflectida no espelho
Que tombo terás quando despertares
Num mundo tão real como este
Não sei como é que consegues tanto sonecar
Esse velho que tão novo coração cedeste
É caso e desfruta bela vida familiar
O que me admira nesse vosso amor
É ouvir de te que se amam sem limites
Mas que amor é esse que não dás valor
Entregando se a mim sem recreio nem convites
Não vou pedir que o deixes agora
Pois não tenho o material que ele te dá
Mas eu lhe advirto antes mesmo da hora
Largue-o, antes que a vida te prove o quanto é má.
vivo em um tempo que me minha maior paixão está a me sufocar
como todos os amores, um dia chega ao seu declínio...
minha liberdade tão desacerbada, sem muros, sem cadeados, sem prisões que fizesse-me ficar...
essa tal liberdade que conseguir com anos de merecimento, hoje me faz sentir-me só!
NÃO perdi o gosto pelas viagens muito menos de andar sem rumo a noite na madrugada.
essa liberdade me permitiu enxerga que a felicidade só é felicidade quando compartilhada, não estou atrás de um namorado ou de uma simples companhia para andar, esse declínio essa montanha russa descendo me fizeram percebe que eu não preciso de qualquer "um", mas sim de "um" e que esse UM seja único.
não julgo que já vivi tudo, meu coração ainda anseia por muitas aventuras e adrenalinas.
e não estou à dizendo com esse texto que quero parar com a minha maior paixão 'LIBERDADE', mas digo e ASSUMO que preciso de um amor, maior, para fazer dessa liberdade a melhor do mundo mesmo estando "presa"!
Hoje vou esperar a primavera sorrindo. Como uma gérbera laranja (cor que adoro), sem ressentimentos, mas sem ilusões, pois as pessoas não mudam elas crescem. Não, o mundo não é cor de rosa (eu nem quero que seja) por que gosto de coisas e pessoas verdadeiras... Mas que seja da cor exata que tiver que ser. Sem exageros. sem frescuras...sonhos reais fazem mais a minha cabeça... "Mas se tiver que chorar de novo e daí? eu choro mesmo rs”.
O DARDO DA EDUCAÇÃO
A educação é algo meio assim,
Como conversa em um botequim.
A gente aprende isso desde menino
E no dia a dia fica isso bem cristalino.
Há pessoa que não tem estudo nenhum,
Mas tem educação fora do comum.
Tem cultura popular para dar e vender
E a gente perto quer ficar por querer.
A educação é um dardo de boa pontaria,
Que traz que o levou apenas melhoria,
Isso não se aprende em academia,
É aprendido com humildade e valentia.
O dardo da educação ocorre a todo o momento,
Basta termo bom senso e auto-julgamento.
Somos dardos ou somos a mosca do dardo?
Não importa nessa vida ninguém sai salvo...
Então seja sempre, mas sempre educado...
Você não sabe o que te espera do lado.
André Zanarella 25-11-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4612394
EU E VOCÊ
Musica romântica me faz lembrar você,
Assim como musica sertaneja e axé.
Aprendi aceitar uma cultura não minha,
Moldei-me a hábitos não meus e sim seus,
Não me arrependo de nada, pois amo.
Queria mais momentos de calor,
Calor em teus braços,
Alias no enlace,
Os meus braços nos braços teus.
Saudades dos toques roubados,
Da mão na mão e do olhar no olhar,
Uma casualidade inesperada,
Um ato falho, um “Gá” perdido.
Esses momentos estão ficando raros,
Parece que o abismo está se abrindo,
Cansando de lutar para manter você,
Amo-te tanto, mas dou-lhe a liberdade,
Sofro quando sei que está em má companhia,
Mas dou-lhe liberdade,
Às vezes sufoco-a,
Sei disso, mas quero o seu bem,
No momento máximo deixarei você decidir,
Sei que perderei na escolha,
Sou velho com um sorriso sem graça,
Sonho apenas com sua felicidade
Talvez um dia você entenda isso
Talvez você leia essa poesia tarde demais
Talvez quando ler nem a amizade restará
Mas mesmo assim te amarei
E quando estiver lendo é porque a revelei ao mundo
É porque o mundo sabe que te aceitava,
Talvez ainda te aceite,
Não sei o tempo que isso ocorrera,
Mas espero que você a leia estando comigo
O amor é algo eterno nunca esqueça isso,
O papo que o amor vira ódio é mero papo
Quem amou jamais esquecerá.
André Zanarella 20-12-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4656799
DESAMPARO!
As vezes me pego pensando, como pode um amor de mãe ser tão torto?
Sempre senti que a maternidade era algo divino, lindo, momento mais maravilhoso de uma mulher. Mas que mulher? Há tantas!
Aquela que nunca foi amada.
Aquela que nunca teve um toque afetivo.
Aquela que foi obrigada a crescer antes da hora.
Aquela que se eternizou dentro das suas dores sem jamais fraquejar aparentemente.
Gerou também filhos, que um dia estava ligado apenas por um cordão umbilical. Juntas respiravam juntas se alimentavam juntas sorriam juntas choravam.
Um amor por aquele feto invadiu, e ela sentiu pela primeira vez motivar e brotar um amor que parecia infinito, achou que amou, achou que eternizou, mas lá se foi uma utopia.
O cordão se rompeu, e houve o nascimento, aquele bebê desejado de repente invadiu um espaço imenso, espaço que não mais existia, pois o marido se afastou, a outra filha lhe exigia atenção, aquele bebê de repente era um fardo. A necessidade financeira abalou mais ainda.
Aquele bebê era a cara do pai. Pai que a mãe queria apenas pra ela, mas que roubou a cena. Deixando-a um pouco de lado e se apegando mais a outra filha. O bebê crescia e tamanha a semelhança com o pai invadia todos os comentários, e principalmente o afeto do pai.
O pai a traiu, e ela herdou aquela criança a cara do pai. A criança perdeu o amor do pai, seu então único porto seguro. Onde se perdeu aquele Amor? Aquele que ela achava que existia e que hoje procura de volta e não consegue encontrar?
O bebê cresceu, tornou-se mais independente que a irmã, se tornou uma mulher forte, que como ela, espelhada nela, era uma mulher de coragem. Com menos dogmas e mais livre. Como pode? Aquele ser que um dia esteve dentro de mim, mais livre que eu? Mais experiente que eu? O amor se esvaiu, acabou, findou...
Hoje só restam lembranças em fotos amareladas, e a certeza que se ainda existe uma fração daquele amor, deve ser mantido a distância pra preservação e durabilidade.
Aquele bebê que cresceu, virou uma mulher de coragem, também acha que pode amar, mas não quer cometer o mesmo erro, e no dia de hoje decidiu veemente não procriar, não colocar outro ser no mundo, que um dia o cordão umbilical será também cortado e que também não saberá o que é o amor, amparo, defesa, segurança...
Ela resolveu viver seus dias como der e vier um de cada vez, demonstrando o amor que sente, não pelo sangue, mas por pessoas merecedoras desse amor, cansou de tudo e hoje renova um pacto consigo mesma de apenas ser FELIZ!
Juliana Fernandes - 04/02/2014.
Nunca me pergunte como foi o dia chamado ontem, pois estou vivendo com muita intensidade o dia de hoje
Humanidade
A capacidade humana de questionar
Deu a evolução da espécie
como uma chave que abre uma porta para o futuro
O surgimento de ciências deu um passo mais amplo até no saber humano
A humanidade hoje ainda continuar a caminhar
porém seu caminho fica mais curto a cada passo
sendo que ainda nesse percurso se perca na escuridão
seja consumido por ela
A tecnologia trouxe facilidades, como também fatalidades
nesse mundo onde os que tem poucos sofrem
e os que tem muito esbanjam sem limites
onde não existe amor ao próximo
onde se tem fome e guerra
e sofrimento mútuo e sem compaixão
as vezes fazendo achar que esse mundo foi consumo pelo mal que tem
gerando ainda mais dor, nesse mundo onde dor tem seu lugar
fazendo mudar até nosso humor, rindo de coisas perturbadoras
fazendo sumir pouco da inocência que ainda nos resta
e esquecendo o que realmente interessa
Bom, nem sei por onde começo.. Engraçado como as pessoas mais importantes das nossas vidas são as mais simples e mais dificeis de se expressar algum tipo de sentinmento. Sei que deveria escrever aquela coisa romantica e engraçada, mais nao tenho ideia de como vou fazer isso. Então, poderia falar de todas suas qualidades mais aff, todo mundo ja esta cansado de saber porque além de conversar com meio mundo de pessoas, ser legal com todos e dar atenção é o seu forte.
A tecla do piano está solta
com sons agoniados, agonizados
Velho como um lavrador que cultiva
versos de mil palavras, notas soltas
Sonhos longos, profundos, eternos
castelos em traços que descrevo
Estrelas que iluminam e beijam o coração
piano velho, gasto que agoniza no tempo.!!
Visão nula é aquela que aceita td exatamente como está, aquela que faz exatamente o que te determinam é omissa. voto nulo
"A forma como se vê determina o que você é. As vezes você já nem é mais o mesmo e está preso ao que era".
Nas Quedas da Cachoeira
CAPÍTULO 3 – Parte Final:
Diego ficou me encarando, como se pensasse em fazer o mesmo que Ruan. Acho que eu devo ter demonstrado que tinha entendido isso, porque o Diego logo disse:
- Eu queria fazer uma coisa. Mas eu não sei se devia.
- Por quê não deveria?
- Porque eu não sei se você vai gostar e o que vai pensar de mim. Não quero que fique com uma má impressão de mim logo no nosso primeiro encontro.
- Então isso é encontro?
- Acho que sim, não?
- É, acho que sim também.
Depois de alguns segundos nos encarando, eu me aproximei um pouco mais do Diego. Ele pareceu nervoso com isso. Eu pude ver nos seus olhos. Eu dei um sorriso de canto e disse:
- Não precisa ficar nervoso. Eu tenho certeza de que vou gostar. E não vou ficar com uma má impressão de você. E saiba que esses pensamentos não são só seus. Eu também tenho medo de que você não vá gostar.
Ele abriu um sorriso e me beijou. Não houve necessidade de dizer mais nada. Eu pude ver segundos antes em seus olhos que ele me dizia para não ter medo. E eu não estava com mais com medo. E então, delicadamente, ele colocou uma das mãos em minha cintura. Acho que eu devo ter tremido em pouco, pois ele logo me pediu desculpas. Eu só continuei beijando-o. Com uma das mãos em minha cintura e a outra em meus cabelos, ele continuava me beijando, e a cada segundo parecia mais intenso. Eu levei minhas mãos, bem devagarinho, na cintura dele. E, novamente devagarinho, elas foram subindo até suas costas molhadas. Não sei dizer exatamente quanto tempo nós ficamos ali. Não sei se foram segundos ou uma vida toda. Mas quando acabou, eu não sentia mais medo e nem ele. Nós sentíamos apenas amor e paz.
Desejo...
Assim como todas as noites , apos sua partida fico olhando o céu ...
Quantas noites assim admirando cada estrela do céu...
Desejando estar ao seu lado , sonhando sem tirar meus pés do chão...
Desejo a sinceridade de um luar sob o céu estrelado...
Desejo a intensidade de um abraço de uma mãe com um filho...
Desejo ver o florescer de uma flor com riquezas de
detalhes , detalhes estes que apenas os olhos de quem ama pode ver...
Desejo o cheiro de relva molhada a me invadir...
Desejo o toque de uma pena a me acariciar ...
Desejo que eu possa estar novamente ali a admirar o céu...
Desejo novamente , poder ver a estrela de minha vida a se movimentar no céu como uma bailarina a dançar a mais linda valsa ...
Desejo ter você para compartilhar a simplicidade que é meu viver... Amo te.
