Enquanto
Abriram-se os portões da palavra:
Enquanto houver o que pensar, haverá o que escrever, dizer e representar.
Existindo alguém para a escrita,
A escrita abrirá caminho para alguém.
Combatemos a pornografia enquanto mastigamos ou celebramos, desavisados, como se reféns de um acordo tácito, a pornofonia em palavras e canções.
"Enquanto parte do eleitorado do ex-presidiário se concentra em pautas imediatistas, nós, conservadores, lutamos pela liberdade e pelo futuro do Brasil. Nosso compromisso é a preservação de valores essenciais para garantir um país forte e soberano para as próximas gerações."
Não espere que algo aconteça para que você possa agir, pois enquanto se espera as coisas acontecem e nesse caso, pode ser tarde.
Enquanto o homem acreditar que o poder é o sentido da vida, não teremos uma sociedade harmonioso, pois a ideia do poder está atrelado a "ter influência", logo há o que influencia e o influenciado, dessa forma, sempre haverá o que pode e os que são submetidos a esse poder.
O amor não pode ser comparado a uma droga, pois enquanto a droga vicia e ilude, nunca preenchendo o vazio, o amor é a própria plenitude. Ele é uma fonte infinita que, ao ser compartilhada, não se esgota, mas se multiplica, nutrindo e expandindo o ser.
Nossas necessidades são realmente elásticas. Enquanto uns querem a manutenção do supérfluo, outros querem apenas sobreviver.
Ele permanece à beira do limiar, o vento frio da estação tocando seu rosto enquanto o trem repousa por um momento. A porta aberta à sua frente é um convite silencioso, mas a decisão pesa como um fardo nos ombros. De dentro do vagão, ele observa o caos organizado da estação. Pessoas correm de um lado para o outro, cada uma com seus próprios destinos, carregando sonhos, dores e despedidas. A estação é imensa, cheia de vida, cores que se misturam em um psicodélico turbilhão de emoções, refletindo o turbilhão dentro dele.
É como se o mundo inteiro estivesse em movimento, exceto ele.
Ali, parado no limiar, com os pés ainda dentro do trem, ele sente a hesitação apertar seu peito. O próximo passo não é apenas uma escolha física — é uma decisão que ecoa na alma. Há tanto peso no ato simples de sair do vagão, como se estivesse deixando para trás uma parte de si, uma vida que já não faz sentido continuar. Cada rosto que passa por ele é uma lembrança do passado que tenta se afastar. Há dor, sim, mas também há uma promessa de algo novo do outro lado. Só que para dar esse passo, ele precisa deixar algo para trás, algo que talvez nunca mais volte a ser.
E então ele percebe: a verdadeira viagem não é sobre o destino. É sobre as paradas, os momentos em que decidimos se seguimos em frente ou se ficamos.
A estação pulsa à sua frente, vibrante e viva, mas a escolha é dele. Ficar no trem, confortável no familiar, ou descer, enfrentar o desconhecido e descobrir o que a vida reserva do outro lado?
No fundo, ele sabe que o trem não esperará para sempre.
Enquanto cientistas da IA se encantam com possibilidades infinitas, as ciências humanas refletem sobre limites e consequências éticas.
Vivo pacientemente, me preparando, à espera de Shazan!!! (conselho da minha mãe, morta). Enquanto não estamos preparados, nada acontece. Quando chega a hora certa, a Serendipidade do Destino faz Shazan! com a Vida, e ninguém tira o que nos é de direito.
E assim, nos ecos do tempo, vivemos,
Guardando momentos, sagrados e raros,
E enquanto o futuro, incerto, escrevemos,
O passado nos guia, em seus traços tão caros.
Enquanto cidadãos se envolvem em disputas acirradas motivadas por afiliações partidárias, os políticos se regozijam e desviam recursos públicos.
O vento sopra enquanto ardem as feridas
E o que foi mesmo que você fez com a sua vida
Sentado e só, aguardando na sua ilusão
Eles não vão vir pra te pedir perdão
Igualdade?
Há quem já nasça entre jardins floridos com servos para cuidá-los enquanto outros nascem com os pés atolados no charco da miséria de seus antepassados. O resto é crendice.
Vês igualdade nisso?
Andando pela noite e portando nas mãos, a rosa sangrenta contra o peito, enquanto o tempo vai se afastando. É a a alma febril ou o devaneio em seu silêncio transmutável?
O problema nunca foi a fome, mas a falta de sonhos, pois a fome é um instinto natural, enquanto são os sonhos que nos movem.
A vida é um paradoxo de encontros e desencontros.
Enquanto um reclama que não tem sapatos, passa diante dele alguém que não tem perna.
A vida é o que fazemos e o que somos
Enquanto o corpo respira e a alma habita
Muitos morrem e continuam vivos
Outros vivem como se nunca tivessem morrido.
