Encruzilhada
Na encruzilhada do longo caminho
Meus olhos encontraram os seus
E o sorriso que me deste
Tirou toda a angústia dos olhos meus.
Te encontro nas encruzilhadas dos meus pensamentos, em sonhos que me levam a você e nas saudades que se fazem eternas.
Uma promessa é um caminho sem volta. Arrependimentos sem perdão é uma encruzilhada de almas perdidas.
Realidade
Na encruzilhada da vida,
Seguimos o caminho do real,
Os dos sonhos se tornaram
Tão enigmático, que o tempo
Não conseguiu desvendar.
Em busca de paz,
cada passo dado na luz,
conduz melhor,
que os dados no escuro.
E os dias surgem a cada
Nascer do sol
Sou encruzilhada
Várias chegadas
mesmas partidas
não há destino que me tem.
Sou amontoado
Vários misturados
mesmo separado
não sou digital de ninguém.
CONVERSANDO COM O AMIGÃO
Marcial Salaverry
Por vezes chegamos a uma encruzilhada, e não sabemos que o
melhor caminho a seguir, e nos perguntamos "Onde estou? Para onde vou?"
Se estivermos nesse ponto, é chegado o momento de procurar
um entendimento com Ele, que poderá aclarar a situação, apenas
será preciso saber entender o que Ele vai nos dizer...
Existem certas ocasiões em que nos é imprescindível apelar para a Fé,
e procurar aquele contato humilde com nosso Amigão.
Marcial Salaverry
Levanta-te, caminha...
Se arrima se arruma
Vai dar uma voltinha
Quem sabe nessa encruzilhada
Tua volta cruza com a minha
Se arriba e apruma a coluna
A vida é cheia de gente una
Tem luna, tem luz, tem poente...
Peito estufado, olhos estrelados
Abdome camuflado
Olhos bem abertos, atentos
Corre que ainda dá tempo
De ver o dia fluir bem poético...
O poeta soprou o sol
Hipoteticamente por fantasia
Poeticamente falando...
Só Poesia...
Cheguei ao limite entre amá-la ou esquecê-la agora me encontro em uma encruzilhada onde ego e orgulho gritam...
Mas quer saber? Prefiro ser guiado pela emoção, então que se dane!, não me importo, pois continuo amando você...
Confesso que a vida que eu levo não me faz feliz. A vida é cheia de encruzilhadas e é difícil cruza-las.
De repente nos vemos em uma encruzilhada. Olhamos para trás e percebemos que já é tempo de abandonar velhos hábitos e sentimentos que não têm mais sentido. Aquele caminho trilhado e vicioso que nos leva sempre ao mesmo destino. É hora de ousar. De ser e fazer diferente. Trilhar o certo ou errado é apenas uma questão de escolha. Errar sempre. Acertar também, mas lembre-se de sempre corrigir o rumo por menor que seja o desvio do destino.
Certa ocasião vi três urubus comendo três frangos podres em um despacho na encruzilhada, compadecido, fui em um restaurante e comprei três frangos assados e dei para eles, acreditem eles não comeram os frangos assados.
Não é sobre urubus.
José Eduardo dos Santos, após quase quatro décadas no poder, viu-se numa encruzilhada inesperada. O homem que governou Angola com mão firme e consolidou seu legado sentiu a dor do abandono no fim da sua carreira política, o peso da traição. Não de um inimigo externo, mas de quem ele considerava aliado e sucessor.
Oferecimento à Encruzilhada
Ao Senhor das Encruzilhadas,
Exú, Mensageiro, Guardião das Estradas,
Que abre os caminhos com seu falo e tridente
Receba nosso humilde coração.
Sua chama vermelha, viva a brilhar,
Traz o movimento, faz desatar
Os nós da vida, o que está parado,
Por seu axé somos libertados.
À sua esquerda, todo o Povo da Rua,
Sábios Guardiões da noite e da lua:
Pombagiras de força e beleza,
com sua certeza,
Exus-Malês de firme proteção,
Que trabalham na luz da intenção.
Aos que zelam nas calçadas e esquinas,
Nas sombras, nas festas, nas cantinas,
Obrigado pela mão estendida,
Pela justiça na virada da vida,
Pelo conselho no ouvido atento,
Pelo trabalho santo e constante.
Aos que são ponte entre os dois mundos,
Justos, leais, jamais rotundos,
Que desfazem demanda e feitiço,
Com firmeza, humor e carinho.
Povo de rua, de chão e pedreira,
De garrafa, charuto e cerveja,
Sua presença é farol e abrigo,
Sua força, um brado antigo.
Por toda ajuda, por todo amparo,
Por todo trabalho claro e raro,
Nossa gratidão, forte e sincera,
Que ecoe na noite inteira!
Laroyê, Exú! Salve o Povo da Rua!
Que sua luz nunca se apague ou fuja.
Ase, oh Guardiões da verdadeira lei,
Que seu axé brilhe sempre! Laroyê!
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Na encruzilhada entre o visível e o invisível, a Umbanda dança ao ritmo dos tambores ancestrais, onde mistérios não são enigmas a serem decifrados, mas segredos a serem sentidos. No sopro dos ventos, no canto das águas e na chama da vela que não se apaga, reside a essência de um saber que não se impõe, mas se revela apenas aos que ouvem com o coração. Pois na fé, não há acaso—apenas o eco das escolhas que nossa alma já fez antes mesmo de nascermos.
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