Encontro entre Amigos
Nossa mente como mediadora entre o eu e o universo.
A interação entre o universo interior, governado por nossos desejos e necessidades pessoais enraizadas no ego, e o mundo exterior, percebido através de nossos sentidos, é um tema fascinante que tem intrigado filósofos, cientistas e pensadores ao longo da história. A construção da realidade, portanto, emerge dessa complexa interação entre o eu interior e o mundo exterior.
No âmago de nossa existência, reside o universo interior, um reino permeado pelos anseios, emoções e impulsos que moldam nossa percepção e compreensão do mundo. Nesse espaço, o ego exerce sua influência, moldando nossas motivações, perspectivas e identidade. É o reino das aspirações individuais, onde cada um de nós tece sua narrativa pessoal, buscando realização, significado e felicidade.
Por outro lado, existe o universo exterior, vasto e expansivo, que se desdobra diante de nossos sentidos. É o domínio tangível da realidade objetiva, habitado por fenômenos físicos, interações sociais e paisagens inexploradas. Por meio de nossos sentidos – visão, audição, tato, olfato e paladar –, somos capazes de captar uma fração desse mundo exterior, decodificando estímulos e interpretando sinais que nos são enviados pelo ambiente que nos cerca.
A construção da realidade, no entanto, não é uma mera reflexão passiva do mundo exterior, mas sim um processo ativo e dinâmico, mediado pela mente humana. As experiências vividas, as interações físicas e as percepções sensoriais são filtradas e interpretadas através das lentes de nossa consciência, dando origem a uma teia complexa de significados e interpretações.
Essas informações, uma vez assimiladas pela mente, são submetidas a um intricado processo de análise, onde são confrontadas com nossas crenças, valores e preconceitos. Através da reflexão, da introspecção e da análise crítica, construímos modelos mentais e elaboramos conjecturas sobre o funcionamento do mundo e nosso lugar nele.
No cerne desse processo de construção da realidade estão as relações lógicas e as inferências que traçamos com base em nossas experiências passadas e nosso conhecimento acumulado. Cada nova experiência, cada nova interação, contribui para a expansão de nossos horizontes cognitivos, desafiando nossas suposições e ampliando nossas perspectivas.
No entanto, é importante reconhecer que a realidade, em sua essência, é fluida e multifacetada, sujeita a interpretações e pontos de vista diversos. Aquilo que percebemos como verdade absoluta pode ser apenas uma ilusão, uma construção subjetiva moldada por nossas próprias limitações e distorções cognitivas.
Portanto, a compreensão da realidade requer uma abordagem holística e aberta, que reconheça a interdependência entre o universo interior e o mundo exterior, entre o eu e o outro, entre a subjetividade e a objetividade. Somente através do diálogo constante entre esses dois universos aparentemente distintos podemos almejar uma compreensão mais profunda e abrangente da complexa teia da existência humana.
No crepúsculo suave, Victoria surge,
Entre estrelas douradas, seu nome se insurge.
Um sorriso que dança como raios de lua,
Seus olhos, faróis que minha alma flutua.
Victoria, a musa em noites de encanto,
Seu toque, poesia, como um doce canto.
No jardim do coração, suas pétalas florescem,
Um amor que no peito, eternamente enobrece.
Seus passos, suaves como brisas noturnas,
Despertam desejos, como canções taciturnas.
No palco do amor, Victoria é a estrela,
Cintilando na noite, como promessa bela.
Oh, Victoria, em teu nome a melodia se entrelaça,
Como uma canção de amor que o coração abraça.
Nas linhas deste poema, tua essência floresce,
Victoria, em meu ser, eternamente merece.
Nas brumas de Murim, onde o tempo repousa,
A China se ergue, histórias que se entrosam.
Entre montanhas e rios, antigos segredos se enlaçam,
No sussurro do vento, a alma se apronta e se espalha.
Silenciosa como a brisa que acaricia o bambu,
A história se tece, como um bordado no azul.
Murim, guardião do passado que persiste,
Na trama do tempo, a China persiste.
Entre muralhas que ecoam memórias antigas,
O dragão desperta, suas asas se resignam.
Em cada pedra, um suspiro do passado,
Na dança do tempo, um legado preservado.
Oh, Murim, testemunha das eras que se vão,
A China floresce, como um lírio a desabrochar.
Na dança do tempo, o presente se entrelaça,
E a história sussurra: "Murim, sempre a guardar."
Na dança do tempo, o pensamento vagueia,
Entre sombras de dúvida, a mente semeia.
Questões que flutuam, como folhas ao vento,
No jardim da existência, busca o entendimento.
A
Oh, efêmero mistério, que é viver,
No palco do cosmos, a dança a reviver.
Entre paradoxos, a mente se expande,
Buscando na essência o que o tempo comanda.
Em cada escolha, um destino se entrelaça,
No tecer da razão, a mente abraça.
Filosofia, guia na jornada incerta,
Do pensamento humano, a eterna descoberta.
As Leis humanas regulam as relações entre os homens. As leis divinas regulam as relações entre Deus e os homens.
RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E ESPIRITUALIDADE
A Educação também trabalha a Dimensão Afetiva do Homem promovendo o desenvolvimento das suas qualidades superiores de ser e estar, tais como, tolerância, compaixão, altruísmo, cooperação, amor e criatividade.
A Espiritualidade é o pilar essencial da Educação porque diz respeito à Dimensão Afetiva ou a Consciência que é a qualidade da Psique, qualidade de ser e estar de um Sujeito ou qualidade de atitudes de um Homem.
A Espiritualidade, como qualidade de ser e estar do Homem, é trabalhada na Educação.
Entre os vários estados da alma e do espírito flui a continuidade que somos nós, não adianta críticas destrutivas para não enaltecer ou motivar isso é descontinuando ou não vendo ordem, enfim não se pode dar pérolas a certas pessoas.
Aqui jaz percursos de vida, entre altos e baixos e a vida na sua complexidade é uma desordem a ser ordenada.
Saudações celestiais
Na união dos opostos, descubra a harmonia do espírito, pois no equilíbrio entre luz e sombra, revela-se o verdadeiro caminho da iluminação.
lembre-se sempre, que por mais que o tempo feche e chegue a tempestade, sempre pode surgir entre as nuvens um facho de Luz !!
A crueldade em ato desumano abre uma tênue entre a falsa justiça, cuja abrange a violação do direito justo de viver e faz do mundo um lugar sem leis.
Era uma vez. E Felizes para sempre. Entre uma frase e outra, a jornada se revela. É com você, e somente você, que o "felizes para sempre" se constrói. Atitudes, escolhas e determinação: são os tijolos com que se ergue a felicidade, dia após dia. E assim, o "felizes para sempre" se transforma em "feliz por muito tempo", um mantra para a vida real, onde a felicidade se encontra na jornada, não apenas no destino.
Rosinei Nascimento Alves
Otimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
LIBERDADE
Entre os versos sedentos de saudade
Uma sensação que estava prisioneira
Por toda a métrica, pela poesia inteira
Pra, então, ter o teu voo em liberdade
Adeja em caça, daquela prosa faceira
Plaina, alça voo pra sentir tua vontade
Na imensidão do sentimento que brade
Terno, superando sua poética fronteira
Canta, versa, solta o trinar pelo vento
Compõe aquele clima de doce alegria
Livre na vastidão do belo pensamento
Sê emotivo, enche o poema de magia
Do teu âmago o novo em nascimento
E dos teus versos muito mais sintonia.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
12 março, 2024, 10’55” – Araguari, MG
"A Vida"
A vida, o que é a vida, senão
a breve história do que somos?
Um surto entre dois silêncios,
um breve espaço de luz entre duas noites escuras.
A vida, o que é a vida, senão
um sonho que sonhamos em conjunto?
Uma ilusão que só ganha sentido
quando compartilhada com outros.
A vida, o que é a vida, senão
a busca incessante da felicidade?
Um caminho que percorremos todos os dias,
à procura do que nos faz sentir vivos.
A vida, o que é a vida, senão
um mistério que nunca desvendaremos?
Uma aventura que nos leva a lugares inesperados,
onde descobrimos coisas que nunca imaginaríamos.
A vida, o que é a vida, senão
um presente que devemos aproveitar ao máximo?
Um tesouro que nos foi dado,
para ser desfrutado com alegria e gratidão.
Por isso, vivamos a vida com intensidade,
com amor, com esperança e com coragem,
pois ela é o maior tesouro que temos,
o maior presente que poderíamos receber.
A Morte é um Diálogo entre
O Espírito e o Pó.
“Dissolva” diz a Morte — O Espírito “Senhora
Tenho uma Ideia melhor” —
A Morte duvida — Impreca desde a Cova —
O Espírito se vira
Só deixando — como prova —
Um Casaco de Argila.
As mulheres passam muito tempo admirando os homens, enquanto os homens na verdade se admiram entre eles, procure enxergar menos oque os homens ganham e busque um futuro melhor pra você
Nesse intervalo precioso entre o que fomos e o que ainda seremos, é que de fato, está quem somos e é essa pessoa a que realmente importa.
Entre os espinhos da desilusão e as pétalas da esperança, meu coração luta para encontrar um equilíbrio.
