Encontro entre Amigos
MISTÉRIO
Entre o batom e o perfume
A montanha russa de hormônios
Nos vãos da doçura e da artimanha
Nem mil filosofias explicarão
O que se esconde em uma bolsa
E na alma de uma mulher.
Na meu âmago emaranhado
Habita uma alma sinuosa
A inépcia descomunal perdura
Entre a felicidade dissimulada
Entre o altruísmo e a frivolidade íntima
Impera a índole justa
Abrir a mão do que é afeiçoado
Parece ser o racional preciso
No convívio de acertos e erros
Obstinações e arrependimentos
Perdura a dúvida enigmática
Prosseguir onde? Diz o coração arredio...
Fazer o melhor é o que basta
Embora nem sempre é o correto
O que é o íntegro para mim
Não é bom o suficiente para o adverso
A ótica da felicidade é obtusa
Difícil, a maioria das vezes, de ser absorvida
Carpe Diem é o certo
Pois o tempo é frenético, efêmero e agressivo
Não sou de humanas e nem de exatas, navego entre essas duas áreas das ciências , pois toda ciência foi desenvolvida por humanos que nem sempre são exatos e muitas vezes não demonstram humanidade!
Entre mortos e feridos, gregos e troianos, todos se salvaram e foram felizes para sempre. Sem sequelas. Sem ressentimentos ou crises de consciência
portanto, faça de sua vida seu ponto de equilíbrio entre o passado e o futuro, tente não cair pra nem um dos lados, pois o passado tem pontas afiadas e o futuro pode ter um fundo muito profundo .
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deveria acrescentar urgente mais um opção entre Curtir,Comentar,Compartilhar. o Aplaudir o corretor.. de consertar fotos para ser postadas..vichi Maria a gente passa pela pessoa na rua não a reconhece ainda pergunta não esta lembrado de mim??
LEMBRANÇAS...
O dia amanheceu sorrindo
O sabiá laranjeira saudou
O sol se espreguiçando
entre as nuvens esparsas.
Nos campos o orvalho reluzindo
A névoa colinas descortinando
Aos poucos o ronco dos motores,
caminhões, e tratores.
Na pequena cidade
a caminhonete do leiteiro
e a sirene da fábrica
rompem o silêncio.
Ecoam as buzinas dos motoqueiros,
outrora eram arrojados vaqueiros
parrudos sertanejos, alguns truculentos
tangendo gado, abrindo porteiras.
Sem pressa, levanto, abro janelas
Esquento água, preparo o café
Espalho pão-de-queijo, acendo o forno
Relembro o crepitar da lenha.
O tilintar de copos, talheres, louças
alvoroça os cães, alegres, ruidosos
querem entrar, também disfrutar
do aroma, do calor da cozinha tosca.
O pensamento viaja, ligeiro
Corre solto pelas trilhas
Entre a mata cerrada
À beira dos córregos,
Desbravando nascentes.
Ressurgem detalhes nítidos
Cheiros, cores, sons do passado
Não muito distante, em especial
Aquela linda jovem, diáfana,
Olhos brilhantes, sorriso franco...
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Não tente argumentar com pessoas ignorantes, pode ser que você entre no nível dela. Argumente com pessoas inteligentes, que você eleva o seu nível ao nível delas.
O q está faltando muito entre muitas pessoas desse mundo ; É ser temente a Deus ter mais respeito ao nome do senhor e ao próximo.
Padre, representante de Cristo entre nós, aceite esta singela homenagem.
Não é bajulação; pois Deus não o bajula. Tu és o ungido de Deus.
Rebebeste dos anjos um bastão no dia de sua ordenação, que está cravado no seu coração. Padre é aquele, que celebra a vida de Deus na comunidade aos seus filhos. Somos também seus filhos sim, devemos respeita-lo como tal. Nós, simples paroquianos , devemos pedir-lhe a benção sempre, mesmo nos encontros casuais. Somente a você, padre, lhe foi dado ordem da transubstanciação, e naquele momento os anjos e os santos juntos com a Rainha Maria Santíssima, ficam em volta do altar adorando o cordeiro. Não conseguimos ver com os olhos da carne, mas devemos ver com os olhos da alma.
Somente você padre, tem a condição de trazer o céu para a terra na Santa Missa, na hora mais sagrada que é a Eucaristia. Sabe você muito bem padre, que Maria enquanto viveu nesta terra, ajudou e trabalhou incansavelmente junto com os discípulos, para o crescimento da Igreja.
Todas as vezes que encontrava como os discípulos, sabendo muito bem da responsabilidade deles, pedia-lhes a benção, e a Pedro o chamava de pai, tendo-o como o primeiro sucessor de seu filho. Ela, a mãe de Deus filho, esposa do Espírito Santo, sacrário da Santíssima Trindade, pedia-lhes a benção, e nós simples mortais, não teremos que faze-lo aos sucessores que são vocês os padres?
Devemos, portanto, não somente pedir-lhes a benção, também orarmos para que o seu sucesso espiritual seja grande aqui na terra e no céu. O inimigo não gosta de católicos fervorosos e muito menos dos padres. Devemos por isso rezar sempre, para que não caia na tentação e persevere na fé e na caridade. Que Deus pai, Deus filho e Deus Espírito Santo, te ilumine e te digne á santidade.
A sua benção.
Quatro de Agosto de 2018- dia do padre.
" foi meu vô que contou
que por essas terras
entre congonhas e serras
habita
imerso as neblinas
filho de Nova Lima
das riquezas das minas, ipês e trilhas
qualidade de vida,
essa gente
come quieto e sofrida
carrega no peito a certeza
herdam seus filhos a maior das grandezas
não se extrai de si a bondade
honestidade
a velha e boa vontade
mora nos filhos de Nova Lima
retidão pra seguir a vida
gerações floresceram
das profundezas das minas "
É esse mundo tá do avesso... e chega uma hora em que você tem que escolher entre ser mudado por ele, ou muda-ló.
Adormece em mim ❤
Como o vento que faz lá fora
Nas soltas palavras entre a brisa
Que se sente em pensamento
"Uma idéia mais ou menos geral entre as pessoas que não conhecem o Espiritismo é crer que os Espíritos, apenas porque estão desprendidos da matéria, devem saber tudo e possuir a soberana sabedoria. Isto é um erro grave.
Não sendo os Espíritos mais que as almas dos homens, não adquiriram a perfeição ao deixarem o seu invólucro terrestre. O progresso do Espírito só se realiza com o tempo e não é senão aos poucos que ele se despoja de suas imperfeições e adquire os conhecimentos que lhe faltam. Seria igualmente ilógico admitir que o Espírito de um selvagem, ou de um criminoso, de repente se tornasse culto e virtuoso, como seria contrário à justiça de Deus imaginar que aquele permanecesse em perpétua inferioridade.
Assim como há homens de todos os graus de saber e de ignorância, de bondade e de malvadez, também os há entre os Espíritos. Existem os que são levianos e brincalhões; os que são mentirosos, velhacos, hipócritas, maus e vingativos; outros, ao contrário, possuem as mais sublimes virtudes e o saber em grau desconhecido na Terra. Essa diversidade na qualidade dos Espíritos é um dos pontos mais importantes a considerar, pois explica a natureza boa ou má das comunicações que se recebem. É sobretudo em distingui-los que nos devemos empenhar. (O Livro dos Espíritos, nº 100, "Escala Espírita". - O Livro dos Médiuns, capítulo XXIV.)"
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"Uma ideia quase geral, entre os que não conhecem o Espiritismo, é a de crer que os Espíritos, pelo simples fato de estarem desprendidos da matéria, devem saber tudo, estar de posse da sabedoria suprema. É um grave erro.
Não sendo mais que as almas dos homens, os Espíritos não adquirem a perfeição logo que deixam o envoltório terrenal. Seu progresso só se faz com o tempo, e não é senão paulatinamente que se despojam das suas imperfeições, que conquistam os conhecimentos que lhes faltam.
Seria tão ilógico admitir-se que o Espírito de um selvagem ou de um criminoso se torne de repente sábio e virtuoso, como seria contrário à Justiça de Deus supor que ele continue perpetuamente em inferioridade. Como há homens de todos os graus de saber e ignorância, de bondade e malvadez, dá-se o mesmo com os Espíritos. Alguns destes são apenas frívolos e travessos; outros são mentirosos, fraudulentos, hipócritas, maus e vingativos; outros, pelo contrário, possuem as mais sublimes virtudes e o saber em grau desconhecido na Terra.
Essa diversidade nas qualidades dos Espíritos é um dos pontos mais importantes a considerar, por explicar a natureza boa ou má das comunicações que se recebem; é em distingui-las que devemos empregar todo o nosso cuidado."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
O CERRADO
Truncado, entre galhos tortos, sequioso
Duma vastidão desfolhada tal ladainha
Sacerdote do planalto, chão impetuoso
Do sertão, no entardecer o belo avizinha
Rezas quebrantos, o tempo moroso
Sobre cascas grossas, aves, aninha
E, ajoelhado, o pequi, tão saboroso
Tal os servos aos pés de uma rainha
Ardes, num calor do olhar, escaldante
Tão piedoso espera a chuva das flores
E pelos ipês, o inverno seco é ornado
E invade, empoeirado, o vento sonante
Num adeus ao dia, tal velhos amores...
Vem as estrelas, na vastidão do cerrado.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Agosto, 2018
Cerrado goiano
Existem coisas entre olhares e corações que até mesmo a razão desconhece e a alma duvida. É que quando é para acontecer, acontece. E quando é para deixar para lá, não tem jeito. A gente ignora sem esforço.
