Economia
Para estabilizarmos a economia do nosso País, neste tempo de pressão pandêmica, devemos, antes de mais nada e sobretudo, nos assumir como sendo, patriotas e cidadãos comprometidos com a Pátria e com as famílias mais vulneráveis.
Quando o mundo não mais sabe como se posicionar para ultrapassar a pandemia que asfixia a economia e a vida do povo, alguns indivíduos com alguma acefalia, lutam para criar instabilidade social, convocando greves para reclamarem aumento de salário, quando, o momento agora exige a canalização de fundos para garantir a sobrevivência de um todo.
Para se alavancar a economia de uma País, tendo em conta o futuro, é preciso incutir nos jovens, a responsabilidade de aprenderem a conservar o espírito do progresso a longo prazo; pois, os nossos jovens hoje, são mais imediatistas, do que futuristas.
A agricultura e a pesca são a base sustentável da economia de um País, por isso, Angola está a recriar-se neste sentido, para que as famílias solidifiquem as suas finanças.
Percorri os labirintos da medicina à política, da economia ao direito, navegando entre números e palavras, entre bisturis e leis, engoli livros como quem devora o próprio destino, reconstruí-me em silêncios que ninguém ouviu e venci batalhas que nem sabiam que lutei, calei dores que gritavam dentro de mim, e ainda assim tentam me convencer de que só vale a pena dedicar-se a uma única coisa? Como se fôssemos feitos para caber em moldes, como se a vida nos permitisse uma única pele. Mas eu já fui muitos para poder continuar sendo eu. Fui queda e recomeço, medo e coragem, perdi-me para me encontrar. E se às vezes me perguntam o que sou, sorrio, porque sei que a resposta nunca caberia em uma só palavra.
O Nobel Econômico e o Peculato
O Nobel de economia deste ano, foi para um estudo que demonstrou que elevar o salario mínimo não significa menos emprego. O oposto do que dizem todos jornalistas econômicos da mídia burguesa, mas eles devem estar certos, e o Nobel de Economia, claro, errado.
Contagioso
Eis que um vírus destroça tudo
Acumulando corpos sem pena
Paralisando a economia global
Forçando a gente à quarentena
De onde veio tamanha tragédia?
Será possível a nossa salvação?
Dúvidas se perpetuam na crise
Certeza mesmo só a desolação
Sem medicamentos ou vacinas
Estamos no aguardo do destino
Fatalmente pequenos e frágeis
Diante de um ataque repentino
Isolados entre as quatro paredes
Parece uma cela, entretanto é lar
Procuramos um fio de segurança
Não há conforto na sala de estar
Cuidado! O medo é contagioso!
A pandemia é mais que sanitária
Ninguém sairá ileso do desastre
Que aciona urgência planetária.
O que adianta , alguns momentos de alegria com o futebol, e o resto do ano com uma economia horrível...
Ironia é ficar todo dia reclamando da nossa economia e gastar o dinheiro desnecessariamente, e o pior não fazer nada para melhorar sua atual crise econômica.
-Pensando na barata que sobrevive
até a uma bomba atômica...
Que grande economia espiritual seria...
Eu queria ser uma barata!
-Pensando bem ...
Tudo é desculpa para pensarmos bobagens.
Mas, sem bobagens nada teríamos
de interessante para contar...
Né mesmo?
-Bom dia galera que faz bobice!
Haredita Angel
27.01.2023
Em breve
saberemos se o relaxamento do isolamento vai trazer de fato menos impacto á economia
Porém a curto prazo teremos a certeza
se não vai esculhambar de vez
impactando o sistema de saúde e consequentemente
contaminando em massa as vidas necessárias para a recuperação da mesma
Fica evidente segundo projeções
Que a economia do País
Será realmente prejudicada pelos teimosos inconsequentes que querem o relaxamento ou fim da quarentena
Pois a economia só terá alguma recuperação no próximo ano
Caso a pandemia seja controlada até o segundo semestre deste ano
Ser a favor do isolamento, não é preguiça de trabalhar não é querer prejudicar a economia, é se preocupar com o provável colapso no sistema de saúde, é prevenir para não ter que escolher qual ente querido salvar no desespero de encontrar uma UTI disponível, rezar para que os profissionais da saúde não precisem chegar ao extremo doloroso de ter que escolher quais vidas salvar, rezar para a saúde dos profissionais da saúde e para que os mesmos tenham ânimo e paz de espírito para enfrentar o que ainda vem por ai
A pior crise econômica
é a da economia do bom senso
da economia da educação
da economia do direito a informação
da economia do direito de informar
da economia da verdade
da economia do caráter
da economia do respeito a todas as vidas
Não há Miseráveis mais dignos de dó do que os que confundem Miséria com Economia. Estes últimos nem sabem que já estão na Miséria.
