Economia
A cidade de Arataca está passando por uma transição na sua principal cultura econômica, do cacaueiro a cultura do café. A qual está afetando também o comportamento econômico do seu povo.
A questão crucial é: a desigualdade observada reflete essencialmente os talentos, esforços e valores diferenciados dos indivíduos ou, ao contrário, ela resulta de um jogo viciado na origem -- de uma profunda falta de equidade nas condições iniciais da vida, da privação de direitos elementares e/ou da discriminação racial, sexual ou religiosa?
Urge que ensinemos nas escolas e a cada cidadão onde estão os responsáveis pelo destino do país para, assim, justificar o tempo que cada um passa sentado na cadeira de uma escola. Obviamente, saberão escolher melhor seus governantes, entre aqueles que têm uma proposta econômica que não se submeta aos caprichos dos bancos e do mercado financeiro.
A visão de que o Estado deve ser “adequadamente proporcional” não deve, entretanto, mascarar ou escamotear a necessidade de o mesmo passar por reformulações de seu tamanho, de suas estruturas e do sistema e tipos de intervenções.
Em termos econômicos, sempre pensamos no trabalho como uma desutilidade, como algo que se faz para conseguir outra coisa. Agora ele é cada vez mais uma utilidade, algo valioso e digno por si só.
Vai, Brasil? Só de juros estamos pagando 1,5 bilhão por dia. Acordem o Gigante, por favor, meus amigos Zé Cariocas! E o avisem que a dívida pública está impraticável. Por favor.
A revista on-line Bodisatva postou um artigo excelente falando sobre a refundação do Brasil. Destaco um trecho: "Sociedade não se faz com economia. A que se faz com economia é esta que aí está. Sociedade se faz com reconhecimento, afeto, perdão. Sociedade é a organização social que permite e ajuda seus membros a serem felizes". Mediante isso estamos todos passíveis de revermos nossas relações sociais?
A erosão do trabalho é produto da refração econômica. Não é tão atual e nem tão antiga: apenas incandesce com o avanço tecnológico.
Ser omisso ao Evangelho de Jesus Cristo, é ensinar um cristianismo importado das potências econômicas, ao invés do Evangelho anunciado aos Apóstolos.
Não, não me culpes!
Essa eu não posso carregar!
Saúde?
Graças a mim, terás muito mais médicos, ambulâncias e postos espalhados, como nunca vistes em seu dia a dia!
Segurança?
Por minha causa, verás um número impressionante de policiais e viaturas nas ruas!
Água?
Tenho a balde! Aqui não há crise!
Luz?
Lâmpadas novas e para todos!
Enfim, eu sou teu, ou tua, como preferir! Te faço esquecer de tudo e de todos!
Não me prives disto! Sou louco, utópico. É um direito meu! Mesmo que estejas realmente morrendo, não há nada mais justo que eu prossiga para comprovar os motivos insanos de continuar pulando sobre teu corpo deitado, eternamente, em berço esplêndido.
Manifesto do Carnaval à Pátria Amada (ou Gigante Adormecido)
2,3384..., 3,301..., 2,882..., 3,140..., 2,094..., 1,813..., 1,745. --- 1,928..., 2,160..., 2,106..., 3,736..., 3,639..., 2,767..., 2,637. --- 180,00 - 200,00 - 200,00 - 300,00 - 300,00 - 2009=510,00
números fatais... economia, economia, economia...
eco... eco... eco... eco... eco... eco... eco...
no... no... no... no... no... no... no... no...
mia... mia... mia... mia... mia... mia... miaaaaaaa
Se houvesse uma agência de classificação de risco para as agências de “classificação” de risco ocidentais, razoavelmente isenta, a nota da Moody´s e de outras agências semelhantes, deveria se situar, se isso fosse permitido pelas Leis da Termodinâmica, abaixo do zero absoluto.
Governo: em política interior, uma torta para repartir; em política exterior, um bem a defender; em política econômica, uma vaca para ordenhar.
A situação econômica no Brasil, pode até melhorar, mas os que dominam economicamente no Brasil, têm que querer.
A profissão de economista é encantadora. Estuda os níveis de emprego, a renda, os capitais, as crises econômicas, os mercados, as causas e consequências das políticas de um governo, estuda a história, a sociedade e seus interesses, o bem-estar social e as relações internacionais. Através de suas expectativas, designam um fim ou estimulam um início. Suas críticas exaltam, mas também derrubam. Influenciam, pela sua credibilidade. Somos o elo entre a esperança e a decisão, entre a oportunidade e o sucesso.
