Economia
Deus ordena que as bênçãos estejam em nosso celeiro, que é a nossa economia, porém se retemos o dízimo, parte das bênçãos deixam de nos dar vitórias sobre nossos investimentos ou dívidas.
A crise que paralisa a nação, deixando saldos negativos na economia e milhares de empresas fechadas se deve a homens inteligentes da política que só tentam aumentar os impostos, em vez de criar empregos, educação e benefícios sociais que favorecem a todas as populações.
Economia
Estude economia , nosso país precisa , mas não poupe nada com o tempo , compre tudo à vista se for para satisfazer o momento ...... pois o tempo não promove liquidação !!!!!
Economia se faz com criatividade, matemática favorável, consumo adequado e dizendo não à gastos desnecessários, e sim, aos bons investimentos pessoais e familiares, de acordo com o piso salarial de cada trabalhador.
O que os homens chamam de economia exige muito dinheiro para ser aplicado no conserto daquilo que sai barato.
Muitos políticos se esforçam pela economia do país, mais impostos; porém, não lutam pelas intenções sociais do povo.
A premência da economia exige dos trabalhadores produtividade, criatividade e qualidade profissionais, oferecendo aos seus patrões a credibilidade empresaria, comercial e industrial, que oferecem aos seus consumidores os melhores investimentos e a satisfação pela aquisição de seus produtos.
A economia doméstica se vê quando o excesso é controlado, o consumo é medido, a necessidadee é atendida e o conforto fica para depois.
Na nova economia do mundo contemporâneo, quem muito estuda e se prepara, desaprende e se distancia cada vez mais dos sucessos financeiros.
A ante economia chinesa tem como meta principal derrubar todos os grandes lucros de todos os monopólios internacionais. Não para baratear os custos dos produtos e serviços mas para expandir o caos e desestabilizar os conceitos de todo o mundo globalizado.
Nenhuma moeda estrangeira é lastro por paridade em uma economia incerta e flutuante. O lastro natural são as obras de arte, os metais nobres e as gemas raras, que se originam do acaso e existem desde sempre em muito pouca quantidade no planeta.
Contradição
Disseste
Quero lá saber de economia
de política e de filosofia
Quero lá saber de poesias
de futebol e sociologia
Quero é saber o que queres
quero saber se estás por mim
Eu respondo-te:
Não faço filantropia
vivo de saber de economia
política, filosofia, futebol e sociologia
Enquanto tu, abana bandeirinhas
fazendo campanhas de politiquinhas
atrás de mesquinharias
tentando cabelos curtos
fazendo analogia
tirando verruga do rosto
perdendo autonomia.
A Economia segundo a Empatia
Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.
Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?
A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?
Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.
Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.
O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".
O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.
E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".
A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.
Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.
...Salve. Enquete: Na sua família quem deve e pode morrer para a Produção, Consumo e Economia não parar?...
Brasileiro posta tanta frase motivacional,
mas a economia ainda anda mal, era só
para aumentar o astral.
Cada um sente a política de um jeito, de acordo como é afetado pela economia, independentemente de seu conhecimento político. Mas há os que negam a realidade por pura sabotagem, o que, na verdade, não deixa de ser autossabotagem.
Mesmo que a economia brasileira esteja passando por um momento trágico, espera-se que com a saída dos petistas do comando, melhorias possam acontecer. Mas, é melhor não nos iludirmos acreditando em muitas mudanças...Falta credibilidade, falta muito para que tais mudancas aconteçam, principalmente seriedade dessa politicagem podre que a cada dia planejam estrategias pensado apenas em si próprio e não na nação como um todo. Tantas medidas, tantos projetos, tantas leis e nada melhora...Avança e anda Brasil...Ainda há esperança.
O que estabelece a consciência política é a economia, e não de maneira oposta.
(CLARIANO DA SILVA, 2016)
Ludibriação... Desejar Exportação? Aumenta a economia (superávit "comercial") pra quem? Mesma lógica da sonegação, você comete crime ao não pagar e eu detentor não ao aferir impostos sobre impostos. Brasil!!
O balanço financeiro positivo feito pelos governos em face da sua economia pouco estável, demostra a apresentação de uma visão exageradamente apaixonada sobre a realidade sócio-econômica e política de determinado povo, tendo em conta a miséria que assola a vida da população.
