Economia
Para o bem da humanidade, ciência, medicina, religião economia e política precisam caminhar juntas e harmoniosamente.
ECO-nomia.
Morrer sem gastar seu dinheiro não é ecologicamente correto.
Circula-se menos dinheiro é obvio que ganhará menos, se circula mais, ganhará mais.
Mas há quem prefira sequestrar todo dinheiro do planeta para viver sozinho.
A ante economia chinesa tem como meta principal derrubar todos os grandes lucros de todos os monopólios internacionais. Não para baratear os custos dos produtos e serviços mas para expandir o caos e desestabilizar os conceitos de todo o mundo globalizado.
Na nova economia do mundo contemporâneo, quem muito estuda e se prepara, desaprende e se distancia cada vez mais dos sucessos financeiros.
Nenhuma moeda estrangeira é lastro por paridade em uma economia incerta e flutuante. O lastro natural são as obras de arte, os metais nobres e as gemas raras, que se originam do acaso e existem desde sempre em muito pouca quantidade no planeta.
Ainda tentam a lógica da Economia enganar,
Mentem, mentem, mentem que o Brasil da
revolução econômica não irá precisar...
Dá até para enxergar a desfaçatez lá
do Rochedo de Gibraltar,
Todo mundo a vê, por mais quanto
tempo eles vão continuar a nos enganar?
Podem tentar segurar, evitar e sufocar,
Será inevitável - a revolução ninguém
irá sufocar; - segurar...!
A revolução chegará em passos silenciosos,
ágeis e precisos... e o Brasil irá melhorar...!
O povo não se engana mais, ele apenas está
cansado de tanto ser por eles enganado!...
Em relação a autonomia do Banco Central e a dolarização da economia estou na fileira dos críticos da política econômica deste Governo, pois estes dois pontos são cruciais e nos lançarão ao abismo do mundo. Espero que o Governo recue nessa aventura.
A Economia produz tortura massiva. Não existe tortura mais democrática do que ela, em algum momento até os super ricos se encontram com ela cara a cara. Se a Humanidade tivesse essa consciência a tortura de fato já teria sido abolida no mundo.
Vindo dos mesmos que trouxeram a sabedoria fast food: “a economia a gente vê depois” — só nos resta retribuir-lhes com o que eles fazem com a nação: fingir preocupação.
Não há Miseráveis mais dignos de dó do que os que confundem Miséria com Economia. Estes últimos nem sabem que já estão na Miséria.
-Pensando na barata que sobrevive
até a uma bomba atômica...
Que grande economia espiritual seria...
Eu queria ser uma barata!
-Pensando bem ...
Tudo é desculpa para pensarmos bobagens.
Mas, sem bobagens nada teríamos
de interessante para contar...
Né mesmo?
-Bom dia galera que faz bobice!
Haredita Angel
27.01.2023
A “questã” sobre MAMON ( é preciso desenhar ) é a GANÂNCIA que possui seus adoradores e devotos.
A ganância que impõe uma economia INSUSTENTÁVEL, PREDATÓRIA E SELVAGEM....
A ganância que coisifica pessoas....
A ganância que coloca o lucro acima das pessoas e da sustentabilidade ambiental....
A ganância que alimenta uma cultura e lógica doentia e adoacedora onde TUDO é justificado em nome de um crescimento econômico que só beneficia os POUCOS que MUITO possuem em detrimento e opressão dos MUITOS que POUCO ou NADA possuem....
A ganância que aumenta a desigualdade e a injustiça e privilegia os privilegiados de sempre....
É por essas e outras OBRAS dos súditos do ANTI REINO de DEUS que NÓS, camaradas no Reino de Deus, profetizamos Graça, Justiça, Paz e Bem ( prosperidade econômica, também ) para todos e todas sem ninguém ficar de fora e sem DESTRUIR a CRIAÇÃO do Criador que adoramos...
Brasil em verso e Prosa
Presenciamos um momento diferente,
veio a guerra e a repressão,
e com ela o crescimento,
na sequencia a inflação,
que corroeu o pensamento,
de mais conforto e segurança,
e só durou por pouco tempo.
Veio a brisa que liberta,
A liberdade exacerbada,
E a censura que acerta
Ao leve riso a gargalhada?
Penso, existo, falo e voto,
Meu poder veio mudando,
Se dirigindo pro que gosto,
Onde o povão vem conquistando,
Eu vou lutando não me encosto.
A economia se acerta,
E renasce a esperança,
mas lá em casa o que liberta,
de “libertas tamem” encho a pança;
de moral me esvazio,
e não encho a criança.
Alegria e alvoroço,
Falo, logo penso, enquanto ainda moço,
Hoje em parte fraco ainda sou,
De certo e não não se enche o bolso,
Meu irmão vai pro comando,
Pra policia, pro governo, capital,
Desgastando, até quando, vou trocando,
Por revolta e por dinheiro a moral?
Compro morte, vendo cultos,
vou vivendo da desgraça,
faço frete, de tumultos,
arruaça em plena praça,
eu reclamo, dez centavos,
mas no fundo quem eu sou?
Se dissipa a fumaça
Minha face não disfarça,
Estou perdido de valor.
Vendo lixo e desgraça,
Traição em plena praça,
A ganância é de graça,
Se corrompe e não disfarça,
Logo cai toda esta farsa,
Pois o tempo ameaça,
Este tempo de pavor.
O dinheiro não será,
Liberdade não verás,
Dia e hora ultrapassar,
Os limites do amor.
