E no meio de Tanta Gente Chata
A atitude, vem da vontade, a vontade vem da certeza de um sentimento. Não existe ser meio legal ou meio comprometido, o que existe é ser sincero com os sentimentos e agir com pureza e com verdade. Relacionamentos por conveniência, só beneficiam à aqueles que estão extraindo sua energia.
Não vivam por conveniência, amem-se, valorizem-se, preservem seu bem estar e sua paz interior.
As vezes, estar sozinho é uma dadiva.
No acaso da vida te encontrei ou fui encontrado sei lá, aconteceu de um jeito estranho, meio louco, totalmente involuntário, sem planejar, sem armar situações, autêntico, genuíno.
Apavora??? Sim, mais pelo fato de ser tão completo, tão forte, tão verdadeiro, porquê não é todo dia que encontramos pessoas assim, que tem dentro de si, a pureza de alma, a beleza da vida, a maturidade tão definida, mas conserva em ti, o jeito menina, que brinca, sorri, chora, vive....!!!
O terrorismo é um modo de impor a própria vontade por meio de atos de terror. Ele emprega sistematicamente a violência para fins políticos, promovendo a desorganização da sociedade e desejando a tomada do poder. Diante da violência absurda por ele produzida, somos, mais uma vez, convocados a construir percursos de compreensão, diálogo franco e cidadania, fundados em valores comuns, base de toda a convivência pacífica.
Telefonava-lhe a meio da noite, só para lhe dizer o quanto a amava e desejava.
Sonhar com ela, era um desassossego vulcânico.
Melania Ludwig
23 de março de 2011 ·
Ora ora, vejam só!
O sol está meio acanhado,
mas a chuva deu uma trégua.
Parece que não vamos pisar no molhado
nem usar as sete léguas!!!
"Nós nos perdemos em meio a tantos desejos e paixões; nos perdemos num mundo ilusório, cheio de divergências e contradições, nos perdemos para as grandes ambições, para o egoísmo, o egocentrismo, as vaidades, o exclusivismo, para a arrogância e o individualismo; deixamos de buscar, naquilo que já era nosso por natureza, o mais puro dos sentimentos, a mais pura verdade, para nos permitirmos envolver-se apenas para um propósito: a riqueza (material).
Triste fim dos homens na terra, que acreditam e, na maioria das vezes, passa por cima do seu semelhante, para alcançar uma glória ($$$) que é passageira; vivemos disso e para isso, numa sociedade sem reais propósitos, além daqueles que interessam a um apenas ou a um grupo apenas; enquanto isso, dissipam milhões para beneficiar-se sem pensar, que se abrirmos nossos olhos, perceberemos que somos todos ramos de uma mesma árvore e que, se destruímo-nos uns aos outros, destruímos a nós mesmos."
em meio aos devaneios da mente,
nos riscos que a vida tem, encontrei
um abraço, um afago, um amigo, um amor
na linha tênue, equilíbrio
Há quem se enriquece por meio de privação e economia, e acaba ganhando isto: Quando ele pensa que já pode descansar e aproveitar seus bens, não sabe que logo vai chegar o tempo de morrer e deixar tudo para os outros.
(Eclesiástico 11, 18-19)
Jesus usava parábolas para dizer tudo isso ao povo. Ele não dizia nada a eles sem ser por meio de parábolas. Isso aconteceu para se cumprir o que o profeta tinha dito: “Usarei parábolas quando falar com esse povo e explicarei coisas desconhecidas desde a criação do mundo.”
Sentada de canto calada, ela espera por algo que a traga felicidade.
Em meio aos seus devaneios, ela sonha, ela brinca, ela sorri esperando o amor perfeito.
Ela chora, canta e não mente o que sente.
A decepção já não a abala, pois o amor que ela tanto esperava chega e lhe desperta a alma.
Ela é cheia de sentimentos,
apareceu meio que sem querer,
não lembro direito.
Seus olhos! Ah, seus olhos parecem
estrelas que iluminam.
Corajosa! Colocou na mala os sonhos
e saiu em silêncio para concretizar.
As vezes dorme de tarde,
a noite vê filmes,
no intervalo sorri.
Ela é assim,
é o jeito dela.
Confia em si mesmo,
as vezes chora por dentro,
mas se veste de sol e brilha
por fora.
Mulher de fase,
chega como um vento de verão,
desaparece como um furacão.
Moça de cabelo dourado,
encanta com o andar balançado.
As vezes rima, outras prosa,
ela é Clara, linda bela,
és assim,
desde de seu Nascimento!
Sergio Fornasari
"Dizem que cada um de nós era uma estrela no meio do infinito. Acredito que quando uma vida se acaba, não é por inteiro. Acredito que voltamos a ser estrelas para pode nascer novamente."
A necessidade de refrear os sentimentos nocivos à sociedade por meio de outros sentimentos fixados pela educação, a moral e os códigos, constitui, o princípio fundamental da vida coletiva, e nunca em vão os povos o desconhecem.
Ninguém se liberta dos sentimentos que o meio social tinha penosamente conseguido conter, sem criar anarquia. O seu primeiro sintoma é um rápido acréscimo da criminalidade, tal como o que hoje se observa. É favorecido, aliás, pelo desenvolvimento do humanitarismo, que paralisa a repressão e tende, por conseguinte, a destruir todos os freios.
A nossa democracia atual sofre cada vez mais as conseqüências da supressão dessas ações inibidoras, as únicas que podiam contrabalançar os sentimentos anti-sociais.
O ódio das superioridades e a inveja, que se tornaram os flagelos da democracia e ameaçam a sua existência, derivam de sentimentos muito naturais para que não tivessem subsistido sempre. Mas, nas sociedades hierarquizadas do passado, a sua manifestação era difícil.
Tendo adquirido hoje livre impulso, incessantemente alentados por políticos ávidos de popularidade e universitários descontentes da sua sorte, esses sentimentos exercem constantemente a sua desastrosa tirania.
Devido a grande dissociação das ações inibidoras, as desagregações sociais são consequências da fraqueza que o medo determina.
Diante da fraqueza dos códigos, progressivamente se criou a noção de que empregar a ameaça e a ação direta era um meio seguro de alterar leis outrora consideradas como invioláveis.
Uma sociedade subsiste graças ao fator de manter a convicção hereditária de que cumpre respeitar religiosamente as leis em que se funda o organismo social.
A força que os códigos possuem para impor a obediência é, sobretudo, moral. Nenhuma potência material conseguiria tornar respeitada uma lei que toda a gente violasse.
Se um gênio malfazejo quisesse destruir uma sociedade em poucos dias, bastar-lhe-ia sugerir a todos os seus membros a recusa de obedecer às leis. O desastre seria muito maior do que uma invasão a que se seguisse a conquista. Um conquistador limita-se geralmente, com efeito, a mudar o nome dos senhores que dispõem do poder, mas é seu interesse conservar cuidadosamente os quadros sociais cuja ação é sempre mais eficaz do que a dos exércitos.
Destruir a crença na necessidade do respeito aos freios sociais, representados pelas leis, é preparar uma revolução moral infinitamente mais perigosa do que uma revolução material. Os monumentos saqueados rapidamente se reconstroem, mas para refazer a alma de um povo, são necessários, em muitos casos, alguns séculos.
Combatendo a tradição em nome do progresso e sonhando destruir a sociedade para apoderar-se das suas riquezas, os sectários não vêem que a sua vida é um estreito tecido de aquisições ancestrais, sem as quais não viveriam um só dia.
Sabe-se como finalizam sempre semelhantes tentativas. Será, entretanto, preciso suportá-las ainda sem dúvida, pois só a experiência repetida instrui. As verdades formuladas nos livros são palavras vãs. Só penetram profundamente na alma dos povos ao clarão dos incêndios e ao troar dos canhões.
