E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo
Mãe, as montanhas mais altas revelam
O seu heroísmo na vida!
Elas falam do quanto és preciosa e do quanto
És divina aos olhos de DEUS
Nesse mundo onde foste abençoada com frutos de vida
Dentro do seu ventre na criação de um amor incondicional
Na terra!
Tente ajudar mais as pessoas e de fato compartilhar o amor do que SÓ pensar em sua própria felicidade.Deixa de ser Egoísta.Ame.
O solo pode ser bastante árido
Mais se nele tiver uma gota de carinho, a semente plantada Brotará alegremente
Diante dos teus olhos esperançosos
Porque colocaste ali junto a Fé que havia em ti somente!
ESSE LIVRO INTITULADO JEAN RÉUS
Senti algo diferente em você logo de cara, parece não ser só mais uma dessas fascinadas por belas capas, dessas que nunca param para me ler, só pegam olham à capa e põem na prateleira, como se dissessem: Esse livro tem uma capa legal, mas não me interesso por leitura. – Uma pena, acabam não se aprofundando na melhor parte de mim.
Confesso que adorei, não é a primeira vez, mas desde a última faz algum tempo que alguém como você, me notou e folheou às primeiras páginas desse livro pouco lido, e parece ter se interessado, parece ter adorado. Consequência disso é que você vai amando a cada dia mais essa idéia, se distraindo com os assuntos e tudo que tenho a te entreter, até a felicidade não der mais pra esconder. E é isso que eu quero de você! A tua felicidade por conhecer cada dia mais um pouco sobre mim, me pondo como favorito e morrendo de ciúmes ao ver alguém tocando em mim, de transborda-se até contar pra melhor amiga o quanto vem amando essa literatura de gênero romântico. Só assim dessa forma posso ter a certeza que estou fazendo a diferença na sua vida, na vida da garota fascinada por conteúdo e não só por beleza.
Você foi o melhor e o pior. A esperança mais doce e o gosto mais amargo da angústia que me dilacerava por dentro. Você chegou e eu, sem saber explicar como isso aconteceu, comecei a sentir que você trazia dias bonitos e ensolarados para a minha vida, mas, de repente, tenho certeza que sem ao menos você se dar conta, também já trazia dias de tempestade, de escuridão... E então, em pouco tempo, você trazia a calmaria, a claridade, o arco-íris e aquela doce esperança novamente. E assim foram os meus dias, até hoje, depois que você surgiu na minha vida.
O DIA MAIS LEGAL É QUANDO MOMENTO SE TORNA ESPECIAL. AQUELE SORRISO, AQUELE ABRAÇO, AQUELE OLHAR. SÃO PEQUENOS MOMENTOS, MAS SÃO ELES QUE TORNAM O DIA SENSACIONAL. OBRIGADO É UMA PALAVRA TÃO LINDA, MAS POUCA FALADA. O AGRADECIMENTO É A CHAVE DO MOMENTO, POR ISSO MEU AGRADECIMENTO.
"É importante haver a tempestade não porque haverá a bonança depois. O mais importante da tempestade, é saber quem estará ao nosso lado por todo aquele período de desesperança..."
Porque na minha vida, por mais cinza que o caminho possa estar, eu me rego de cores, sabores e amores!
Se a gente não puder ser junto para a vida toda, nenhum minuto mais terá o valor de eternidade como sempre foi.
"não temos o direito de julgar,
mais isso não quer dizer que devamos ser coniventes com o erro alheio."
dediquei-me somente a minha familia e somente no bem dela eu pensei... mais de nada adiantou...
fui deixado de lado, como um cachorro ao relento...
mais a escolha não foi minha...
errei apenas em uma coisa... em tentar dar o melhor a elas...
Escrevo sobre o amor alguns anos, porém quanto mais escrevo menos consigo intender.
Este sentimento que quase sempre me faz sofrer.
Quando vem depressa pode ser bom, lentamente ou com muita emoção. O importante que ele sempre esta por aí, este sentimento que algumas vez me faz sorrir.....
"Pensei em dizer, disse ao gritar: mundo louco para de rodar, não quero mais ver o tempo passar. Se isso não acontecer eu acho que vou adoecer."
Retalhos da Memória
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(O CONTRASTE DO GARI MAIS POLITIZADO DA PARAÍBA)
Por: Anna Paula Oliveira. jornalista
No dia 11 de janeiro de 1972, num barraco da maior favela da cidade, a Cachoeira, nascia José Martins de Paiva, O Gari . Sentindo-se um pré destinado à miséria, com ar de tristeza e desolamento, contou-me sua história, definindo suas lembranças de criança como “infância do pesadelo”.
A fome, maior bandida de sua vida, o devorava e enfraquecia. Sua refeição diária era um prato preparado com um bocado de farinha, cebolas cortadas em pequenos pedaços e uma pitada de sal o banquete descia goela abaixo acompanhado por 3 ou 4 copos de água. Em dias que nada tinha para preencher os buracos do estômago espetado pela dor que roncava, o menino dormia anestesiando a fome que atormentava , e que apunhalando forte, por vezes o fez desmaiar.
As lágrimas presas no semblante escurecido ficaram nítidas, ao falar sobre o sonho de criança: ir à escola.Mas, seu desejo foi roubado pelos ratos que além de morde-lo durante à noite, roeram seu registro de nascimento , documento que na época custava caro e era imprescindível para matricula na escola. Angustiado , lembrou-se ainda do diálogo com a mãe:
_ Mãe, me bote na escola!
Que aos tapas lhe respondia:
_ Pra que que tu quer estudar miserável? Caderno de pobre é o roçado e a caneta a enxada. Vai trabalhar vagabundo!
Já que filho de pobre não ia à escola, sua rotina se alternava entre as esmolas que pedia nas ruas e as víceras de galinha procuradas entre as penas nas sarjetas das granjas.Entre as lembranças remoídas , falou com olhos distantes sobre a história da galinha preta, morta, abandonada em um córrego sujo.Obrigado a descer à margem, a mãe o apedrejou, por ele não ter forças de trazer o jantar do dia para cima. Um engenheiro que trabalhava em uma obra observou a cena e chocado,e aos prantos o ajudou a subir. Passando as mãos carinhosamente pelos cabelos do menino que chorava disse:
_ Minha senhora, não faça isso com seu filho...Tome esse dinheiro e joga isso fora, que isso não é comida de gente. Agradecidos, mãe e filho se despediram do homem generoso, e enfim, quando já não havia mais ninguém à vista, voltaram ao córrego, apanharam a galinha e comeram.
Crescendo dentro da favela, recebeu os beijos de rejeito e viu-se em um dilema: a revolta ou a conformação. Entre lutar para crescer ou roubar par viver, trilhou os dois caminhos _mas não sem medo. Afinal sua mãe o repreendia com palavras duras, ditas sempre com um facão em punho:
_ Olha desgraçado, no dia que você roubar, eu meto essa faca no teu bucho e corto seu pescoço, seu infeliz miserável.
As palavras secas e cruas ecoaram por muito tempo em sua cabeça perturbada pelo destino difícil. Quando adolescente, apesar das ameaças da mãe, passou a viver como menino de rua. Sem trabalho e oportunidade de estudar, acompanhado por uma tropa de meninos, quebrou vidros de carros, pegou morcego em ônibus e derrubou muitos tambores de lixo, onde o proibiam de catar os restos.
Aos 15 anos, mesmo sem registro de nascimento, começou a freqüentar clandestinamente a escola. Porém a hostil bagagem das ruas o tornou agressivo ao ponto de em uma briga na escola, furar com um lapiz um colega de classe. Mais uma vez o sonho de aprender, escapou de suas mãos.
Com o tempo, muitos amigos morreram tragados pela criminalidade das ruas ou assassinados pela polícia_ polícia essa que na favela da Cachoeira, entrava batendo nos “ciladrões”, porque ali todos eram culpados até que provassem o contrário.
Aos poucos com ajuda de amigos, aprendeu a ler e aos 18 anos, passou no concurso para gari, onde foi batizado com nome que o tornou conhecido, Gari da Cachoeira. Durante as coletas do lixo, os livros que para uns não tinham mais utilidade, eram levados para casa como peças valiosas. As obras eram lidas entre os intervalos do trabalho e as folgas no fim de semana. Ao longo dos anos tornou-se sindicalista atuante na categoria. Através de programas sociais de alfabetização de adultos concluiu o ensino fundamental e posteriormente o ensino médio por meio de supletivo.
Sua participação na luta por condições dignas de moradia aos moradores da favela da Cachoeira, foi determinante nas ações sociais que foram aplicadas na habitação e saneamento básico da comunidade.
Hoje a favela já não existe mais, A Cachoeira virou bairro da Glória, e embora as paredes sejam de concreto e não de taipa, o desemprego, a fome e o sofrimento causado pelas diversas faltas, permanecem ainda ali impregnados nas pessoas que continuam sem efetivas oportunidades de mudança.
O Gari da Cachoeira, casado, pai de 4 filhos, sindicalista, político atuante, candidato por duas vezes a cargos públicos, estudante de Direito, continua engajado em ações sociais que contribuam para mudanças no quadro infeliz de miséria sentido na pele, onde carrega ainda muitas cicatrizes.
Burrice do Saber
"Nada muda na vidaDe quem não quer mudar,Nascer burro e morrer cavaloÉ mera utopia,Pois a pior fantasiaÉ não querer aprender.”
José Martins de P, gari da cachoeira
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