E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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⁠Na pós-modernidade, a reflexão adormece; optamos pela agitação do bar em vez da tranquilidade do lar, temendo o silêncio dos pensamentos.

Inserida por I004145959

⁠Todo coletivo é burro, violento e covarde. Lembre disso da próxima vez que ouvir alguém discorrendo sobre o nobre ideal de uma associação, uma empresa ou uma nação.

Inserida por VerdadesCorporativa

⁠Amor à primeira vista é como a precisão de uma flecha que atinge o alvo na primeira vez que é lançada.

Inserida por ednafrigato

⁠"O olhar"

Vários olhos me avistam
Várias pessoas me olham,
Mas tu? Tu nem me vez
Quero que olhes para mim,
Quero que me sintas,
Quero que me entendas
Quero que saibas o que vou dizer mesmo antes de eu falar...
Quero que sejas "o olhar"

Mesmo quando estamos a sós,
Parece que não me vez,
Tu queres o que eu não quero
Tu demonstras o que eu não tenho coragem de demonstrar
Mas, por outro lado, eu escrevo sobre o que tu nunca escreverias

Muitos já me olharam comprazer,
uns com desejo, outros com amor,
Mas nenhum desses olhares conseguiu ver a minha dor.

Eu guardo meu rancor,
Guardo-o num pote,
Poi se o esconder de mim,
Pode ser que pouco o note

Inserida por The_Tide

A internet não dissipou distâncias; em vez disso, criou guetos virtuais onde indivíduos se isolam em comunidades fechadas, limitando a troca de diferentes perspectivas e perpetuando bolhas de concordâncias.

Inserida por I004145959

⁠Uma vez que tiver aceitado seus defeitos, ninguém irá usá-lo contra você. Ninguém é perfeito nessa vida, o pior inimigo são os que há dentro de nós, são como demônios interiores, e para derrotar um inimigo, primeiro temos que entende-lo para também saber sua fraqueza.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠NATAÇÃO:

Certa vez fui jogado na água,
Não sabia nadar,
Me debatia e me cansava,
Só pensava que fui jogado na água,
Minha mente fica em branco,
A vista escurece,
E a solução cada vez mais perto,
Me agarrei a borda da piscina.

Inserida por Pensador_eli

⁠Troque o saudosismo pela audácia; em vez de lamentar o passado, ouse criar o futuro. Saudade, só se for para adoçar a vida. Ousadia e audácia são temperos vibrantes, que dão sabor ao momento presente e ao presentes que está por vir.

Inserida por evermondo

⁠⁠Era uma vez.

Em um tempo não muito distante daqui as pessoas se davam as mãos ao brincar, ao passear, ao namorar,etc.....
Já nos dias ditos modernos,
as mãos estão apenas nos celulares,assim como a atenção as coisas..

Inserida por RicardoMellen

⁠"A dúvida é nosso produto", disse uma vez um executivo do tabaco, e essa cortina de fumaça sempre parece funcionar. Crie muito ruído remunerado e confunda as pessoas para duvidarem do estudo original rigoroso e acreditarem no ruído.

Inserida por Poliana16

⁠O valor da dignidade é incomparável: perdida uma vez, jamais se recupera. Por isso, preserve-a com zelo.

Inserida por apolenario-portugal

⁠Às vezes sinto que meu peito dói, toda vez que penso em você meu peito dói, as lembranças de nossos momentos faz meu peito doer, toda vez, toda vez, porque sempre por você meu peito dói, as minhas falhas me consomem, minhas ações erradas e equivocadas fizeram meu peito doer, e hoje tudo sobre o passado vem me remoer, arrependimentos eu tenho mais que se possa contar, mas infelizmente o passado eu não posso mudar, tentei consertar tudo, e no fim eu só ferrei com tudo, por que sempre sou eu quem fodo com tudo, por quê? Me sinto preso num quarto escuro, onde falta ar e há porta eu não consigo encontrar, acho que é isso que eu mereço, pois eu mesmo me coloquei nesse quarto escuro, quando ferrei com tudo, eu só preciso de alguém que possa me apresentar a saída, talvez só alguém que me fale que acertei alguma fez, mas acho que isso é impossível, eu me coloquei no fundo desse abismo, eu posso ver o feixe de luz, mas não sei de onde ele vem, tudo que eu construir na minha frente simplesmente se destrói, e isso no meu peito dói.

Inserida por Byeager_ahh

"TCHALANI, O INVENCÍVEL"

⁠Era uma vez na pitoresca aldeia de Kwanza, onde as palhotas eram tão abundantes quanto as gargalhadas das crianças a brincar. A aldeia estava em alvoroço, pois era o dia do grande jogo de futebol, onde os jovens da aldeia competiriam pelo título de campeões do vilarejo. Tchalani, o herói local e mestre de esconde-esconde, era o protagonista dessa história.

Tchalani era conhecido por ser tão rápido que, numa brincadeira de esconde-esconde, conseguia desaparecer atrás de uma palhota antes que alguém dissesse "já está". Nesse dia, enquanto a aldeia se preparava para o jogo, Tchalani decidiu brincar de esconde-esconde com os seus amigos. Ele sabia que a melhor maneira de treinar a sua agilidade para o jogo era através dessa brincadeira.

"Vou esconder-me atrás da palhota do velho Mabuto, ele nunca me encontrará lá", pensou Tchalani, rindo para si mesmo. Enquanto se esgueirava, ouviu a fofoca da aldeia a voar de uma palhota para outra. "Dizem que Tchalani é tão rápido que pode correr mais rápido que o vento!" cochichava a tia Binta, conhecida por saber de tudo e mais alguma coisa.

A brincadeira começou e Tchalani correu e escondeu-se tão bem que os seus amigos procuraram por ele durante uma hora inteira sem sucesso. De repente, ouviu uma comoção. O grande jogo de futebol estava prestes a começar, e Tchalani tinha desaparecido. Os jogadores da sua equipa estavam preocupados, pois precisavam do seu melhor jogador para vencer.

Tchalani percebeu que tinha perdido a noção do tempo e, sem ser visto, correu para o campo de futebol. Quando apareceu, toda a aldeia soltou um grande suspiro de alívio, e as fofocas começaram de novo. "Viram só? Ele estava escondido esse tempo todo! Que maroto!", disse a tia Binta com um sorriso.

O jogo começou e Tchalani usou toda a sua habilidade de esconde-esconde para driblar os adversários. Corria tão rápido que os jogadores do outro time ficavam tontos só de tentar segui-lo. Em pouco tempo, Tchalani marcou o primeiro golo, e a aldeia explodiu em aplausos e risadas. A tia Binta, sempre pronta para uma boa fofoca, disse: "Dizem que ele pode desaparecer e reaparecer como mágica!".

No final do jogo, a equipa de Tchalani venceu por 4-0, e ele foi o herói do dia. A aldeia festejou com danças e canções, e Tchalani foi carregado nos ombros pelos seus amigos. "Você é o nosso campeão, Tchalani! E o melhor jogador de esconde-esconde também!", gritaram.

Naquela noite, ao redor da fogueira, enquanto a aldeia celebrava, a tia Binta começou uma nova fofoca: "Ouvi dizer que Tchalani pode até esconder-se do sol! Será verdade?". Todos riram e Tchalani, com um sorriso maroto, piscou o olho e respondeu: "Quem sabe, tia Binta, quem sabe?".

E assim, a aldeia de Kwanza continuou a viver com as suas palhotas, jogos de esconde-esconde e futebol, e, claro, as fofocas que nunca terminavam. E sempre que alguém precisava de um herói para qualquer brincadeira ou jogo, sabiam exatamente a quem chamar: Tchalani, o campeão.

Inserida por Susatel

⁠Uma certa vez, na pitoresca província de Gaza, uma aldeia chamada Manjacaze, conhecida por suas tradições vibrantes, risadas contagiantes e festas épicas. A vida em Manjacaze girava em torno das palhotas, onde as histórias antigas e os costumes eram passados de geração em geração. Entre os habitantes mais conhecidos da aldeia estavam Tonekas, Tchissola, Penina, Dina e Caró, cinco amigos inseparáveis e especialistas em transformar qualquer ocasião numa celebração inesquecível.

Era uma manhã quente e ensolarada quando Tonekas, o mais travesso do grupo, teve uma ideia brilhante enquanto se espreguiçava na sombra de uma palhota. "Hoje à noite, vamos dar a maior festa que esta aldeia já viu!", anunciou ele com um sorriso maroto.

Tchissola, a mais sábia e conhecedora das tradições, franziu a testa. "Uma festa? E quem vai preparar toda a comida e a bebida?"

Penina, conhecida por sua risada contagiante e habilidades culinárias, levantou a mão. "Deixa isso comigo! Vou preparar carne grelhada que fará todos lamberem os dedos."

Dina, que tinha uma coleção invejável de capulanas coloridas, acrescentou: "E eu vou decorar o espaço com minhas melhores capulanas. Vai ficar lindo!"

Caró, o mais divertido e mestre das bebidas, garantiu: "E eu vou preparar a bebida mais forte e saborosa que já provaram. Esta festa será lembrada por gerações!"

Com os papéis distribuídos, os cinco amigos começaram os preparativos. Penina foi ao mercado comprar carne fresca e temperos. Dina desdobrou as suas capulanas mais bonitas, pendurando-as entre as palhotas, transformando o lugar num arco-íris de cores. Caró começou a preparar uma bebida secreta, cuja receita tinha aprendido com o seu avô.

Quando a noite caiu, a fogueira foi acesa e a festa começou. Os moradores de Manjacaze foram chegando, atraídos pelo cheiro delicioso da carne grelhada e pelas risadas que já se ouviam à distância. Em pouco tempo, a aldeia inteira estava reunida em torno da fogueira, dançando, cantando e contando histórias.

Tonekas, sempre pronto para uma boa piada, pegou um copo da bebida especial de Caró e subiu numa pedra. "Atenção, pessoal! Quero propor um brinde aos amigos, às tradições e, claro, à bebida de Caró, que é forte o suficiente para derrubar um elefante!"

Todos riram e levantaram seus copos. Enquanto isso, Tchissola começou a contar histórias antigas da aldeia, envolvendo espíritos, heróis e antepassados. As crianças ouviam com os olhos arregalados, e os adultos soltavam risadas de tempos em tempos, especialmente quando Tonekas fazia comentários engraçados.

A festa continuou noite adentro, com Penina servindo mais carne e Caró enchendo os copos de todos com sua bebida mágica. Dina, com suas capulanas, fez uma dança tradicional que arrancou aplausos e risos. A certa altura, Tonekas, já bastante embriagado, decidiu que seria uma boa ideia mostrar seus dotes de equilibrista. Subiu numa das palhotas e tentou caminhar pela borda. Claro, acabou caindo de cara no chão, mas levantou-se rapidamente, sacudindo a poeira e rindo de si mesmo.

A alegria e a camaradagem estavam no auge quando Tchissola, já um pouco tonta de tanto dançar e beber, sugeriu uma competição de histórias engraçadas. Cada um dos cinco amigos contou sua história mais hilária, e a aldeia inteira se encheu de gargalhadas. Caró, sempre o último a falar, contou sobre a vez que
Estavam numa festa em casa de um amigo na cidade, e então, começaram a servir comida. Um outro amigo deles, vendo os bifes sobre às mesas, sem esperar a autorização para servir, ele levantou-se à velocidade da luz para se servir. Sem intenção alguma de o fazer, derrubou o cabo de som e a música parou. Todo mundo parou o que fazia e começou a olhar para ele. Ele, perplexo, sentiu um calor de vergonha percorrer-lhe a espinha e não se atreveu a mover. E de lá do fundo, onde Judas perdeu as botas, gritou um convidado embriagado: "É esse que quando vê comida não se controla! Não precisa correr, a comida não vai fugir de ti!" Todos explodiram em risadas.
As risadas foram tão altas que ecoaram pela aldeia.

A festa continuou até o amanhecer, com todos finalmente exaustos, deitarem-se ao redor da fogueira ou em suas palhotas, cobertos pelas coloridas capulanas de Dina. Ao acordar, a aldeia estava um caos de risadas, roncos e algumas cabeças doloridas.

Nos dias seguintes, a festa tornou-se lenda em Manjacaze. Tonekas, Tchissola, Penina, Dina e Caró eram constantemente lembrados de suas proezas e das risadas que proporcionaram. E sempre que alguém queria uma boa festa, sabia exatamente a quem recorrer: aos cinco amigos que sabiam como transformar uma noite qualquer numa celebração inesquecível, cheia de carne suculenta, bebidas fortes, tradições respeitadas e risadas intermináveis.



In, Susatel - A Grande Festa de Manjacaze: Tradição, Risadas e Aventura
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Inserida por Susatel

Fico com vontade de jogar o jogo da velha toda vez que olho no canto do olho do meu pai

Inserida por sofia_lopes_1

⁠Sim, sou poeta.
Sou poeta porque toda vez que lhe vejo, um arrepio me cobre o corpo.
Sou poeta, por isso sinto uma melodia tocante de palavras na minha mente, que desejam sair de minha boca, tão suavemente.
Sou poeta, e me apaixono por corações bonitos e brilhantes, que deixam minha alma tocante.
Eu sou poeta, e eu amo com facilidade, com desespero, com intensidade. Amo tudo rapidamente, o que me faz contente, ou não, amo tudo para ser em vão. E perco minha alma, meu coração.
Tudo floresce e renasce, assim como minha alma de poeta sofrido, que vagueia por aí, sem sentido.
O poeta é assustado, intenso e desajeitado.

Ele ama por amar, ama demais.. mas é uma alma sofrida, triste e ferida.

Inserida por Annie_100709

Nesta vida somos todos passageiros e não levamos nada dela. Em vez de coisas materiais, deixe boas recordações, saudade, amor e gratidão.
Viva cada dia como se fosse o último
Viva intensamente ame, chore, agradeça, sorria, abrace, beije faça sua vida valer a pena.

Inserida por mara_santos_13

⁠“Amanhã tudo outra vez
É tudo perfeito
À noite talvez
Quando te tenho em meu leito.”

Inserida por rosellepaiva

⁠SONHO

Certa vez, deitei-me para dormir,
Pensando em você, logo adormeci.
Veio- me um sonho lindo de se ter,
Lindo porque nele estava você.

Sonhei que estávamos a ver a luar,
Eu do seu lado sempre a te amar.
Olhei pra você e fiquei feliz em te ter.
Meus olhos estavam fixos nos seus,
Minha boca estava com sede da sua,
Esperando seu doce beijo.

Você aproximou-se um pouco de mim,
E logo agradeci a DEUS por estar ali.
Então, finalmente,
Você juntou seus lábios com os meus,
E neste momento como um foguete indo à lua,
Assim foi minha cabeça.

Porém no meio da noite,
Eu acordei e vi que tudo era apenas um sonho,
Logo fiquei muito tristonho,
Mas tudo bem não é proibido sonhar.

Inserida por DablioMelo

⁠Rosa é a flor do amor em tudo que representa, até mesmo nos espinhos que vez ou outra nos ferem, contudo não perdem a essência, tampouco, deixa de ser flor.

Inserida por ednafrigato