E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Além da importância de ter o mesmo cuidador na educação das crianças, uma vez que isso estimula a aprendizagem e o desenvolvimento emocional, é essencial que pais, avós e responsáveis digam 'não' de maneira firme e definitiva, sem justificativas adicionais, como uma forma eficaz de estabelecer limites.
Cresci vendo meu pai transformar vidas, e agora é a minha vez de continuar essa missão de amor e justiça.
Continuar o legado de luta e determinação é o meu maior objetivo na vida.
"Um sábio uma vez foi perguntado sobre o que lhe faltava, foi então que respondeu: 'Tenho tudo que preciso, porque estou vivo, portanto, o que não tenho não é tão importante assim'."
Atualmente, o consumo é frequentemente motivado pelo desejo, em vez de pela necessidade.
É comum adquirir um par de tênis devido à sua marca, estética ou pelo estilo que representa, ou ainda pela mensagem que desejamos transmitir à sociedade.
Só o erro tem vez na vida, e se você esquecer os de seu passado, então estará fadado a cometer os mesmos sempre e sempre.
Na contemporaneidade gradualmente, a vaidade emerge como uma virtude, uma vez que a exposição constante de aspectos triviais da vida cotidiana nas redes sociais é celebrada como um símbolo de orgulho.
A propagação de detalhes efêmeros, como a rotina matinal ou as aquisições pessoais, é promovida como demonstração de autoconfiança e autoimportância.
Essa tendência sugere uma mudança na percepção coletiva, na qual a humanidade passa a atribuir significância a eventos triviais, reforçando a ideia de que a mera existência é suficiente para afirmar a própria relevância.
George Orwell uma vez escreveu: "Guerra é paz, liberdade é escravidão e ignorância é força".
E eu escrevo: 1984 ainda é 2024, com soldados encarando uma guerra de frente deixando esposas e filhos a sua espera, levando assim, a uma falsa paz global apenas para avançar agendas...
Indubitavelmente, a prática de iluminar uma vela em vez de proferir maldições à escuridão é, sem dúvida, uma metáfora rica em significado simbólico e moral.
Tal adágio sugere uma postura proativa e construtiva diante dos desafios e adversidades da existência humana.
Contudo, é imperativo salientar que a atitude de acender uma vela não implica em negação ou minimização da existência da própria escuridão.
Pelo contrário, ela denota um reconhecimento da dualidade inerente à condição humana, onde a luz e a escuridão coexistem, cada uma com seu papel e significado na tessitura do tecido da vida.
Se queres
Ser feliz
Tente outra vez,
Trabalhe teus pensamentos
Para o foco
No caso
Almejado e na inocência
De tua queda
Me dispus
Contigo pelejar,
O sol
Já vai sair
Amo-te
Tal maneira embriagante,
Assuma de vez
Que dentro
De um beijo
E outro
Você só para pra respirar.
Quando pensares que não me magoas com essa tua indiferença, então em vez de o fazeres só uma vez fá-lo duas ou até três pois só assim acordarás de uma vez para a indiferença que por mim tens.
Hoje é minha vez de falar de gratidão.
Como não te agradecer por tudo o que fez?
Me salvou de mim. De uma vida que já não me cabia, de um tempo que já não era meu.
Me salvou de uma multidão de egoístas, que nunca me viram além do que seus egos permitiam.
Como não ser grato? A alguém que mesmo vendo meus defeitos não me cobra além do que é justo e que ao cobrar nada exige, mas em tudo apoia. Como não ser grato a alguém que ouve meu sonho, meu projeto ainda que bobo, e me diz: vai dar certo! Conte comigo!
Como não ser grato a mulher que me fez seu homem, na cama, na vida e para a vida!?
( ... )
Entre os marimbondos há uns mosquitos que, de vez em quando, convivem conosco e nos ferram para sugar nosso sangue.
Certa vez um pavão deu uma bela festa, mas antes de entrarem, as aves convidadas precisavam mostrar ao pavão qual era pena mais bela de todas.
Uma águia, que não acreditou que o pavão daria aquela festa, tentou entrar lá, ela pegou a própria pena dizendo que a sua pena era suficiente.
E essa não entrou, pois a sua pena não era a mais bela.
Uma andorinha, que acreditou no pavão, chegou e disse:
-Senhor pavão, procurei por muito tempo a pena que me faria entrar na tua festa, procurei em mim e em outras aves. No final, percebi que só a tua a pena é capaz de me fazer entrar.
E essa acertou e conseguiu a festa aproveitar.
Certa vez uma mamãe tartaruga botou vários ovos enterrados na praia para chocarem.
Passaram-se alguns meses e nasceram vários filhotinhos, e todos eles correram rapidamente para o mar.
Alguns filhotes conseguiram de uma vez só entrarem lá, entretanto, outros bateram com a cara em alguns pedras que havia no caminho, machucando-se, então, no meio deles, uma tartaruguinha exclamou:
-Meus irmãos, esse caminho é muito difícil! Vamos dar meia volta e outro procurar.
As que ficaram lá tentaram novamente, outra vez fracassando, então, no meio delas, outra tartaruguinha exclamou:
-Por que nossos irmãos conseguiram e nós não?!
E lá ficou parada reclamando.
As tartaruguinhas que não ficaram paradas reclamando ou desistiram facilmente tentaram mais um vez, assim, conseguindo entrar no mar.
Valorize quem está ao seu lado, você nunca sabe quando vai ser a última vez,
a dor de não tê-la (o) está no mesmo nível da solidão.
Envelhecemos, e sempre vou te olhar com a admiração da primeira vez.
Porque, amor de verdade, nunca cansa, muito pelo contrário, só aumenta a cada gesto.
E o nosso, a eternidade será pouco pra compartilhar.
Certa vez no oceano alguns pais estavam com seus filhotes; Os tubarões, os peixes palhaços e os polvos.
A família dos tubarões deixou seus filhotes sozinhos, vendo isso, uma raia malandra enganou-os, fazendo com que entrasse em sua boca, devorando-os.
A família dos peixe-palhaço não ensinava seus filhotes bem, gostavam de zombar de outros. Então, eles encontraram a raia e zombaram dela, a mesma devorou-os.
Já a família dos polvos cuidavam muito bem de seus filhotes, cuidavam deles desde quando eram ovos, vendo a raia isso, nem tentou satisfazer-se novamente, pois sabia que nada poderia fazer.
Só tal vez!
Me lembro de coisas vividas
Tentando não trazer pra vida
Alguma vez que pensei ser ouvida
Alguma vez que senti ser ousada
Uma tal vez que senti ser usada
Tudo que já não me serve pra nada
Hoje eu não diria
O que eu disse um dia
Diante de tanta hipocrisia
Minha utopia
Faz uma ode à ironia
De quem outrora temia
Ora ampara a tirania
Morre crença renasce confiança
Esperança
Nao há dúvida que a fé não vença
Nao há tempo sem presença
Quem espera … morre sentado
- em pe, cansa -.
Quem sabe faz Agora!
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