Duas
Para que duas possam caminhar juntas, os propósitos tem que ser iguais por mais simples que sejam.
Os valores tem que ser os mesmos .
Os ideais compartilhados, porque senão elas se desvencilham na caminhada.
Simone Vercosa
Poesia e alegria
Duas coisas que falta hoje em dia!!
Ainda mais nessa pandemia
Que agonisa a gente em dor...
A dor de perder um amigo
Ou um doutor, que sempre nos ajuda
Em momentos de dor.
Assim faço um apelo
Que esse mundo encha de cor, alegria e amor
Pois sem isso tudo ficará cinza
E cinza nos deixa frio, vazio e sem cor
Podemos dizer ate sem amor
Mas com todos juntos, tudo ira se alegrar
O ceu virá a brilhar e seus sorrisos nos
Emocionar.
Tenho duas notícias para você, uma ruim e outra boa;
a ruim é que uma voz diz que você é insignificante. A boa, é que essa voz é do diabo e que ele é mentiroso!
Quando não vivemos intensamente, nos nos transformamos em lagartas, elas tem duas vidas uma rastejando e outra voando e mesmo assim não vivem intensamente por medo de seus predadores
As próximas gerações de líderes políticos deverão possuir duas coisas inabaláveis:
Em primeiro lugar, o compromisso com a verdade, ou seja, não ceder a corrupção em qualquer área e sobre nenhuma vã justificativa.
Em segundo lugar, sob vigilância da lei e da ética, apoio e proteção das autoridades e forças de defesa.
Porque ao confrontar os interesses de corruptos surgirão ameaças e as autoridades estarão de prontidão para fazer efeito da justiça e combater o mal.
A ciência e a religião são as duas janelas que o ser humano tem para olhar para o universo, e as duas merecem respeito.
Na vida e não guerra é necessário ter duas coisas bem claras em mente: "Pelo o que você luta?" e "Por quem você luta?". Pois, assim como num jogo de xadrez, às vezes a decisão mais sensata é entregar a rainha para proteger o rei.
Ele foi embora antes de eu ter a chance de me apaixonar, mas se ele se demorasse por mais duas semanas eu teria caído em tentação, eu teria dedicado a ele as melhores músicas de "The Cure", eu teria me entregado incondicionalmente pois eu confiava nele, logo eu que não confio em ninguém...
Fizemos uma fratura na terra.
Eu ouvi o barulho do chão se abrindo.
Duas placas se chocaram
e fizeram um buraco que dá para o céu.
Coisas estão sendo lançadas
para fora do buraco.
Estamos flutuando agora.
Deixamos expostos
o que há no centro de nós.
Todo mundo nos vê.
Agora somos um espetáculo celeste.
Estão nos contando antes de dormir,
como quem conta as estrelas.
Foi a primeira vez que contaram amor
em vez dos astros.
Não há sorte nem azar
para quem conta amor.
São todos espectadores
da sorte que temos
em viver um amor estratosférico.
E a fratura, aqui de cima,
é tão pequena,
que já nem existe mais.
Somos únicos, como uma linha temporal que nunca se iguala, duas pessoas diferentes, com pensamentos diferentes, mas com o mesmo objetivo, mostrar para a todos que ainda pode existir amor verdadeiro.
Cheguei a conclusão de que para viver e ser feliz temos que abrir mão de muitas coisas. Mas duas tem que permanecer: a fé e a vontade de viver
Os sonhos se realizam quando duas pessoas se alinham em uma corrente da sinceridade, honestidade, compreensão, no respeito mútuo. Assim, o verdadeiro amor faz presente!
Seria a falta de amar
A falta de paixão
A ímpar sensação
Que afasta dois corpos
Duas almas da realidade
Quando o amor
A paixão não se completam
Nem mesmo se unem
Não há fusão
Somente há incompletude
Almas que não se reconhecem
Que não se fundem
Que não se desejam
Nem se completam
Nada mais acontece
Apenas um vazio existencial
No vácuo até o fim dos tempos
Extinguindo qualquer possibilidade
Qualquer cumplicidade
(DiCello, 14/06/2019)
O estultilóquio intelectualóide opera em duas frentes: no incessante falseamento da Verdade e na violenta agressão ao espírito humano.
Existem duas coisas que movem meu futuro nesse presente: sonhos e ambição por realização dos meus sonhos.
Existem duas formas extremas de pensar: positivo ou negativo; em uma das duas você estará estabelecido; uma delas será o seu Deus; a um deles você se entregará. Seja qual for a sua escolha, você estará certo, porém, tenha consciência de que o resultado gerará responsabilidades. Faça sua escolha.
Reflita...
A razão e a emoção são duas coisas que leva a confusão se não houver entendimento, daí pode nascer o julgamento.
Reflita...
Hoje acordei e durante quase duas horas, fiquei olhando para o teto branco do meu quarto, e não era um olhar de admiração, não era. Era um olhar para o nada ou para tudo. Faltava-me força para levantar. As dores eram horríveis. Não sentia firmeza nas pernas, meu coração batia descompassado e num ritmo tal qual a bateria da Mocidade Independente. Meus olhos ardiam. Calafrios sequenciais. Sentia minha boca seca e meu corpo queimando em brasas. Resolvi consultar um médico, e lá fui eu sentar em frente ao computador, porque, afinal de contas, quem tem Google, não precisa de um médico real, ou precisa? Então, sentada com meu “médico”, disparei as pesquisas na página de busca, coloquei todos os sintomas, e ele, o Google, ou meu doutor, em segundos me deu inúmeras possibilidades: Chikungunya, dengue, zika, malária, pneumonia e tantas outras. Acreditei ser meu fim. Voltei para a cama e achei que chamar um padre para a extrema-unção seria o melhor a fazer, não custa nada estar preparada, mas, não o fiz. Por alguns instantes parei para pensar na vida, na minha vida, vida essa que não me deixa viver. Que me faz refém da rotina que eu mesma criei. Rotina essa que me consome dia após dia; falta de tempo ou de uma organização que não me deixe tempo hábil para fazer coisas prazerosas das quais preciso tanto: dançar, ir ao parque, cinema, teatro, rever amigos. Coisas que, por conta da correria, acabo deixando para depois, só que esse depois nunca se torna agora. Após essa breve análise, descobri que não tinha doença nenhuma para aquela imensa fadiga, desânimo, dores da alma. Realmente não era nenhuma patologia. Eu não estava doente: o que eu tinha era vida. Ou não tinha! Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
