Dualidade Entre as Pessoas
As Sombras da Essência e a Dualidade do Ser
Por Celso Roberto Nadilo (Adaptação Lírica)
As sombras da essência e a dualidade do ser: o trágico contraste entre o triste e o feliz.
Há uma dor profunda em não se reconhecer no espelho, um cansaço em nunca encontrar a felicidade no próprio ser. É a dor existencial que se manifesta também nos fenômenos do autismo — graus distintos da alma e da individualidade, onde até o mínimo barulho fratura o silêncio e converte o indivíduo em um território de conflito sensorial.
Diante disso, como agirá o transhumanismo? Irá ele sobrepor-se ao ser existencial?
Compreender a mente humana é mergulhar no complexo e no imprevisível. À beira desse abismo, para onde podemos guinar? Nas fronteiras do desconhecido, a mente ainda é um universo do qual sabemos muito pouco. Projetamos chips, eletrodos, receptores e emissores digitais instalados no cérebro para obter o controle da mente e criar uma ponte definitiva com o mundo. Mas, com o intelecto dividido com a Inteligência Artificial, o controle mental, as decisões e as escolhas ainda seriam influenciados pelo mérito do astro espiritual?
Para onde caminhamos? Para dentro ou para fora? Para cima ou para baixo? Seremos nós os laços que unem a humanidade, ou apenas nós de uma rede técnica? O sentido contemporâneo mais profundo está justamente no início daquilo que começamos a viver. O "nós somos" diante do "eu sou" nos impele a compreender que a própria existência tornou-se um salto de fé em direção ao transhumanismo.
Tudo o que conhecemos, tudo o que somos, desdobra-se diante do que vejo na caverna — o eterno retorno às alegorias de Platão, buscando laços ainda mais profundos na eternidade. Nas órbitas das nossas origens, somos criaturas minúsculas diante da imensidão infinita do universo. O transhumanismo talvez veja o fim deste cosmos, mas será que ele compreenderá o real significado de ser poeira?
A verdadeira grandeza que carregamos está no milagre dessa poeira cósmica saber falar e pensar. E, talvez, através das eras, cruzando galáxias e universos, continuemos a captar conhecimento, conscientes de que sempre fomos a parte mais viva da matéria estelar.
O espelho da existência reflete o espelho de um mundo multissensorial. A verdade permanecerá primordial, ou os espelhos abrirão múltiplas realidades até que tudo vire um borrão? O multiverso fragmenta o espaço e o tempo; contudo, evoluímos apenas nos atos que somos capazes de dominar. Diante do contraste do ser, o tempo de existência será superior ou uma mera métrica de qualidade de vida?
As definições do ser podem crescer ou definhar. Mas a alma humana necessita compreender o ciclo sagrado da vida: nascer, crescer, amadurecer e, por fim, perecer nos limites dignos da existência.
Por Celso Roberto Nadilo
Viajamos pelas asas do tempo e ganhamos conflitos e questionamento sobre o somos e que seremos capazes de ser diante o eu.
Nas ondas do conhecimento temos as nuvens em contraste do dualidade o luar e as estrelas que encantam o feitiço do amor.
num estado primitivo as areias são partes dos céus que clama pelas poeiras do tempo. Olho o horizonte sinto seus lábios em minhas lembranças.
Calida minha alma no anoitece um manto negro de estrelas com doce luar...
Nuvens camadas de sonhos num mundo de ilusão de uma sensação boa que o amor parte de tudo e tudo e parte mim.
Somos copias de um ser da dualidade do que somos
Na esperança vivemos numa história compartilhado por todos.
Somos objeto e servos de nossas cópias.
Porquê copiar se somos únicos?
Dentro da própria alienação intelectual ainda somos nos ou uma cópia de nos mesmo...
Ser copias é mais fácil de viver lúcido dentro de uma alienação religiosa ou impulso de existir a própria natureza devastada o respirar o torna ser subjugado pelo sistema que criou.
Dualidade e insanidade.
Compreender eu do espelho e espinhos da existência.
Conjectura da fragmentos do eu
Trazem o desfrute do euforismo.
A capacidade de compreender o ser eu
No espelho caleidoscópio tornasse o teor da desconexão da realidade.
A boa intenção deste poema
(Mauro A Evaristo)
Desejo que se liberte da dualidade
Que todo, qualquer ser humano tem,
Essa tal divisão que nunca faz bem,
Mas presente em toda sociedade.
Desejo que ao ver como as pessoas são
Que modere nas palavras e na mão,
Que não seja ferramenta de vingança
Porque ignorância traz mais ignorância.
Desejo que realmente entenda
A boa intenção deste poema
Que tem por perspectiva que possa ver
Que mesmo que algo lhe ofenda
Não se rebaixe em igualdade responder
Pois, existe poder infinito em você.
A educação é ímpar e egoísta quando não existe dualidade de ensino. Portanto, ela deve ser par, participativa.
O caminho gnóstico consiste na dissolução da dualidade e na realização da unidade. E a síntese deste caminho está na dissolução da dualidade formada por sujeito e objeto, e na realização da unidade que chamamos gnosis.
Eu sou dualidade. Eu vivo uma dualidade. Dois furacões brigam em mim. Uma é pacata e às vezes até um pouco amarga. A outra é viva, é feroz, têm ânsia por revirar rios e florestas. Meu ser tem dois nomes. E eles brigam intensamente. E quem disse que paciência e compreensão são as melhores virtudes? Minha dualidade discorda plenamente.
Alma trançada
E minh’alma trança e destrança-se
Uma dualidade que não tem fim
Enfim
Me tranço novamente
Desde os tempos gregos as culturas ocidentais têm enfatizado a dualidade, uma divisão ou diferenciação entre masculino e feminino, mente e corpo, logos e eros, ativo e receptivo, que depois se tornaram valores superiores e inferiores, respectivamente.
Ocorre que a NATUREZA DIVINA do Universo, tem como uma de suas leis, a DUALIDADE intrínseca em todas as CAUSAS E EFEITOS. O fato é que de fato, não haveria luz sem sombras, amor sem ódio, alegrias sem tristezas. Essa é uma lei criada por Deus, que propaga o bem e o mal. No entanto, Ele deu a homem a escolha (livre arbítrio) de execução! Simples assim... Não complicado de compreender, quando há interesse do auto-conhecimento em busca de aprimoramento humano...
Existe uma dualidade de potência que não convergem pela mesma norma: Nascer e morrer - A primeira se abastece de uma sorte, a segunda, por uma regra !
em tudo há
a dualidade
a bipolaridade
o bem e o mal
a perplexidade
a forte e a fraca personalidade
a escravidão e a liberdade
a nulidade e a intensidade
a lembrança e a saudade
a faca de dois gumes
o côncavo e o convexo
o dentro e fora
o ir e voltar
o homem e a mulher
o branco no preto
ou o preto no branco
o claro e o escuro
o 8 ou 80
o sim e o não
o gosto e o desgosto
a graça e a desgraça
o dia e a noite
o primeiro e o infinito
o positivo e o negativo
a guerra e a paz
a construção e a destruição
o odiar e o amar
o azar e a sorte
o começo e o fim
a vida e a morte!!!
A Dualidade Natural enquanto fato notado faz excludente a simetria... que supostamente existindo em um espaço temporal... tem a forma perfeitamente constituída do pecado original na sua totalidade... ou da santidade em toda plenitude...
a dualidade bem e mal é ilusória
o mal simplesmente não existe
dizemos que está escuro
mas escuridão é falta de luz
só há luz
ou frio, mas frio é apenas falta de calor
só há calor
o bem é Amor em abundância
e o que conhecemos por mal
a falta de Amor
só há Amor
e Amor é tudo que há
Não sou dada à monólogos,
Prefiro a dualidade dos diálogos,
Não sou dada à joguinhos emocionais,
Sou o que sou em construção de um ser melhor,
Evolução.
Fui obrigado a conviver a vida toda com essa dualidade: apaixonado pela ficção, de um lado, e tendo que trabalhar com a informação no dia a dia.
Na terceira geração, a queda de um império é por vezes, falta de dedicação e fruto de dualidade de critério.
