Dualidade Entre as Pessoas
Ocorre que a NATUREZA DIVINA do Universo, tem como uma de suas leis, a DUALIDADE intrínseca em todas as CAUSAS E EFEITOS. O fato é que de fato, não haveria luz sem sombras, amor sem ódio, alegrias sem tristezas. Essa é uma lei criada por Deus, que propaga o bem e o mal. No entanto, Ele deu a homem a escolha (livre arbítrio) de execução! Simples assim... Não complicado de compreender, quando há interesse do auto-conhecimento em busca de aprimoramento humano...
Existe uma dualidade de potência que não convergem pela mesma norma: Nascer e morrer - A primeira se abastece de uma sorte, a segunda, por uma regra !
em tudo há
a dualidade
a bipolaridade
o bem e o mal
a perplexidade
a forte e a fraca personalidade
a escravidão e a liberdade
a nulidade e a intensidade
a lembrança e a saudade
a faca de dois gumes
o côncavo e o convexo
o dentro e fora
o ir e voltar
o homem e a mulher
o branco no preto
ou o preto no branco
o claro e o escuro
o 8 ou 80
o sim e o não
o gosto e o desgosto
a graça e a desgraça
o dia e a noite
o primeiro e o infinito
o positivo e o negativo
a guerra e a paz
a construção e a destruição
o odiar e o amar
o azar e a sorte
o começo e o fim
a vida e a morte!!!
A Dualidade Natural enquanto fato notado faz excludente a simetria... que supostamente existindo em um espaço temporal... tem a forma perfeitamente constituída do pecado original na sua totalidade... ou da santidade em toda plenitude...
a dualidade bem e mal é ilusória
o mal simplesmente não existe
dizemos que está escuro
mas escuridão é falta de luz
só há luz
ou frio, mas frio é apenas falta de calor
só há calor
o bem é Amor em abundância
e o que conhecemos por mal
a falta de Amor
só há Amor
e Amor é tudo que há
Não sou dada à monólogos,
Prefiro a dualidade dos diálogos,
Não sou dada à joguinhos emocionais,
Sou o que sou em construção de um ser melhor,
Evolução.
Fui obrigado a conviver a vida toda com essa dualidade: apaixonado pela ficção, de um lado, e tendo que trabalhar com a informação no dia a dia.
Na terceira geração, a queda de um império é por vezes, falta de dedicação e fruto de dualidade de critério.
O conflito de personalidade
Transpassa dualidade de identidade
Pois o eu com você ou com ele, é vulnerável, Manter o eu sendo outro já é mais complexo do que ser outro apenas
O algoritmo de encarar os problemas
E crises existenciais entre identidade
Coloca toda uma cultura em jogo, deixando sem nexo um dos teores de um personagem sem rosto
Já nexo a dualidade de personalidade, está uma Adaptação no caos para dois personagens com vida diferentes contendo traços e laços de virtudes e defeitos de ambos, sendo dois personagens com divergências em estilos e cultura com as mesmas “identidades”
Identidade forma caráter
Abrangindo noções entre o que é ou não o certo,
Já personalidade é o conjunto de temperamentos e sentimentos em um indivíduo, o que cativa ou distância quem está ao redor...
Ser ou não ser
Estar ou não estar
São casos diferentes
Problemas distintos
Caos e transtornos moderadamente fixo nos mais intrigantes íngreme fragmentos onde a memória de curta ou longa duração arquiva os dados ou dardos de diversos e distintos conflitos que culminaram a ser ou estar no devido conflito no presente momento!
Como um sábio diz sobre algo bom;
“Você foi agora toda coisa mais importante que me aconteceu em toda minha vida” refutando o “agora” como algo mutável e reparável com a ferramenta “tempo”!
Boa sorte, a mudança é dolorida,
Mas necessária!
Bom é ser alguém
Estar sendo outrem é doentio!
A imutabilidade da lei da dualidade, incomoda todos... Os bons descobrem que não são tão bons, e os maus que não são tão maus...
Fenda dupla
Algumas vezes me entorpece, algumas vezes me envenena.
É transferível, a dualidade humana, aos objetos?
Às cidades?
Esse mesmo chão que me encanta em seu movimento, que me aquece, me conforta, o mesmo chão me afasta e me entedia, me angustia, me revolta.
Ou será que ele não muda? permanece estático, e eu, apenas eu me modifico?
O quanto do que eu sou resiste ao onde sou? o quanto o onde estou resiste ao que eu faço?
O quanto o que eu escolho, escolhe à minha volta, por outros? o quanto as escolhas alheias falam em mim?
Talvez o chão apenas se mexa, e é no movimento que exista a incerteza, vetores cruzados, e o estático seja um resquício, uma impressão.
E a vida se modifica quando se observa, enquanto se observa.
E eu observo!
Procuro o que corrobore meus vetores, enquanto tudo eu mudo, me muda, à minha volta.
Algumas vezes me enveneno, algumas vezes me entorpeço.
...Dualidade anormal...
... Meu eu no plural.
Duas faces, a falsa é a qual?
Uma briga constante entre eu.
Comigo mesmo sendo o tal.
Não podemos ser diferente.
No mesmo espaço sideral.
Seria inconsequência na vida.
Sofrer seria o normal.
Voltando ao singular e bom senso.
Sem distorcer a forma natural...
...sivi...
Peixe e Palavra. Corpo e Alma. Ação e Oração. Pão e Comunhão. Profano e Sagrado. Na dualidade existente nos opostos e contrastes a vida cristã encontra seu sentido.
Dualidade única
Tudo aquilo o que você olha
nem sempre é aquilo que vê.
Ao desejar o mal ao próximo,
pode crer: o próximo vai ser você!
Unicidade cósmica trivial,
Pois, quando se faz o mal
o retorno é de ordem sideral.
Chame de José, Deus do bem
ou do que você quiser também,
ou daquele que está além,
Conforme a fé que você tem.
O plantio é feito à enxerto
O qual se coloca no embornal,
àquele de dentro do peito.
Se o enxerto for daninho,
vai distorcer o seu caminho.
E no final vai se dar mal,
enxovalhando todo o seu avental.
Existe tanta gente incremente
a deixá-lo sozinho e ausente,
ao relento dum profundo quintal.
Goste de tudo e todos
que praticarem o bem
não se faça de refém,
assim não será engodo
também, esteja além.
Pois, ao sequestrar o seu ideal,
É ficar bem pra cá de aquém.
Autossequestrar é o ponto final.
Nada, será tão mísero e bestial.
Esse é o mal de desastre fatal.
Ame-se como se deve amar ao próximo.
jbcampos
Dualidade do Sofrimento por Saik
Me sinto cansado,
O ar está pesado.
Não quero ir nem voltar,
Muito menos ficar.
Não quero morrer,
Mas não quero estar vivo,
Não sei o que fazer,
Não sei pra que caminho sigo.
O querer atrapalha o precisar.
Não sei, mas não evito pensar,
Preciso mesmo do que quero?
Amor + Medo = 0?
Dualidade sentimental
Tem se reprimido a alegria e cultuado a tristeza em demasia. Não que uma se sobreponha a outra em intensidade.
Tem se vivido dias intermitentes de chuva, dias úmidos e cinza, dias sem nada para se colorir, senão, o imaginário.
Já não se brinca mais na tempestade, aliás, a mesma já não tem mais o tom ameno de outrora, nem a inocência com que molhava o corpo e a alma.
Tem se buscado mais o drama, a comédia, ao romance, como se a escassez de lágrimas fosse uma calamidade, como se a alegria em demasia extrapolasse a naturalidade.
Como se a felicidade, sem uma pitada de tristeza e emoção não bastasse. Vivesse a dualidade entre sentimentos opostos.
Há quem busque prazer na tristeza, faz da dor, um êxtase anormal para quem vê e normal para quem vive.
Um hábito corriqueiro e entranhado no âmago de quem se permite relacionar e viver com a tristeza.
Como se fosse tomado pelo sentimento de culpa. Culpa por não ter tempo para chorar, nem sofrer, nem se condoer com as próprias dores.
Não há pecado em ser feliz, em se expor ao ridículo, em gritar ao mundo: Eu sou feliz! Pois, não há a iminência da separação, nem retaliações.
A felicidade independe do outro, nem deve explicações a inveja, nem a tristeza e nem a solidão que se vê desamparada.
Dentro do Teu pequeno mundo ainda cabem tantas alegrias.
A tristeza, a dor e o sofrimento são sentimentos opcionais e descartáveis. A felicidade é uma urgência, uma necessidade, um direito teu! Um bem essencial.
