Dor e Sofrimento
Dor ou Prazer? Tendemos a fugir ou enfrentar a dor[sofrimento], tristeza, mal-estar, descontentamento e/ou insatisfação (a curto/a médio/a longo prazo) x Evitar ou buscar prazer[deleite], alegria, bem-estar, satisfação e/ou contentamento (a curto/a médio/a longo prazo).
“A rima da vida está na balada do sofrimento, as lágrimas do momento de dor valem ouro e os olhos umedecidos são diamantes acendendo a luz na escuridão"
O apego gera sofrimento e dor. Então, em algumas situações, Deus permite o sofrimento para gerar o desapego.
Quando a dor vira rotina, o sofrimento parece se transformar em motivo de risada, mas é apenas um escudo para nos proteger de tudo que não podemos mudar.
Do sofrimento fazia um remendo ... dos sentimentos fez uma colcha de retalhos ... da dor fez amor, da tristeza fez flor...
o que conta de verdade não é como sentimos a dor.. e sim o que fazemos com ela ...
Mas a beleza, por vezes, pode iludir,
nos fazer esquecer a dor e o sofrimento.
Precisamos, então, ter discernimento
e buscar também a verdade e o sentido.
A filosofia nos ensina a questionar,
a buscar a sabedoria e o conhecimento.
Ela nos mostra que o belo é relativo,
e que a verdade pode nos libertar.
Assim, neste soneto, busco unir
a beleza e a filosofia, em harmonia.
Que possamos enxergar além das aparências, e encontrar a verdade,
a paz e a alegria
É na doença, na dor e no sofrimento que reconhecemos a invalidez do homem forte, soberbo e ignorante, onde as suas infames palavras, suas más intenções, seus vis interesses e suas corruptas riquezas chamam à existência a presença de inimigos mil.
A dor do passado nos fez aprender que a vida continua tendo grande valor, o sofrimento do presente nos ensina que a nossa alma está sendo lapidada para sermos melhores criaturas e ambos nos faz lembrar que há algo mais para nos alegrar do que tudo o que já passamos: Deus aceitou a morte do Seu únio Filho para sermos hoje e eternamente abençoados.
Prefiro a dor e o sofrimento, até porque já estou acostumado! E é na dor que vejo quem continua comigo, "tenho medo mesmo é da felicidade", pessoas falsas também podem fazer parte dela.
O prazer de viver um sonho, vai exigir de você desgaste, dor, sofrimento e renúncias, mas confie! No final, você verá que todo sacrifício valeu a pena!
A doença de um ente querido causa dor, tristeza, angústia e sofrimento para ele e dá a oportunidade para os seus dar sem receber em troca, de fazer apenas por amor, por gratidão, por honra e lealdade, pois aquele que faz sem esperar nada em troca, nem mesmo gratidão, entendeu o qual é o sentido verdadeiro do amor! E você, se caísse hoje, teria alguém que faria por você apenas por amor?
A dor que doi
é aquela que sentimos,
por isso falar em sofrimento
não é sofrer.
Dessa forma empatia
é um sentimento
que nos conduz a compreendê-la
e não senti-la.
A morte é apenas uma forma de nos livrar da dor, do sofrimento, da culpa e da solidão. Às vezes acreditamos que ao morrer estaremos perdendo tudo só que é ao contrário de tudo, ao morrer nós ganhamos a tão sonhada liberdade, a libertação de uma vida hipócrita, sem cor, sem ânimo, de uma vida sem vida, onde tudo é cinza.
A morte é tão desejada por muitos e tão temidas por outros, mas a morte sempre chegará para todos, um dia a mais ou um dia a menos, ela sempre chegará para todos e ninguém poderá fugir disso, está no nosso destino.
Oh dona morte você ainda terá tanta sorte se um dia me tirar desse lugar, eu já estou cansada, exausta e não aguento mais, a vida é difícil demais e vazia mesmo estando feliz a tristeza sempre aparece e me atormenta.
Dona morte me tira desse lugar de dor e me deixa descansar, pode vim me buscar.
Dor, medo, sofrimento, desespero... esses sentimentos há muito tempo deixei para trás. O que resta agora é apenas o coração de um guerreiro, forjado e endurecido pelos inúmeros combates que enfrentei. Cada batida deste coração é um testemunho de força, cada respiração uma canção de resiliência. Moldado pelo fogo do destino, sou agora um espírito indomável, esculpido pela adversidade e pela coragem.
Dizem que “a dor é inevitável, o sofrimento é opcional.”
Nós, seres humanos, temos a tendência de vitimização quando ocorre algo que nos desagrada dentro de nossa concepção, dentro do nosso entendimento do que seria bom para nós. Entendimento esse muito subjetivo e singular, porque cada um possui uma visão diferente do que seria bom ou ruim acontecer em nossas vidas.
Mas o ponto é, como você reage quando os acontecimentos fogem do que a sua mente imaginou, idealizou ou fantasiou?
Você aceita a situação como um sinal do universo de que talvez aquela porta não te levaria ao destino do seu coração ou que ainda não era o momento de iniciar aquele caminho, porque antes seria necessário passar por outras fases, para assim chegar ao “chefão” mais fortificado, mais preparado e mais inteiro ou você joga o controle do videogame na parede e lamenta durante dias que não consegue passar de fase?
Nesse instante tive um devaneio e fui transportada para a minha infância, nos dias das férias de inverno, em que ficava o dia todo jogando Super Nintendo e conduzindo o Mário Bros nas inúmeras fases de seu mundo encantado.
Enfim, devaneios à parte, quando algo não sai como esperamos, o mais sensato é não nadar contra a corrente e tampouco nos culpar e mostrar ao mundo como somos vítimas do sistema, ou como somos mal-amados por Deus ou pelo universo. Muito pelo contrário, eles estão nos mostrando sinais, mostrando que muitas vezes temos que apenas olhar para dentro e mudar a direção de nosso barco.
Por esses dias estive pensando quando sentimos dor, seja por uma proposta de emprego que não deu certo, seja pelo término de um relacionamento, ou seja por algo que a nossa mente teimou que era o caminho certo, mesmo quando o nosso coração gritava: “Não vá por esse caminho, não vá por esse caminho!"; não temos como deixar de senti-la. O ego é sensível, quando nos decepcionamos ele se transforma em uma criança ferida que sonhava em ganhar uma linda boneca e não ganhou, aí ele chora, grita, esperneia, mostra para o mundo que a sua dor é a maior do mundo
E esse raciocínio me remeteu à seguinte analogia, quando tomamos vacina, sentimos dor no momento em que o líquido entra em nossa pele, é inevitável, mas logo passa. Mas se quisermos assim optar, podemos ficar o dia todo reclamando que o nosso corpo está dolorido, que hoje estamos indispostos e que ninguém pode sequer nos relar. Ou podemos sentir a dor da vacina e ao deixar do centro médico já esquecemos da dor e vamos viver o dia, com disposição e da melhor forma possível.
Com a nossa dor emocional também podemos agir dessa maneira, temos que vivê-la sim, não podemos escondê-la, porque se assim fizermos ela volta mais tarde com mais força, mais assustadora. Mas se optarmos por vivermos esse sentimento, acolhendo-o, sem ficarmos revivendo e depois nos despedimos e abrirmos para que sentimentos novos possam entrar em nosso coração e assim possamos experimentar o belo, a luz, a verdade, a vida, descobriremos que o sofrimento não vale a pena.
Que possamos sempre ter a sabedoria para sabermos a hora de nos despedirmos da dor e saibamos tirar no momento certo o véu que tapa os nossos olhos de enxergar novos caminhos, novos sabores, novos amigos, novos amores.
A dor da transitoriedade das coisas
Tende a nos massacrar e nos torturar.
Entendamos, o sofrimento é construtivo
E nos elevará ao patamar máximo da vida.
Têm pedra no lugar do coração.
A dor e o sofrimento do povo são motivos de júbilo.
Eles não se lambuzavam no pote de mel;
Pelo contrário, eles chafurdam-se no dito pote.
