Doce
Na leitura de teus escritos, chego a vagar, em um jardim encantado onde posso sonhar, o doce desta viagem é o vento a cantar, trazendo aroma das flores para me despertar, sussurrando ao meu ouvido para me lembrar de um adorável amigo com amizade singular.
Prerrogativa de movimento singular , exalando o doce cheiro da melanina, extraindo da essência energia que fascina, revelando o poder e graça na valorização da autoestima .
Sou negra descendo da nobreza, minha pele brilha exalando um doce aroma de melanina,faz parte de minha essência este porte altivo de rainha.
Florescer depois das estações! É continuar bela, produzindo o néctar doce que alimenta a vida, desaguando nas nascentes dos enfrentamentos o orvalho de esperança para cada manhã.
VALENTE GUERREIRO!
Ele veio do reino de Oió, desceu das pedreiras e banhou-se nas águas doce da cachoeira, alimentou seu espírito nas energias do sagrado, blindou seu corpo com forças do santificado, seu avesso tem axé! Axé dos iluminados
Minha doce e indomável Lucia Iara,
Mesmo sem as palavras perfeitas, sussurro ao vento o clamor silencioso do meu coração apaixonado.
Você irrompeu na minha vida como uma tempestade de luz celestial.
tornando-se a essência mais sublime e divina do meu ser,
A musa eterna que inspira cada batida ardente do meu peito.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais puros, que com paixão incansável persegue seus ideais sagrados.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção pelo destino que nossos corações entrelaçaram no tempo.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram,
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais.
Entrego-me a essa aposta divina,
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser,
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre.
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver.
❤
A intimidade é a doce reunião de pequenos pedacinhos das nossas almas e
só quem é a(l)mado consegue amar.
❤
A morte é tão doce,
quanto a sorte que te trouxe,
Se não fosse,
A tosse,
Tudo que se retorce,
Em sua passagem,
Até que forcem,
A homenagem,
Que deveria ser,
Um incrível viver,
Caridade e amor,
Provando ser professor,
De matéria tão repetida,
Por tantos nessa história,
E quantos nessa vida,
É só buscar a memória,
Sair da corrida,
Da tentação,
Da reprovação,
Desta massa falida,
Que destroe o viver,
Só quem não vive pra saber,
Que o animal morre,
Só pra comer,
O desmatamento,
Só pra comer,
Acham que dura pra sempre?
Vamos ver...
Também gostaria,
Mas nossa rebeldia,
Me fez refletir,
Nessa covardia,
Que fazemos aqui,
Somos seres humanos,
A causar tantos danos,
E a proibir,
O saber,
Desta ilusão,
Que acaba com a morte,
Ou com a devastação,
Quando vem o furacão,
Terremotos e guerras,
Aí toda ilusão
Se quebra,
E enxergamos a verdade,
Fim da nossa vaidade,
Somos frágeis
Basta tempestade,
Pra ficarmos amáveis,
Como entender,
Uma vida inteira,
Ou várias pra ter,
Uma razão passageira,
Uma intenção
Verdadeira,
Pra todos,
Pra tudo,
Absurto...
"Doce desafio"
Só de pensar que existe um imenso mar de possibilidade, revolto, grandioso, misterioso, profundo, com riquezas intactas, de muitos valores a ser descobertas, isso me tira qualquer superficial segurança, porém, isso, me torna um ser humano livre, corajoso, para ir frente é caminhar a passos largos com equilíbrio!
Minha Doce Paixão e Desejo
A horas e dias quero seu corpo
Na minha cabeça os pensamentos mais puro se misturam com impuros
O coração responde amor
A carne não te pudor
Quero ser o mais romântico em sua vida
Ao mesmo tempo o dominador dos seus desejos
Eu sou aquele sem nome
Mas com o corpo suado no seu
Quero que lembre das horas de amor intenso com sabor de prazer inigualável
Não precisa saber quem sou
Apenas que nossos corpos
Se tornaram um só
A fonte que flui do “deus” criado pelo calvinismo jorra duas fontes: água salgada (mal) e doce (bom). Tiago 3.11
