Diversidade
A diferença essencial entre comunhão cristã e ecumenismo é que na primeira, a diversidade da igreja exalta o evangelho ao redor da unidade essencial ortodoxa; já o ecumenismo rebaixa o evangelho, pois é a exibição do dogma da religião secular, que transfigurada no estado, é obrigada a aceitar sob as asas de sua proteção, todo o credo religioso, enquanto exige em troca, a submissão dessas religiões ao seu poder sufocante. O ecumenismo mata o corpo de Cristo e rebaixa o evangelho ao admitir que haja outro meio para se alcançar Deus, que não seja aquele revelado nas Escrituras Sagradas e por elas autorizado.
Na diversidade das cores do arco-íris, encontramos a beleza da singularidade de cada alma, onde o amor e a aceitação transcendem as fronteiras da orientação e identidade, unindo-nos na essência da humanidade.
Nas notas do hino de Teresina ecoam os versos que celebram a grandeza e a diversidade desta cidade, onde cada acorde é um tributo à coragem, à cultura e à paixão que fluem pelas veias dessa terra abençoada.
Hoje no Brasil, a diversão é uma diversidade alheia tão quanto falar a verdade é crime, e não liberdade de expressão.
Carlos Alberto Blanc
A relação entre Deus e Jesus nos ensina sobre a unidade na diversidade e a força do amor incondicional.
Aprender dentro da diversidade; A melhoria no processo de ensino e aprendizagem em contextos multiculturais e bilíngues, como nas regiões de fronteira entre Brasil e Paraguai, exige um compromisso contínuo com a formação de educadores, a valorização da diversidade e a implementação de metodologias inclusivas. Ao reconhecer e integrar os saberes locais e globais, podemos criar um ambiente educacional mais justo e equitativo, que prepare os alunos para serem cidadãos do mundo, respeitando suas raízes culturais.
Crônica da Fronteira: Ponta Porã e Sua Diversidade histórica e Cultural.
Na linha tênue que separa Brasil e Paraguai, Ponta Porã emerge como um mosaico de histórias e culturas.
A cidade, que já foi um vilarejo modesto, carrega em suas ruas e campos a memória de tempos de exploração da madeira e da erva mate e desenvolvimento.
No final do século XIX, os primeiros migrantes sulistas chegaram, atraídos pela promessa de terras férteis e pela riqueza da erva-mate.
Esses pioneiros, com suas famílias e sonhos, desbravaram a região, fixando morada e iniciando o comércio da erva que se tornaria símbolo da cultura local.
O Porongo a cuia de chimarrão e de tereré, hoje, representam essa fusão cultural entre brasileiros e paraguaios herança dos povos originais, nativos desta região que deixaram sua marca cultural para todas as gerações.
Com o passar dos anos, a exploração da madeira das matas e a criação de gado transformaram a paisagem. Viajantes e tropeiros cruzavam os campos, levando café e outros produtos agrícolas para mercados distantes.
A agricultura floresceu, e Ponta Porã se tornou um centro de produção de soja, trigo e milho entre outros produtos aos poucos a erva mate foi esquecida, está que foi a mola mestra do desenvolvimento econômico da região nos tempos da exploração do ouro verde pelos ervateiros locais.
A emancipação do vilarejo em 1912 marcou o início de uma nova era. A cidade cresceu e se desenvolveu economicamente, atraindo novos moradores e investimentos.
A construção do 11° Regimento de Cavalaria Independente, que mais tarde se tornaria o 11° RC MEC, foi um marco importante. Marechal Dutra, que comandou o regimento, viria a ser presidente do Brasil, deixando sua marca na história local.
Personagens históricos e eventos significativos moldaram a cidade de Ponta Porã. Revoluções e divisões territoriais, a proteção da fronteira e a visita do presidente Getúlio Vargas são apenas alguns dos capítulos dessa rica narrativa da formação histórica e cultural da fronteira.
A criação do Aero Clube de Aviação e do Centro de Tratamento de Zoonoses são exemplos do progresso contínuo da cidade em meados da década de 1940 e 1950
Entre 1943 e 1946, Ponta Porã foi elevada a Território Federal, destacando-se pela sua importância estratégica e econômica. Na década de 1950 chega a extensão do Ramal ferroviário Noroeste do Brasil ligando definitivamente Ponta Pora ao centro industrial do Brasil.
Esse período de autonomia dentro do estado de Mato Grosso, que posterior se dividiu criando o Estado de Mato Grosso do Sul reforçou seu papel na história nacional.
Hoje, Ponta Porã é um testemunho vivo da diversidade cultural varuos povos convivendo dentro de uma região unica.
O espírito pioneiro
que moldaram sua identidade. Cada esquina, cada praça, carrega consigo as histórias de um passado vibrante e de um futuro promissor.
Carioca do Complexo Amarelinho
Na
Singularidade
Da sinestesia
A diversidade
Que
Encanta
Ser
Protagonista
Da
Atenção
Deles
Ainda
Que
Por breves
Momentos
Magia
Dádiva
Divina
Um
Privilégio
Ser amigo , não significa concordar com tudo, mas conseguir extrair o que há de mais precioso ,até das pessoas que discordam de nós!
Gosto de pensar que Literatura Negra é um movimento literário, temos diversidades de escritas e de tratamento estético. É algo revolucionário, não cabe nas caixinhas de denominações que colocam. É mais amplo. Existe vários fazeres dentro da Literatura Negra.
Olha, sobre o casamento gay
penso que quem tem que aceitar ou não
é quem foi pedido em casamento.
Se uma pessoa homossexual te pediu em casamento,
pense a respeito e responda sim ou não.
De minha parte, eu não tenho nada a ver
com as escolhas de ninguém.
Colhe na tua fraqueza a força para seguir em frente e regue com suas lágrimas a árvore que te dará o fruto da vitória.
Internalizar direitos humanos exige tolerância e respeito com as diferenças, nos instiga a lidar com os limites e possibilidades dos sujeitos em suas individualidades!
Acredite. Todos temos diversas imperfeições e fraquezas. Não é ser assim que nos define fracassados, mas julgar os outros por essa realidade e não ter coragem de trabalhar a nossa.
O bem ou é de todos(as), ou não é de ninguém. Ou o bem respeita as diferenças, as minorias, ou não estará respeitando o direito de quem quer que seja. Se o foco for o "bem" só de um grupo, um dia outro lhe toma a frente, e o que era predominante se faz preterido.
Nunca vivi sem religião e não poderia viver sem ela nem por um dia apenas, mas pude passar toda a minha vida sem uma igreja. Não sou representante de nenhuma doutrina fixa e estabelecida. Sou um homem de mudanças e transformações. Nunca pude ser protestante e católico, partidário de Bach ou de Wagner; para mim, a vida e a história só têm sentido e valor na diversidade com que Deus se apresenta em inesgotáveis configurações.” (declaração de H.Hesse)
